por Laiane Ramos
Após a tragédia ocorrida em Santa Catarina, vários estados se comoveram e se tornaram voluntários. Diante do fato, Brasília também não ficou de fora. A Defesa Civil do Distrito Federal criou a campanha “SOS Santa Catarina – Brasília Solidária”. Onde donativos estão sendo arrecadados e serão enviados aos desabrigados dessa tragédia.
A campanha começou nessa quarta-feira (26), e já trouxe resultados surpreendentes. Muitas pessoas doaram alimentos, roupas, calçados, produtos de higiene, entre outros. No DF existem vários postos de arrecadação, entre eles estão: os postos da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, postos do Na Hora, Delegacias, unidades do SESC, nas estações do metrô e Administrações Regionais, que estão enviando à Defesa Civil.
O Distrito Federal já arrecadou cerca de duas toneladas de doações. Eles serão levados a Santa Catarina na próxima quarta-feira (03), por aviões da Força Aérea Brasileira e por caminhões contratados pela Petrobrás. No entanto, os órgãos responsáveis pelas arrecadações continuarão recebendo. Após recolhidas elas serão encaminhadas ao ginásio de esporte da Polícia Militar, onde farão a triagem das doações e preparação para a viagem até Santa Catarina. Mais de 200 voluntários estão envolvidos nessa campanha. Foram divididos vários grupos, que estão trabalhando em turnos diferentes, incluindo as madrugadas, pois as doações estão chegando a todo momento.
Algumas observações devem ser tomadas para as doações, entre as mais importantes estão à validade dos produtos enviados (de preferência os não-perecíveis), sapatos, roupas e colchões devem estar devidamente limpos e em bom estado de uso. Os utensílios domésticos doados devem funcionar e estar bem conservados. Para maiores informações a Defesa Civil está à disposição nos telefones: 3901-5815 ou 3901-5816.
sábado, 29 de novembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Santa Catarina é devastada pelas chuvas
Por Tatiana Marques
A chuva está causando muitos estragos em Santa Catarina, deixando 27. 404 desabrigados e 21.252 desalojados, 97 pessoas mortas e 19 desaparecidas. A situação é critica. Além do alagamento ainda há deslizamentos, que destrói imóveis e impede a passagem de veículos.
Pessoas que estavam fora do estado encontram dificuldade de retornar, e acabam utilizando meios alternativos como taxi, para retornarem as suas casas, já que os ônibus estão impedidos de circular, por que muitas rodovias estão danificadas.
Os estragos não param por aí. A distribuição do gás natural foi prejudicada, causando prejuízos em indústrias e principalmente no abastecimento de combustível. O comércio local também foi afetado pelas chuvas, e as pessoas acabam pegando os alimentos que vem com a água. Segundo informações da secretaria de infra-estrutura de Santa Catarina, serão necessários pelo menos R$ 250 milhões de reais para restabelecer a infra-estrutura de estradas e portos, sem contar com comércio local ou residências.
O governo federal anunciou nesta quarta-feira que vai liberar o valor de 1,6 bilhões para as cidades atingidas pelas as chuvas, e que não irá cobrar os impostos por dois meses, para que o comércio local não necessite demitir seus funcionários. O ministro da saúde, José Gomes Temporão, anunciou que irá liberar uma verba no valor de R$ 100,00 milhões, para medidas preventivas de doenças relacionadas a enchentes, como hepatite e leptospirose, além de 17 toneladas em medicamentos.
Alguns municípios ainda permanecem isolados- São Bonifácio, São João Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Itapoa e Benedito Novo, e noves municípios declararam calamidade pública. Devido à situação, pessoas de todos os estados se mobilizam com doações de alimentos e roupas, e todos os dias Santa Catarina têm recebido toneladas de doações que são entregues por todas as forças brasileiras, mas principalmente pelo exercito brasileiro.
A título de curiosidade, há informações que a catástrofe que está ocorrendo hoje, no estado de Santa Catarina, poderia ter sido amenizada se o governo tivesse utilizado verba encaminha para o estado de prevenção contra catástrofe ainda este ano, saiba mais pelo o seguinte site: http://contasabertas.uol.com.br/noticias/detalhes_noticias.asp?auto=2472
A chuva está causando muitos estragos em Santa Catarina, deixando 27. 404 desabrigados e 21.252 desalojados, 97 pessoas mortas e 19 desaparecidas. A situação é critica. Além do alagamento ainda há deslizamentos, que destrói imóveis e impede a passagem de veículos.
Pessoas que estavam fora do estado encontram dificuldade de retornar, e acabam utilizando meios alternativos como taxi, para retornarem as suas casas, já que os ônibus estão impedidos de circular, por que muitas rodovias estão danificadas.
Os estragos não param por aí. A distribuição do gás natural foi prejudicada, causando prejuízos em indústrias e principalmente no abastecimento de combustível. O comércio local também foi afetado pelas chuvas, e as pessoas acabam pegando os alimentos que vem com a água. Segundo informações da secretaria de infra-estrutura de Santa Catarina, serão necessários pelo menos R$ 250 milhões de reais para restabelecer a infra-estrutura de estradas e portos, sem contar com comércio local ou residências.
O governo federal anunciou nesta quarta-feira que vai liberar o valor de 1,6 bilhões para as cidades atingidas pelas as chuvas, e que não irá cobrar os impostos por dois meses, para que o comércio local não necessite demitir seus funcionários. O ministro da saúde, José Gomes Temporão, anunciou que irá liberar uma verba no valor de R$ 100,00 milhões, para medidas preventivas de doenças relacionadas a enchentes, como hepatite e leptospirose, além de 17 toneladas em medicamentos.
Alguns municípios ainda permanecem isolados- São Bonifácio, São João Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Itapoa e Benedito Novo, e noves municípios declararam calamidade pública. Devido à situação, pessoas de todos os estados se mobilizam com doações de alimentos e roupas, e todos os dias Santa Catarina têm recebido toneladas de doações que são entregues por todas as forças brasileiras, mas principalmente pelo exercito brasileiro.
A título de curiosidade, há informações que a catástrofe que está ocorrendo hoje, no estado de Santa Catarina, poderia ter sido amenizada se o governo tivesse utilizado verba encaminha para o estado de prevenção contra catástrofe ainda este ano, saiba mais pelo o seguinte site: http://contasabertas.uol.com.br/noticias/detalhes_noticias.asp?auto=2472
Brasileirão perto do fim
Por Priscilla de Freitas
Final do ano chegando e campeonato Brasileiro também. Há quem goste disso, como as mulheres que não agüentavam mais ficar sem a atenção de seus maridos e namorados as quartas- feiras e domingos. Para os homens é quase uma tortura ver seu time de coração cair para a segunda divisão do campeonato. Mas, alguns times não tiveram boa atuação durante as suas campanhas. E por conseqüência os torcedores assistirão em 2009 seus times na segundona. Vasco, Figueirense,Portuguesa e Ipatinga estão há um passo de chegar lá. São os quatro times que estão com menos pontos na tabela. Ao contrário do São Paulo que tem todas as chances e está a um passo de ser campeão do brasileirão 2008.
Os quatro times que estão mais perto do título são: São Paulo líder invicto com 71 pontos, Grêmio em segundo com 66, Cruzeiro em terceiro com 64 e Palmeiras com também 64.
Isso significa que times que estão da quinta até a décima sexta posição não tem mais chances de erguer a taça de Campeão Brasileiro como: Flamengo,Coritiba,Goiás, internacional, Botafogo, Vitória, Sport, Atlético – MG, Fluminense, Santos, Atlético – PR e Náutico. A partir de um certo tempo luta pelo título é esquecida, pois querem, manter e ficar nas posições que estão, alias nem vão sair, porque o campeonato já está na sua última rodada.
Os times que estão perto da série B vão passar pela mesma angústia do Corinthians. Mas os torcedores corinthianos fanáticos podem ficar tranqüilos, pois o time está garantido no ano que vem na elite do campeonato Brasileiro, na série A. Agora para os loucos por futebol restam esperar até o fim do campeonato e ver quem será o campeão dessa grande disputa. A disputa dos melhores times do Brasil.
Final do ano chegando e campeonato Brasileiro também. Há quem goste disso, como as mulheres que não agüentavam mais ficar sem a atenção de seus maridos e namorados as quartas- feiras e domingos. Para os homens é quase uma tortura ver seu time de coração cair para a segunda divisão do campeonato. Mas, alguns times não tiveram boa atuação durante as suas campanhas. E por conseqüência os torcedores assistirão em 2009 seus times na segundona. Vasco, Figueirense,Portuguesa e Ipatinga estão há um passo de chegar lá. São os quatro times que estão com menos pontos na tabela. Ao contrário do São Paulo que tem todas as chances e está a um passo de ser campeão do brasileirão 2008.
Os quatro times que estão mais perto do título são: São Paulo líder invicto com 71 pontos, Grêmio em segundo com 66, Cruzeiro em terceiro com 64 e Palmeiras com também 64.
Isso significa que times que estão da quinta até a décima sexta posição não tem mais chances de erguer a taça de Campeão Brasileiro como: Flamengo,Coritiba,Goiás, internacional, Botafogo, Vitória, Sport, Atlético – MG, Fluminense, Santos, Atlético – PR e Náutico. A partir de um certo tempo luta pelo título é esquecida, pois querem, manter e ficar nas posições que estão, alias nem vão sair, porque o campeonato já está na sua última rodada.
Os times que estão perto da série B vão passar pela mesma angústia do Corinthians. Mas os torcedores corinthianos fanáticos podem ficar tranqüilos, pois o time está garantido no ano que vem na elite do campeonato Brasileiro, na série A. Agora para os loucos por futebol restam esperar até o fim do campeonato e ver quem será o campeão dessa grande disputa. A disputa dos melhores times do Brasil.
Cidades do entorno do DF sevem como esconderijos para criminosos
Por Yann Victor
A polícia do Distrito Federal realizou um levantamento para comprovar que as cidades do entorno servem de esconderijo para assaltantes e traficantes. O que vem assustando muito os moradores, principalmente do Goiás, é o fato de os assaltantes atuarem mais dentro de bancos. Muitos dos traficantes e assaltantes saem das cidades do entorno, roubam, traficam ou cometem outros delitos em Brasília e retornam no fim do dia, ou seja, para a maioria desses criminosos as cidades do entorno são como se fossem uma espécie de dormitório, de refúgio.
E esse é um dos fatores importantes para a polícia do Distrito Federal, pois é nas cidades do entorno que se localizam a maior parte dos traficantes e assaltantes de Brasília. A Polícia Federal começou a tomar algumas providências para diminuir a concentração dos criminosos nessas regiões. Até mesmo para deixar a população mais tranqüila, pois muitos moradores já não saem de suas próprias casas com medo de serem vítimas da violência. Mas as estratégias não foram para frente, os bandidos continuam agindo livremente.
A Polícia Federal também enfatiza que nas cidades do entorno o consumo de drogas aumentou muito devido à facilidade de acesso às drogas, inclusive menores estão se rendendo ao vício. E isso acaba tirando uma criança que antes de conhecer o mundo das drogas e da criminalidade tinha uma vida normal, freqüentava a escola diariamente, respeitava os pais. A criança quando entra nesse mundo da perdição é muito difícil voltar como era antes. A tendência é só piorar, ou seja, a criança pode até virar um bandido “famoso”.
Outro fato importante que começa a preocupar as autoridades policiais são os bandos vindos de outras regiões do país para assaltar bancos. Brasília está sendo usada como ponte para chegar ao nordeste, cidades goianas e mineiras. Hoje o Distrito Federal virou o ponto de encontro dos criminosos é o que confirma o Diretor Geral da Polícia Federal, Luis Fernando Corrêa. Segundo ele, os criminosos e traficantes não costumam a assaltar apenas bancos, mas também o restante da cidade. A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil são os principais alvos, pois é dessas instituições é que saem o pagamento dos aposentados.
Enquanto as estratégias da polícia não saem do papel, os criminosos vêm de toda parte do Brasil se instalar no entorno e atormentar o que resta do nosso sossego. Vamos esperar mais uma vez de braços cruzados o posicionamento dos policiais e deixar que os bandidos tomem conta da cidade.
A polícia do Distrito Federal realizou um levantamento para comprovar que as cidades do entorno servem de esconderijo para assaltantes e traficantes. O que vem assustando muito os moradores, principalmente do Goiás, é o fato de os assaltantes atuarem mais dentro de bancos. Muitos dos traficantes e assaltantes saem das cidades do entorno, roubam, traficam ou cometem outros delitos em Brasília e retornam no fim do dia, ou seja, para a maioria desses criminosos as cidades do entorno são como se fossem uma espécie de dormitório, de refúgio.
E esse é um dos fatores importantes para a polícia do Distrito Federal, pois é nas cidades do entorno que se localizam a maior parte dos traficantes e assaltantes de Brasília. A Polícia Federal começou a tomar algumas providências para diminuir a concentração dos criminosos nessas regiões. Até mesmo para deixar a população mais tranqüila, pois muitos moradores já não saem de suas próprias casas com medo de serem vítimas da violência. Mas as estratégias não foram para frente, os bandidos continuam agindo livremente.
A Polícia Federal também enfatiza que nas cidades do entorno o consumo de drogas aumentou muito devido à facilidade de acesso às drogas, inclusive menores estão se rendendo ao vício. E isso acaba tirando uma criança que antes de conhecer o mundo das drogas e da criminalidade tinha uma vida normal, freqüentava a escola diariamente, respeitava os pais. A criança quando entra nesse mundo da perdição é muito difícil voltar como era antes. A tendência é só piorar, ou seja, a criança pode até virar um bandido “famoso”.
Outro fato importante que começa a preocupar as autoridades policiais são os bandos vindos de outras regiões do país para assaltar bancos. Brasília está sendo usada como ponte para chegar ao nordeste, cidades goianas e mineiras. Hoje o Distrito Federal virou o ponto de encontro dos criminosos é o que confirma o Diretor Geral da Polícia Federal, Luis Fernando Corrêa. Segundo ele, os criminosos e traficantes não costumam a assaltar apenas bancos, mas também o restante da cidade. A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil são os principais alvos, pois é dessas instituições é que saem o pagamento dos aposentados.
Enquanto as estratégias da polícia não saem do papel, os criminosos vêm de toda parte do Brasil se instalar no entorno e atormentar o que resta do nosso sossego. Vamos esperar mais uma vez de braços cruzados o posicionamento dos policiais e deixar que os bandidos tomem conta da cidade.
Mistura de jornalismo e humor que deu certo!
por Tatiana Soares
Atualmente está no ar o programa da Band, CQC (Custe o que custar). A atração é comandada pelo imprevisível Marcelo Tas, um não-jornalista que teve coragem de perguntar para Paulo Maluf quando era candidato à presidência se ele era mesmo ladrão.
O formato do programa nasceu na Argentina há dez anos, e só chegou agora ao Brasil.
É uma mistura inteligente de jornalismo e humor, um sucesso que faz críticas benignas e incisivas oferecendo uma visão leve dos acontecimentos aos telespectadores.
Uma forma de retratar com humor o resumo das notícias da semana, tudo que acontece na política e nos problemas sociais sem apelação, grosserias e sem expor as pessoas ao ridículo. A atração ajuda a digerir as notícias absurdas dos nossos dias.
São sete apresentadores-jornalistas-humoristas, que munidos de microfone e uma "cara de pau" acima da média fazem perguntas que ninguém mais tem coragem de fazer. O humor dos homens de preto é ácido e irreverente, muito diferente de tudo que já havia assistido. Vale muito a pena conferir. Espero que continuem com esse mesmo nível por muito tempo, pois são freqüentes programas que começaram bem, não conseguem se manter e partem para a apelação em busca da feroz audiência. Além de outras coisas, o humor que eles fazem vem para comprovar que é possível fazer jornalismo sem seguir fórmulas caretas e patrocinadas, uma boa forma de sobrevivência do jornalismo na TV.
O programa vai ao ar toda segunda-feira, ao vivo às 22h15, com Marcelo Tas, Rafinha Bastos, Marco Luque, Danilo Gentili, Oscar Filho, Felipe Andreoli e Rafael Cortez.
Atualmente está no ar o programa da Band, CQC (Custe o que custar). A atração é comandada pelo imprevisível Marcelo Tas, um não-jornalista que teve coragem de perguntar para Paulo Maluf quando era candidato à presidência se ele era mesmo ladrão.
O formato do programa nasceu na Argentina há dez anos, e só chegou agora ao Brasil.
É uma mistura inteligente de jornalismo e humor, um sucesso que faz críticas benignas e incisivas oferecendo uma visão leve dos acontecimentos aos telespectadores.
Uma forma de retratar com humor o resumo das notícias da semana, tudo que acontece na política e nos problemas sociais sem apelação, grosserias e sem expor as pessoas ao ridículo. A atração ajuda a digerir as notícias absurdas dos nossos dias.
São sete apresentadores-jornalistas-humoristas, que munidos de microfone e uma "cara de pau" acima da média fazem perguntas que ninguém mais tem coragem de fazer. O humor dos homens de preto é ácido e irreverente, muito diferente de tudo que já havia assistido. Vale muito a pena conferir. Espero que continuem com esse mesmo nível por muito tempo, pois são freqüentes programas que começaram bem, não conseguem se manter e partem para a apelação em busca da feroz audiência. Além de outras coisas, o humor que eles fazem vem para comprovar que é possível fazer jornalismo sem seguir fórmulas caretas e patrocinadas, uma boa forma de sobrevivência do jornalismo na TV.
O programa vai ao ar toda segunda-feira, ao vivo às 22h15, com Marcelo Tas, Rafinha Bastos, Marco Luque, Danilo Gentili, Oscar Filho, Felipe Andreoli e Rafael Cortez.
Furtos de carros aumentam no DF
por Leonardo Passos
Brasília é conhecida nacional e internacionalmente pelos seus pontos turísticos maravilhosos, por ser capital do país é uma das cidades mais fácies de se trafegar de carro, porque tem avenidas largas e cruzamentos sem semáforos. Mas amarga um problema muito sério, além dos acidentes e engarrafamentos diários: o aumento crescente de furtos de veículos na cidade.
Os furtos têm aumentado consideravelmente no DF. Segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública do DF, de janeiro a outubro de 2008, o número de furtos aumentou 27,5% com relação ao mesmo período do ano passado. É uma média um carro roubado a cada 51minutos, mas 60% dos carros são recuperados pela polícia todos os meses. Os veículos mais visados pelos assaltantes são os carros da marca gol e uno, pois a maioria não vem com dispositivos de alarme de fábrica. Os locais onde os assaltantes atuam com freqüência são Taguatinga, Ceilândia, Plano Piloto, Samambaia, Gama e Guará.
Segundo usuários que tiveram os veículos furtados, os assaltantes agem surpreendendo o motorista. Geralmente levam os veículos mais potentes para assaltar comércios, postos de gasolina, populares e roubarem em cidades do interior. Isso quando não levam para desmanche ou oficinas especializadas em clonagem no Entorno.
A dica para motoristas de primeira viagem é: ao comprar um carro, instale alarme mult-lock, que é um dos melhores, e um sistema de rastreamento para não ser pego de surpresa.
Brasília é conhecida nacional e internacionalmente pelos seus pontos turísticos maravilhosos, por ser capital do país é uma das cidades mais fácies de se trafegar de carro, porque tem avenidas largas e cruzamentos sem semáforos. Mas amarga um problema muito sério, além dos acidentes e engarrafamentos diários: o aumento crescente de furtos de veículos na cidade.
Os furtos têm aumentado consideravelmente no DF. Segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública do DF, de janeiro a outubro de 2008, o número de furtos aumentou 27,5% com relação ao mesmo período do ano passado. É uma média um carro roubado a cada 51minutos, mas 60% dos carros são recuperados pela polícia todos os meses. Os veículos mais visados pelos assaltantes são os carros da marca gol e uno, pois a maioria não vem com dispositivos de alarme de fábrica. Os locais onde os assaltantes atuam com freqüência são Taguatinga, Ceilândia, Plano Piloto, Samambaia, Gama e Guará.
Segundo usuários que tiveram os veículos furtados, os assaltantes agem surpreendendo o motorista. Geralmente levam os veículos mais potentes para assaltar comércios, postos de gasolina, populares e roubarem em cidades do interior. Isso quando não levam para desmanche ou oficinas especializadas em clonagem no Entorno.
A dica para motoristas de primeira viagem é: ao comprar um carro, instale alarme mult-lock, que é um dos melhores, e um sistema de rastreamento para não ser pego de surpresa.
Infiéis Serão Punidos
Por Elionardo Lunas
O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou resolução do Tribunal Superior Eleitoral que proíbe o troca-troca partidário. Os políticos “infiéis” serão punidos com a perda do mandato, devido o tribunal considerar constitucional por maioria, as regras fixadas pelo TSE.
Segundo o Presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, enquanto a lei não vier aprovada pelo congresso, a decisão do Supremo está em vigor. O ministro lembrou que o corte poderá derrubar uma lei que passe dos limites, mas deixou bem claro que o congresso nacional pode e deve formular uma lei de procedimentos quanto essa questão. Já o ministro Joaquim Barbosa que é o relator dos processos, declarou ao Jornal Correio Brasiliense, que o “silêncio” do Legislativo, obrigou o TSE a agir. E disse também que o Poder Judiciário está mal “equipado” para resolver a questão da fidelidade partidária.
O ministro Carlos Ayres Britto, que é defensor da fidelidade partidária, disse que o partido político “não pode ser abandonado sem mais nem menos pelo candidato eleito”. “A urna tem voz, e essa há de ecoar pelo menos por quatro anos”, afirmou o ministro que preside o TSE.
Mesmo com a lei em vigor, a Câmara dos Deputados nega cumprir a decisão do STF, que obriga o deputado Walter Brito Neto (PB) a devolver o mandato ao DEM, para que o suplente possa assumir o mandato. A câmara resiste à determinação, devido um parecer aprovado pela comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Essa resolução que foi aprovada em outubro de 2007 pelo TSE, sujeita vereadores, deputados estaduais e federais, como também senadores que mudaram de partido depois de 27 de março de 2007, sem motivo, a terem de devolver os mandatos as legendas pelas quais foram eleitos.
O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou resolução do Tribunal Superior Eleitoral que proíbe o troca-troca partidário. Os políticos “infiéis” serão punidos com a perda do mandato, devido o tribunal considerar constitucional por maioria, as regras fixadas pelo TSE.
Segundo o Presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, enquanto a lei não vier aprovada pelo congresso, a decisão do Supremo está em vigor. O ministro lembrou que o corte poderá derrubar uma lei que passe dos limites, mas deixou bem claro que o congresso nacional pode e deve formular uma lei de procedimentos quanto essa questão. Já o ministro Joaquim Barbosa que é o relator dos processos, declarou ao Jornal Correio Brasiliense, que o “silêncio” do Legislativo, obrigou o TSE a agir. E disse também que o Poder Judiciário está mal “equipado” para resolver a questão da fidelidade partidária.
O ministro Carlos Ayres Britto, que é defensor da fidelidade partidária, disse que o partido político “não pode ser abandonado sem mais nem menos pelo candidato eleito”. “A urna tem voz, e essa há de ecoar pelo menos por quatro anos”, afirmou o ministro que preside o TSE.
Mesmo com a lei em vigor, a Câmara dos Deputados nega cumprir a decisão do STF, que obriga o deputado Walter Brito Neto (PB) a devolver o mandato ao DEM, para que o suplente possa assumir o mandato. A câmara resiste à determinação, devido um parecer aprovado pela comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Essa resolução que foi aprovada em outubro de 2007 pelo TSE, sujeita vereadores, deputados estaduais e federais, como também senadores que mudaram de partido depois de 27 de março de 2007, sem motivo, a terem de devolver os mandatos as legendas pelas quais foram eleitos.
A palavra é ação
por Priscilla Vasconcelos
Bairro da periferia de Planaltina (DF), Arapoanga, registra o terceiro maior índice de violência do Entorno de Brasília– perdendo somente para Estrutural e Itapuã. No entanto, é nessa comunidade que está o maior exemplo de superação das limitações e das dificuldades. O Centro de Ensino Fundamental Arapoanga, que atende 1.790 alunos nos três turnos, se tornou referência de bons resultados, conquistados a partir de parcerias bem-sucedidas.
A direção da escola buscou parceiras com as embaixadas do Canadá e do Japão, que trouxeram para a escola tecnologia de ponta. Exemplo disso é a “sala de aula inteligente”, que possui quadro com tela touch screem e possibilita a interação dos alunos com a aula. As cadeiras são ergonômicas para que a postura dos alunos seja sempre adequada.
Além disso, as paredes da sala são pintadas de verde-água, pois, segundo estudos, a cor permite que os alunos estejam sempre alerta. “Essa sala atende crianças que são reprovadas dois anos consecutivos e que por isso podem desistir de freqüentar a escola”, esclarece a vice-diretora, Zinelda Alexandre.
O diretor do colégio, Jordenes Ferreira da Silva, conta que o que realmente faz a diferença são as parcerias buscadas na própria comunidade. “As necessidades da escola não podem ficar esperando pelo governo. Buscando as parcerias nos vizinhos da escola, toda a comunidade se sente responsável por ela”, acrescenta. E além de cuidar do colégio a comunidade também pode usufruir da quadra de esportes e da biblioteca.
Mais três atividades movimentam a escola: o Café com Letras é um projeto para estimular a leitura. Os alunos, quando possível, têm a oportunidade de conhecer o autor do livro que vai até o colégio e conversa sobre a obra. As aulas de teatro são outra atração que beneficia os alunos, porque ao mesmo tempo em que coloca as crianças em contato com a arte, identifica se ela enfrenta algum tipo de problema emocional. Proporcionando assim que o aluno receba tratamento adequado.
Outro projeto é a inclusão digital. Uma vez por semana todos os alunos freqüentam aulas de informática no horário contrário das aulas regulares, no laboratório itinerante. O projeto foi levado para instituição pelo senador Cristóvam Buarque, que é padrinho da instituição.
O diretor Jordenes, diz acreditar na necessidade de buscar soluções para mudar o futuro das crianças. Porque dessa forma, fica mais fácil impedir a entrada delas no mundo da criminalidade. “Nós somos responsáveis pelo futuro de cada uma dessas crianças. É preciso, fazer alguma coisa hoje”, conclui o diretor.
Bairro da periferia de Planaltina (DF), Arapoanga, registra o terceiro maior índice de violência do Entorno de Brasília– perdendo somente para Estrutural e Itapuã. No entanto, é nessa comunidade que está o maior exemplo de superação das limitações e das dificuldades. O Centro de Ensino Fundamental Arapoanga, que atende 1.790 alunos nos três turnos, se tornou referência de bons resultados, conquistados a partir de parcerias bem-sucedidas.
A direção da escola buscou parceiras com as embaixadas do Canadá e do Japão, que trouxeram para a escola tecnologia de ponta. Exemplo disso é a “sala de aula inteligente”, que possui quadro com tela touch screem e possibilita a interação dos alunos com a aula. As cadeiras são ergonômicas para que a postura dos alunos seja sempre adequada.
Além disso, as paredes da sala são pintadas de verde-água, pois, segundo estudos, a cor permite que os alunos estejam sempre alerta. “Essa sala atende crianças que são reprovadas dois anos consecutivos e que por isso podem desistir de freqüentar a escola”, esclarece a vice-diretora, Zinelda Alexandre.
O diretor do colégio, Jordenes Ferreira da Silva, conta que o que realmente faz a diferença são as parcerias buscadas na própria comunidade. “As necessidades da escola não podem ficar esperando pelo governo. Buscando as parcerias nos vizinhos da escola, toda a comunidade se sente responsável por ela”, acrescenta. E além de cuidar do colégio a comunidade também pode usufruir da quadra de esportes e da biblioteca.
Mais três atividades movimentam a escola: o Café com Letras é um projeto para estimular a leitura. Os alunos, quando possível, têm a oportunidade de conhecer o autor do livro que vai até o colégio e conversa sobre a obra. As aulas de teatro são outra atração que beneficia os alunos, porque ao mesmo tempo em que coloca as crianças em contato com a arte, identifica se ela enfrenta algum tipo de problema emocional. Proporcionando assim que o aluno receba tratamento adequado.
Outro projeto é a inclusão digital. Uma vez por semana todos os alunos freqüentam aulas de informática no horário contrário das aulas regulares, no laboratório itinerante. O projeto foi levado para instituição pelo senador Cristóvam Buarque, que é padrinho da instituição.
O diretor Jordenes, diz acreditar na necessidade de buscar soluções para mudar o futuro das crianças. Porque dessa forma, fica mais fácil impedir a entrada delas no mundo da criminalidade. “Nós somos responsáveis pelo futuro de cada uma dessas crianças. É preciso, fazer alguma coisa hoje”, conclui o diretor.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
A terra que se chamava Vera cruz
por Gicele da Silva
Em vinte e dois de abril de mil e quinhentos aconteceu o descobrimento do Brasil, uma terra onde quem conhecia as riquezas não queria ir mais embora. E chegava ao Brasil uma tropa de caravelas portuguesas que tinha como líder um homem chamado Pedro Álvares Cabral.
O Brasil foi descoberto quando grandes navegações, como Portugal e Espanha, explorava o grande oceano em busca de terras. Enfim, de tanto rodar o oceano em busca de terras, encontrou as terras que tanto queriam.
Para não haver guerra entre Portugal e Espanha eles assinaram o tratado de Tordesilhas, em 1494 dividiram as terras em dois pedaços ficando Portugal com as terras recém descobertas que se localizava ao leste da linha imaginária, duzentas milhas a oeste da ilha e a Espanha ficou com as terras oeste da linha.
Portugal explorava as riquezas da mata atlântica e um dos principais produtos explorado pelos os portugueses era o pau-brasil, que continha uma forte tinta vermelha e com isso era comercializada para a Europa.
Dos diversos povos que habitaram o Brasil, foram os europeus que exerciam a maior influência na grande formação cultural dos brasileiros, principalmente os de origem portuguesa.
Durante muito tempo o território era colonizado por Portugal o numero de colonos portugueses cresceu muito no século XVIII, na época do grande ciclo do ouro. O Brasil, uma terra de grandes riquezas trouxe muita gente importante para os nossos países mais essa gente gananciosa acabou com muitas riquezas, como o pau-brasil. Então se o Brasil é o que é hoje devemos tudo isso aos nossos amigos portugueses ou será melhor dize que tudo o que eles fizeram no passado é a conseqüência do nosso país de hoje. Se nós temos que ir contra alguma coisa isso já vem de muito tempo, antes da época do descobrimento do Brasil.
Em vinte e dois de abril de mil e quinhentos aconteceu o descobrimento do Brasil, uma terra onde quem conhecia as riquezas não queria ir mais embora. E chegava ao Brasil uma tropa de caravelas portuguesas que tinha como líder um homem chamado Pedro Álvares Cabral.
O Brasil foi descoberto quando grandes navegações, como Portugal e Espanha, explorava o grande oceano em busca de terras. Enfim, de tanto rodar o oceano em busca de terras, encontrou as terras que tanto queriam.
Para não haver guerra entre Portugal e Espanha eles assinaram o tratado de Tordesilhas, em 1494 dividiram as terras em dois pedaços ficando Portugal com as terras recém descobertas que se localizava ao leste da linha imaginária, duzentas milhas a oeste da ilha e a Espanha ficou com as terras oeste da linha.
Portugal explorava as riquezas da mata atlântica e um dos principais produtos explorado pelos os portugueses era o pau-brasil, que continha uma forte tinta vermelha e com isso era comercializada para a Europa.
Dos diversos povos que habitaram o Brasil, foram os europeus que exerciam a maior influência na grande formação cultural dos brasileiros, principalmente os de origem portuguesa.
Durante muito tempo o território era colonizado por Portugal o numero de colonos portugueses cresceu muito no século XVIII, na época do grande ciclo do ouro. O Brasil, uma terra de grandes riquezas trouxe muita gente importante para os nossos países mais essa gente gananciosa acabou com muitas riquezas, como o pau-brasil. Então se o Brasil é o que é hoje devemos tudo isso aos nossos amigos portugueses ou será melhor dize que tudo o que eles fizeram no passado é a conseqüência do nosso país de hoje. Se nós temos que ir contra alguma coisa isso já vem de muito tempo, antes da época do descobrimento do Brasil.
domingo, 16 de novembro de 2008
Política e Corrupção
por Laiz Marinho
Da década de 90 até os dias atuais, a mídia brasileira tem sempre como pauta denúncias sobre corrupção. A mídia deu foco, mas a corrupção é coisa antiga. E para quem pensa que os crimes de colarinho branco só acontecem aqui, está enganado! Este ato se sucede no mundo todo, porém em níveis diferentes.
A palavra corrupção emana do latim que significa: apodrecido, pútrido. Em um conceito amplo a corrupção política é quando indivíduos que trabalham para o governo ou para algum órgão privado desviam verbas para benefício próprio e outros fins. O Brasil é um dos países mais corruptos do planeta, mas isso é uma realidade na maioria dos países de terceiro mundo, emergentes e em ditaduras militares.
É fácil ouvir pessoas dizendo que a corrupção no Brasil foi “geneticamente passada pelos portugueses na época da colonização”.
Uma pesquisa realizada pela Universidade federal de Minas Gerais (UFMG) tinha por objetivo mostrar a visão dos brasileiros com relação à corrupção. E foi demonstrado que 77% dos entrevistados achavam a corrupção algo muito grave. Quando foi questionado se a corrupção tinha aumentando nos últimos 5 anos, 55% dos entrevistados responderam que sim. A pesquisa foi desempenhada entre os dias 10 e 16 de maio deste ano e 2.421 pessoas participaram da análise.
O combate a corrupção deve acontecer, visto que esse crime sempre afeta a camada paupérrima da população (isso na esfera pública), pois as verbas que seriam investidas no povo (educação, saúde e outros) patrocinam carros, casas elegantes e viagens ao exterior. Ainda que a fiscalização por parte do governo não aconteça da maneira correta, iniciativas privadas já pensam no assunto e fazem o que é dever do ESTADO. Um desses empreendimentos é o Transparência Brasil, órgão que batalha contra a corrupção, investiga e tem o histórico de todos os parlamentares brasileiros. Idéias como essas devem tomar seguimento, porque fazem a diferença.
Da década de 90 até os dias atuais, a mídia brasileira tem sempre como pauta denúncias sobre corrupção. A mídia deu foco, mas a corrupção é coisa antiga. E para quem pensa que os crimes de colarinho branco só acontecem aqui, está enganado! Este ato se sucede no mundo todo, porém em níveis diferentes.
A palavra corrupção emana do latim que significa: apodrecido, pútrido. Em um conceito amplo a corrupção política é quando indivíduos que trabalham para o governo ou para algum órgão privado desviam verbas para benefício próprio e outros fins. O Brasil é um dos países mais corruptos do planeta, mas isso é uma realidade na maioria dos países de terceiro mundo, emergentes e em ditaduras militares.
É fácil ouvir pessoas dizendo que a corrupção no Brasil foi “geneticamente passada pelos portugueses na época da colonização”.
Uma pesquisa realizada pela Universidade federal de Minas Gerais (UFMG) tinha por objetivo mostrar a visão dos brasileiros com relação à corrupção. E foi demonstrado que 77% dos entrevistados achavam a corrupção algo muito grave. Quando foi questionado se a corrupção tinha aumentando nos últimos 5 anos, 55% dos entrevistados responderam que sim. A pesquisa foi desempenhada entre os dias 10 e 16 de maio deste ano e 2.421 pessoas participaram da análise.
O combate a corrupção deve acontecer, visto que esse crime sempre afeta a camada paupérrima da população (isso na esfera pública), pois as verbas que seriam investidas no povo (educação, saúde e outros) patrocinam carros, casas elegantes e viagens ao exterior. Ainda que a fiscalização por parte do governo não aconteça da maneira correta, iniciativas privadas já pensam no assunto e fazem o que é dever do ESTADO. Um desses empreendimentos é o Transparência Brasil, órgão que batalha contra a corrupção, investiga e tem o histórico de todos os parlamentares brasileiros. Idéias como essas devem tomar seguimento, porque fazem a diferença.
Afro-americano é eleito presidente dos Estados Unidos da América
por Elionardo Lunas
Barak Obama é o 44º presidente eleito do seu país, pelo partido democrata. Sendo o primeiro afro-americano a ser eleito nos Estados Unidos, é também o único senador afro-americano na atual legislatura. Obama é graduado em Ciências Políticas pela Universidade Columbia em Nova Iorque, cursou Direito na Universidade de Harvard. Sua trajetória política começou na universidade, onde foi o primeiro afro-americano a ser presidente da Harvard Law Review.
Atuou como líder comunitário e como advogado na defesa de direitos civis até que, em 1996, foi eleito ao Senado de Illinois (Orgão integrante da Assembléia Geral de Illinois, que constitui o poder legislativo local), mandato para o qual foi reeleito em 2000.
Em janeiro de 2003 lançou sua candidatura ao Senado dos Estados Unidos. Após vitória na eleições primárias, foi escolhido como orador de honra para a Convênção Nacional do Partido Democrata em julho de 2004. Em novembro, foi eleito Senador dos Estados Unidos pelo estado de Illinois com 70% dos votos.
Em 4 de janeiro de 2005 assumiu o atual mandato, na atual legislatura, contribuiu para a adoção de leis que tratam de fraude eleitoral, da atuação de lobistas, mudança climática, terrorismo nuclear e assitência para militares americanos após o período de serviço. Ajudou a criar leis para controlar o uso de armas de fogo e para promover maior controle público sobre o uso de recursos federais..
Após alguns meses de luta na eleiçoes primarias do partido, Barack Obama após delirantes aplausos, foi indicado pelo Partido Democrata para concorrer à presidência dos Estados Unidos,aceitando com muita gratidão e grande humildade, e prometendo defender o sonho americano. Tornando-se o primeiro candidato negro à Presidência dos EUA.
Exatamente no dia 4 de novembro de 2008, Barack Hussein Obama entra pra história como primeiro cidadão afro- americano a se eleger presidente dos Estados Unidos da América.
Barak Obama é o 44º presidente eleito do seu país, pelo partido democrata. Sendo o primeiro afro-americano a ser eleito nos Estados Unidos, é também o único senador afro-americano na atual legislatura. Obama é graduado em Ciências Políticas pela Universidade Columbia em Nova Iorque, cursou Direito na Universidade de Harvard. Sua trajetória política começou na universidade, onde foi o primeiro afro-americano a ser presidente da Harvard Law Review.
Atuou como líder comunitário e como advogado na defesa de direitos civis até que, em 1996, foi eleito ao Senado de Illinois (Orgão integrante da Assembléia Geral de Illinois, que constitui o poder legislativo local), mandato para o qual foi reeleito em 2000.
Em janeiro de 2003 lançou sua candidatura ao Senado dos Estados Unidos. Após vitória na eleições primárias, foi escolhido como orador de honra para a Convênção Nacional do Partido Democrata em julho de 2004. Em novembro, foi eleito Senador dos Estados Unidos pelo estado de Illinois com 70% dos votos.
Em 4 de janeiro de 2005 assumiu o atual mandato, na atual legislatura, contribuiu para a adoção de leis que tratam de fraude eleitoral, da atuação de lobistas, mudança climática, terrorismo nuclear e assitência para militares americanos após o período de serviço. Ajudou a criar leis para controlar o uso de armas de fogo e para promover maior controle público sobre o uso de recursos federais..
Após alguns meses de luta na eleiçoes primarias do partido, Barack Obama após delirantes aplausos, foi indicado pelo Partido Democrata para concorrer à presidência dos Estados Unidos,aceitando com muita gratidão e grande humildade, e prometendo defender o sonho americano. Tornando-se o primeiro candidato negro à Presidência dos EUA.
Exatamente no dia 4 de novembro de 2008, Barack Hussein Obama entra pra história como primeiro cidadão afro- americano a se eleger presidente dos Estados Unidos da América.
O sonho americano foi possível!
por Priscilla de Freitas
Cinco de outubro de 2008 um dia para ficar na história no cenário das eleições mundiais. Barack Obama, 47 anos, será o primeiro negro a chefiar a mais rica nação do planeta.
Quem poderia imaginar que um dia isso pudesse acontecer? Falando em EUA, um país onde o preconceito e principalmente o racial ainda impera.
Obama em sua campanha propôs mudanças e conseguiu convencer a maioria da população, principalmente os jovens, que já estavam saturados de um governo republicano e ainda liderado pelo impopular George W. Bush.
O presidente eleito em eu discurso de vitória feito no seu berço político, a cidade de Chicago, disse que se alguém ainda duvidava que nos EUA tudo é possível, aquela noite era a resposta. E realmente foi. A população fez valer a vontade de mudança nas urnas e mostrar que tudo pode acontecer quando as pessoas pedem e dão chance às mudanças.
O sonho se tornou real logo no ano em que o discurso "I Have a Dream do líder negro Martin Luther King completa 45 anos, coincidência ou homenagem? A festa de comemoração das eleições foi igual á todas as outras, mais com uma diferença, quem está no poder agora é um negro.
Vamos esperar as mudanças acontecer mesmo, o povo clama por isso e os países vizinhos que dependem dessa potência mundial precisa que se torne real.
Cinco de outubro de 2008 um dia para ficar na história no cenário das eleições mundiais. Barack Obama, 47 anos, será o primeiro negro a chefiar a mais rica nação do planeta.
Quem poderia imaginar que um dia isso pudesse acontecer? Falando em EUA, um país onde o preconceito e principalmente o racial ainda impera.
Obama em sua campanha propôs mudanças e conseguiu convencer a maioria da população, principalmente os jovens, que já estavam saturados de um governo republicano e ainda liderado pelo impopular George W. Bush.
O presidente eleito em eu discurso de vitória feito no seu berço político, a cidade de Chicago, disse que se alguém ainda duvidava que nos EUA tudo é possível, aquela noite era a resposta. E realmente foi. A população fez valer a vontade de mudança nas urnas e mostrar que tudo pode acontecer quando as pessoas pedem e dão chance às mudanças.
O sonho se tornou real logo no ano em que o discurso "I Have a Dream do líder negro Martin Luther King completa 45 anos, coincidência ou homenagem? A festa de comemoração das eleições foi igual á todas as outras, mais com uma diferença, quem está no poder agora é um negro.
Vamos esperar as mudanças acontecer mesmo, o povo clama por isso e os países vizinhos que dependem dessa potência mundial precisa que se torne real.
Chuva causou estragos no DF e entorno
por Leonardo Passos
O período de chuvas chegou e com isso trouxe grandes estragos para a população do Distrito Federal e Entorno, com quedas de árvores, alagamentos e acidentes de trânsito.
Apesar das inúmeras campanhas realizadas alertando sobre a importância de se dirigir com cuidado, evitar habitar em locais de risco, na época das chuvas ocorrem muitos acidentes e inconvenientes nas cidades do DF e Entorno. Árvores caíram sobre carros, além de alagamentos em vários lugares do plano piloto. Grandes transtornos no Hospital Regional da Asa Sul e na Ponte JK, as placas de sinalização foram arrancadas e pararam dentro do Lago Paranoá.
Este temporal foi responsável também por dez acidentes ocorridos nas estradas de Brasília. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, foram registradas sete ocorrências de vítimas com ferimentos.
Os moradores de Águas Claras também passaram por sufoco com o alagamento por causa da rede pluvial não ter suportado a quantidade de água ocasionada pela chuva.
Na Estrutural, algumas casas ameaçaram desmoronar, por causa de um buraco aberto. Segundo o Inmet - Instituto Nacional de Meteorologia, as chuvas devem continuar e com temperaturas ainda mais baixas.
Portanto, temos que precaver. Dirigir com calma e ter sempre por perto o nosso velho amigo, o guarda-chuva.
O período de chuvas chegou e com isso trouxe grandes estragos para a população do Distrito Federal e Entorno, com quedas de árvores, alagamentos e acidentes de trânsito.
Apesar das inúmeras campanhas realizadas alertando sobre a importância de se dirigir com cuidado, evitar habitar em locais de risco, na época das chuvas ocorrem muitos acidentes e inconvenientes nas cidades do DF e Entorno. Árvores caíram sobre carros, além de alagamentos em vários lugares do plano piloto. Grandes transtornos no Hospital Regional da Asa Sul e na Ponte JK, as placas de sinalização foram arrancadas e pararam dentro do Lago Paranoá.
Este temporal foi responsável também por dez acidentes ocorridos nas estradas de Brasília. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, foram registradas sete ocorrências de vítimas com ferimentos.
Os moradores de Águas Claras também passaram por sufoco com o alagamento por causa da rede pluvial não ter suportado a quantidade de água ocasionada pela chuva.
Na Estrutural, algumas casas ameaçaram desmoronar, por causa de um buraco aberto. Segundo o Inmet - Instituto Nacional de Meteorologia, as chuvas devem continuar e com temperaturas ainda mais baixas.
Portanto, temos que precaver. Dirigir com calma e ter sempre por perto o nosso velho amigo, o guarda-chuva.
Educação em crise
por Yann Victor
O secretário de educação, José Luiz Vicente, realizou um levantamento para verificar como está a situação de aprendizagem dos alunos da rede pública do Distrito Federal. Esse levantamento mostra que 20% dos alunos estão no vermelho. Ao todo, 46% dos 76 mil alunos do ensino médio tiveram notas abaixo da média geral. O que agrava não só a situação da educação no DF, mas também a de outros lugares do mundo.
O principal argumento da maioria dos alunos quando os pais perguntam o porquê das notas abaixo da média, é que o ensino da rede pública não presta, que o professor não sabe dar aula. Mas será que é a escola mesmo que não presta? Ou será que é o aluno que não presta atenção na aula? No levantamento feito pela secretaria de educação também consta que o índice de estudantes é baixo pela falta de interesse dos alunos pelos estudos.
Cabe ao governo no Distrito Federal, juntamente com a secretaria de educação verificar se realmente o problema está no ensino da rede pública ou na infra-estrutura das instituições de ensino e tomar providências para que os alunos voltem a estudar. Que aluno gosta de estudar em uma escola desconfortável com cadeiras quebradas, sem água, com falta de segurança. Esses problemas causam muitas vezes desânimo por parte até mesmo dos professores e funcionários que trabalham em péssimas condições e também pela fala de pagamento dos salários dos professores o que muitas vezes acaba causando greve dos professores e conseqüentemente atrapalha o ano letivo dos alunos, esse é um dos motivos importantantes que acaba levando o aluno a desistir dos estudos.
O governo diz que gasta 32 mil por ano na área de educação, mas com muita freqüência escutamos nos noticiários que a verba não chega ao destino final, e as escolas acabam não recebendo o valor que deveria, por falta de estrutura e de incentivo, os alunos acabam decidindo em não estudar.
O secretário de educação, José Luiz Vicente, realizou um levantamento para verificar como está a situação de aprendizagem dos alunos da rede pública do Distrito Federal. Esse levantamento mostra que 20% dos alunos estão no vermelho. Ao todo, 46% dos 76 mil alunos do ensino médio tiveram notas abaixo da média geral. O que agrava não só a situação da educação no DF, mas também a de outros lugares do mundo.
O principal argumento da maioria dos alunos quando os pais perguntam o porquê das notas abaixo da média, é que o ensino da rede pública não presta, que o professor não sabe dar aula. Mas será que é a escola mesmo que não presta? Ou será que é o aluno que não presta atenção na aula? No levantamento feito pela secretaria de educação também consta que o índice de estudantes é baixo pela falta de interesse dos alunos pelos estudos.
Cabe ao governo no Distrito Federal, juntamente com a secretaria de educação verificar se realmente o problema está no ensino da rede pública ou na infra-estrutura das instituições de ensino e tomar providências para que os alunos voltem a estudar. Que aluno gosta de estudar em uma escola desconfortável com cadeiras quebradas, sem água, com falta de segurança. Esses problemas causam muitas vezes desânimo por parte até mesmo dos professores e funcionários que trabalham em péssimas condições e também pela fala de pagamento dos salários dos professores o que muitas vezes acaba causando greve dos professores e conseqüentemente atrapalha o ano letivo dos alunos, esse é um dos motivos importantantes que acaba levando o aluno a desistir dos estudos.
O governo diz que gasta 32 mil por ano na área de educação, mas com muita freqüência escutamos nos noticiários que a verba não chega ao destino final, e as escolas acabam não recebendo o valor que deveria, por falta de estrutura e de incentivo, os alunos acabam decidindo em não estudar.
Vitrais da Catedral serão renovados
por Raimundo di Menezes
Um dos pontos turísticos mais admirados da capital federal, sem dúvida, é a Catedral Metropolitana, símbolo da arquitetura moderna brasileira e da criatividade de seu povo.
A obra de Oscar Niemeyer tem nos seus vitrais a beleza artística projetada por Mariann Peretti, artista franco-brasileira, que mora em Olinda (PE).
Os vitrais quebraram com o tempo devido a uma falha de cálculo. Os vidros são encaixados em uma curva malha de ferro que sofre dilatações diferentes com a variação de temperatura. Como não houve preocupação, os vitrais quebraram por causa da grande diferença de pressão.
Com o novo projeto de revitalização os vidros virão de uma empresa francesa centenária, especializada em desenvolver painéis, e segundo o superintendente do Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Alfredo Gastal, não haverá gastos desnecessários com a Catedral.
O investimento total aprovado pela lei Federal de Incentivo à Cultura será de 25 milhões de reais, dos quais 17 milhões virão da Petrobrás e 8 milhões do governo do Distrito Federal.
É importante destacar a singularidade e a beleza estética da Catedral para a preservação da capital federal, não só pelo patrimônio, mas também pelo desenvolvimento cultural da cidade.
A expectativa é para que a obra seja finalizada até 21 de abril de 2010, quando Brasília completará 50 anos.
Um dos pontos turísticos mais admirados da capital federal, sem dúvida, é a Catedral Metropolitana, símbolo da arquitetura moderna brasileira e da criatividade de seu povo.
A obra de Oscar Niemeyer tem nos seus vitrais a beleza artística projetada por Mariann Peretti, artista franco-brasileira, que mora em Olinda (PE).
Os vitrais quebraram com o tempo devido a uma falha de cálculo. Os vidros são encaixados em uma curva malha de ferro que sofre dilatações diferentes com a variação de temperatura. Como não houve preocupação, os vitrais quebraram por causa da grande diferença de pressão.
Com o novo projeto de revitalização os vidros virão de uma empresa francesa centenária, especializada em desenvolver painéis, e segundo o superintendente do Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Alfredo Gastal, não haverá gastos desnecessários com a Catedral.
O investimento total aprovado pela lei Federal de Incentivo à Cultura será de 25 milhões de reais, dos quais 17 milhões virão da Petrobrás e 8 milhões do governo do Distrito Federal.
É importante destacar a singularidade e a beleza estética da Catedral para a preservação da capital federal, não só pelo patrimônio, mas também pelo desenvolvimento cultural da cidade.
A expectativa é para que a obra seja finalizada até 21 de abril de 2010, quando Brasília completará 50 anos.
domingo, 2 de novembro de 2008
Cidades do entorno do DF sofrem mais com a violência
por Yann Victor
Um dos grandes fatores que mostram que o entorno do Distrito Federal está entre as áreas mais violentas do Brasil é a falta de serviço público. Segundo um estudo divulgado no mês passado, dos vinte e um municípios da região, dez estão na lista das 556 cidades com as maiores taxas de homicídio do país entre os anos de 2002 e 2006.
Com 53,4 assassinatos a cidade de Luziânia, onde está o quartel da força nacional de segurança pública, lidera o ranking da violência no entorno. O município aparece em 124º na lista que foi divulgada através do estudo feito para avaliar o perigo das cidades do entorno. Em seguida, vem Cristalina com 45,9 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes, na 189ª colocação da lista. Outra cidade que está na lista das mais perigosas do entorno do Distrito Federal é a Cidade Ocidental que está em sexto lugar com 34,4 assassinatos e na 372ª colocação.
Para o sociólogo Julio Jacobo, responsável pelo estudo, a violência no entorno é reflexo da ocupação desordenada de pessoas atraídas pela ilusão de que a capital federal oferece melhores oportunidades de vida.
Com a falta de estrutura as cidades do entorno do Distrito Federal não tem condições de abrigar o número de pessoas que em 2006 chegava a 1,068 milhões. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, os moradores sofrem a com a falta de opção, tendo que morar em lugares sem a mínima condição de sobrevivência e essa falta de estrutura é um fato muito importante, pois mostra também o quanto o aumento da violência e homicídios nas cidades do entorno é freqüente.
Na opinião do sociólogo Julio Jacobo, além de reforçar o policiamento e reprimir a violência, as forças armadas que já estão trabalhando para transmitir mais segurança para os moradores das cidades do entorno juntamente com o governador José Roberto Arruda, deveriam realizar um estudo para análise dos problemas da região. Muitos moradores já não deixam seus filhos freqüentarem mais as escolas por causa do índice de violência que está muito alto.
O sociólogo também reconhece que é essa violência que está prejudicando os estudos das crianças que não têm opção de estudarem em outra escola que não sejam as do entorno. E para que essas crianças possam estudar com mais tranqüilidade é necessário que haja segurança.Cabe também ao governo do Distrito Federal avaliar se existe a possibilidade de construir casas em outras localidades do DF para transportar algumas famílias, já que tem muita gente morando no entorno e é essa superlotação que de fato está contribuindo para tanta violência
Um dos grandes fatores que mostram que o entorno do Distrito Federal está entre as áreas mais violentas do Brasil é a falta de serviço público. Segundo um estudo divulgado no mês passado, dos vinte e um municípios da região, dez estão na lista das 556 cidades com as maiores taxas de homicídio do país entre os anos de 2002 e 2006.
Com 53,4 assassinatos a cidade de Luziânia, onde está o quartel da força nacional de segurança pública, lidera o ranking da violência no entorno. O município aparece em 124º na lista que foi divulgada através do estudo feito para avaliar o perigo das cidades do entorno. Em seguida, vem Cristalina com 45,9 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes, na 189ª colocação da lista. Outra cidade que está na lista das mais perigosas do entorno do Distrito Federal é a Cidade Ocidental que está em sexto lugar com 34,4 assassinatos e na 372ª colocação.
Para o sociólogo Julio Jacobo, responsável pelo estudo, a violência no entorno é reflexo da ocupação desordenada de pessoas atraídas pela ilusão de que a capital federal oferece melhores oportunidades de vida.
Com a falta de estrutura as cidades do entorno do Distrito Federal não tem condições de abrigar o número de pessoas que em 2006 chegava a 1,068 milhões. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, os moradores sofrem a com a falta de opção, tendo que morar em lugares sem a mínima condição de sobrevivência e essa falta de estrutura é um fato muito importante, pois mostra também o quanto o aumento da violência e homicídios nas cidades do entorno é freqüente.
Na opinião do sociólogo Julio Jacobo, além de reforçar o policiamento e reprimir a violência, as forças armadas que já estão trabalhando para transmitir mais segurança para os moradores das cidades do entorno juntamente com o governador José Roberto Arruda, deveriam realizar um estudo para análise dos problemas da região. Muitos moradores já não deixam seus filhos freqüentarem mais as escolas por causa do índice de violência que está muito alto.
O sociólogo também reconhece que é essa violência que está prejudicando os estudos das crianças que não têm opção de estudarem em outra escola que não sejam as do entorno. E para que essas crianças possam estudar com mais tranqüilidade é necessário que haja segurança.Cabe também ao governo do Distrito Federal avaliar se existe a possibilidade de construir casas em outras localidades do DF para transportar algumas famílias, já que tem muita gente morando no entorno e é essa superlotação que de fato está contribuindo para tanta violência
Levantamento sobre infestação da dengue começa nesta terça-feira.
por Lucas Antun
Começa a partir do dia 27 de outubro, o Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa), feito pelo Ministério da Saúde. Esse levantamento será feito em 169 municípios em todo o Brasil e tem como objetivo fazer o mapeamento sobre os locais de maior risco de infestação do mosquito da dengue.
Dentre os municípios escolhidos, 30% já coletaram os dados do LIRAa e já mandaram as amostras pra análises em laboratórios, de acordo com o Ministério da Saúde.
Outros 59% dos municípios ainda estão em fase de coleta dessas amostras e ainda restam 19 cidades que farão o levantamento durante a primeira semana de novembro, já que os resultados serão divulgados no dia 19 do mesmo mês.
Esse levantamento é feito no período entre outubro e novembro, pelas prefeituras de cada município que, de acordo com o Ministério da Saúde, estão entre as 633 cidades consideradas prioritárias no combate à dengue.
Esses 169 municípios foram escolhidos por serem regiões metropolitanas, terem mais de 100 mil habitantes ou apresentarem grande risco de infecção pelo mosquito.
O investimento feito pelo Ministério da Saúde esse ano, foi de um bilhão e oitocentos milhões reais, representando um aumento de 23% em relação aos investimentos do ano passado, de acordo com os dados passados pelo próprio ministério.
Começa a partir do dia 27 de outubro, o Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa), feito pelo Ministério da Saúde. Esse levantamento será feito em 169 municípios em todo o Brasil e tem como objetivo fazer o mapeamento sobre os locais de maior risco de infestação do mosquito da dengue.
Dentre os municípios escolhidos, 30% já coletaram os dados do LIRAa e já mandaram as amostras pra análises em laboratórios, de acordo com o Ministério da Saúde.
Outros 59% dos municípios ainda estão em fase de coleta dessas amostras e ainda restam 19 cidades que farão o levantamento durante a primeira semana de novembro, já que os resultados serão divulgados no dia 19 do mesmo mês.
Esse levantamento é feito no período entre outubro e novembro, pelas prefeituras de cada município que, de acordo com o Ministério da Saúde, estão entre as 633 cidades consideradas prioritárias no combate à dengue.
Esses 169 municípios foram escolhidos por serem regiões metropolitanas, terem mais de 100 mil habitantes ou apresentarem grande risco de infecção pelo mosquito.
O investimento feito pelo Ministério da Saúde esse ano, foi de um bilhão e oitocentos milhões reais, representando um aumento de 23% em relação aos investimentos do ano passado, de acordo com os dados passados pelo próprio ministério.
O fenômeno pode parar em 2009
por Elionardo Lunas
O jogador Ronaldo fenômeno, que se recupera de mais uma lesão no joelho, declarou em um programa esportivo da rede globo que pode pendurar as chuteiras em 2009. Ele disse que caso não se sinta fisicamente pronto para atuar em um bom nível, pode parar de jogar.
Segundo o jogador é necessário estar bem fisicamente e ser rápido em campo. "Já baixei de peso, mas tenho que baixar mais. Caso eu não consiga, será outro desgaste para as articulações. Não dá para tomar uma decisão agora", afirmou o fenômeno.
Para o fisioterapeuta Bruno Mazzioti, o resultado da recuperação de Ronaldo esta acima do esperado. O fenômeno está perto de atingir sua melhor forma física, diria que ele está de 30% a 40% de ter o nível de excelência da Copa do Mundo de 2002.
Sem contrato com o Milan seu ex-clube desde o meio do ano, diversos clubes como Manchester City, Roma, Sampdoria, Siena, Paris Saint-Germaine também o Flamengo tem sondado Ronaldo. O fenômeno deixou claro que o Rubro-Negro é o favorito e se tudo der certo vai defender o seu clube do coração na próxima temporada.
o fenômeno também luta contra balança, mas ele afirmou que essa é uma questão que não o assusta tanto , devido ter começado a recuperação com 16% de percentual de gordura , e hoje já está abaixo de 14%. O jogador que chegou até brincar que estava ficando sem roupa por ter engordado, admitiu que vai conseguir vencer as delicias da mesa,mesmo em meio a tantas tentações.
Ronaldo está à frente de mais um desafio. Será que ele irá superar como superou em 2002? Só o tempo nos dirá. Mas, não devemos esquecer que ele "è brasileiro e não desisti
nunca".
Segundo o jogador é necessário estar bem fisicamente e ser rápido em campo. "Já baixei de peso, mas tenho que baixar mais. Caso eu não consiga, será outro desgaste para as articulações. Não dá para tomar uma decisão agora", afirmou o fenômeno.
Para o fisioterapeuta Bruno Mazzioti, o resultado da recuperação de Ronaldo esta acima do esperado. O fenômeno está perto de atingir sua melhor forma física, diria que ele está de 30% a 40% de ter o nível de excelência da Copa do Mundo de 2002.
Sem contrato com o Milan seu ex-clube desde o meio do ano, diversos clubes como Manchester City, Roma, Sampdoria, Siena, Paris Saint-Germaine também o Flamengo tem sondado Ronaldo. O fenômeno deixou claro que o Rubro-Negro é o favorito e se tudo der certo vai defender o seu clube do coração na próxima temporada.
o fenômeno também luta contra balança, mas ele afirmou que essa é uma questão que não o assusta tanto , devido ter começado a recuperação com 16% de percentual de gordura , e hoje já está abaixo de 14%. O jogador que chegou até brincar que estava ficando sem roupa por ter engordado, admitiu que vai conseguir vencer as delicias da mesa,mesmo em meio a tantas tentações.
Ronaldo está à frente de mais um desafio. Será que ele irá superar como superou em 2002? Só o tempo nos dirá. Mas, não devemos esquecer que ele "è brasileiro e não desisti
nunca".
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Sabores do Cerrado
por Tatiana Soares
O Cerrado destaca-se pela riqueza de sua biodiversidade. Com a chegada da primavera e do período chuvoso, o cerrado floresce e as árvores frutíferas deixam o cerrado com cores e aromas que só ele possui.
As frutas nativas como o buriti, cagaita, ingá, tamarindo, pequi entre outras apresentam não só cor, sabor e aroma peculiar, mas também são riquíssimas em vitaminas e sais minerais. Os nutrientes chegam a superar outras frutas tradicionais, como a banana.
São frutas exóticas e de sabor único que antes eram apenas para subsistência dos nativos, sendo extraídas do fundo dos quintais, hoje se transformam em renda extra para o sustento de famílias da região.
Cada vez mais moradores do campo, percebem o potencial de vendas dessas frutas e juntos se organizam em cooperativas para a exploração, produção e comercialização desses frutos. Além do consumo in natura, os produtores processam as frutas para a produção de doces, geléias, panetones e licores que são vendidos para os grandes centros urbanos.
O mais popular dos frutos do cerrado é o pequi. Apesar de muitas pessoas considerarem o cheiro muito forte e os espinhos nada convidativos para a degustação, existem empresas especializadas em extrair o óleo, fazer xaropes e até sabonetes. Vale ressaltar a importância do fruto que faz parte da culinária goiana e da vida das pessoas onde a árvore floresce.
Com a chegada das festas de final de ano, as frutas estão nos supermercados e feiras como uma alternativa mais brasileira às ceias natalinas.
A oferta ainda é baixa devido a limitada produção, o que aumenta o custo para o consumo no restante do país. Mas, aos poucos o comércio se expande levando outras pessoas a conhecerem a riqueza natural e saborosa, que o cerrado guarda.
O Cerrado destaca-se pela riqueza de sua biodiversidade. Com a chegada da primavera e do período chuvoso, o cerrado floresce e as árvores frutíferas deixam o cerrado com cores e aromas que só ele possui.
As frutas nativas como o buriti, cagaita, ingá, tamarindo, pequi entre outras apresentam não só cor, sabor e aroma peculiar, mas também são riquíssimas em vitaminas e sais minerais. Os nutrientes chegam a superar outras frutas tradicionais, como a banana.
São frutas exóticas e de sabor único que antes eram apenas para subsistência dos nativos, sendo extraídas do fundo dos quintais, hoje se transformam em renda extra para o sustento de famílias da região.
Cada vez mais moradores do campo, percebem o potencial de vendas dessas frutas e juntos se organizam em cooperativas para a exploração, produção e comercialização desses frutos. Além do consumo in natura, os produtores processam as frutas para a produção de doces, geléias, panetones e licores que são vendidos para os grandes centros urbanos.
O mais popular dos frutos do cerrado é o pequi. Apesar de muitas pessoas considerarem o cheiro muito forte e os espinhos nada convidativos para a degustação, existem empresas especializadas em extrair o óleo, fazer xaropes e até sabonetes. Vale ressaltar a importância do fruto que faz parte da culinária goiana e da vida das pessoas onde a árvore floresce.
Com a chegada das festas de final de ano, as frutas estão nos supermercados e feiras como uma alternativa mais brasileira às ceias natalinas.
A oferta ainda é baixa devido a limitada produção, o que aumenta o custo para o consumo no restante do país. Mas, aos poucos o comércio se expande levando outras pessoas a conhecerem a riqueza natural e saborosa, que o cerrado guarda.
O amor que levou jovem à morte
por Gicele da Silva
Exatamente dia dezessete desse mês aconteceu uma tragédia onde toda a população pode presenciar nos noticiários de tv. Um caso de amor que acabaria em morte.
Eloá Cristina Pimentel uma jovem de apenas 15 anos que residia na periferia de São Paulo, Santo André mais conhecido como ABC paulista, começou o seu namoro com Lindemberg Alves quando tinha somente 12 anos de idade uma criança e ele com seus 19, já estava saindo da sua adolescência.
Eloh, como era chamada por seus amigos, tinha um sonho, casar-se com o namorado,Liso como era conhecido Lindemberg no bairro onde morava, ter filhos, mas esse sonho só se tornaria real quando ela terminasse a faculdade. Mais a menina não podia sequer imaginar que um dia seu grande amor lhe tiraria a vida com um tiro na cabeça. Uma vida cheia de coisas á serem feitas, sonhos à serem realizados e muitos amores ainda à serem vividos.
Entre idas e vindas num namoro conturbado de três anos, Lindemberg sempre tomava a decisão de colocar um ponto final na relação, mais da última vez foi diferente. A Jovem decidiu levar à sério tal decisão do rapaz, que resolveu não mais reatar o namoro.
Revoltado com a decisão de Eloá, o rapaz resolveu não deixar a menina tomar outros rumos na vida, foi então que tomou a decisão de seqüestrar a ex namorada e torna - la sua refém durante cem dia.
Foram exatamente “cem dias” que a garota passou nas mãos de seu seqüestrador, até a polícia invadir o cativeiro e Liso atirar contra sua ex namorada levando à morte.
É Fica aí um pensamento, onde os nossos jovens vão parar com tanta inconseqüência, e atos impensados que futuramente os levaram ao arrependimento e á uma vida onde seu ato nunca mais sairá da memória das pessoas e propriamente da sua.
Ás vezes pensamos que pessoas como esse rapaz vem de família desestruturada, mais muita das vezes não é assim.Essas pessoa vêm de família onde seus país lutam e batalham dia e noite para tornarem seus filhos cidadãos de bem e com um futuro brilhante pela frente.
E deixo aí a pergunta onde nossos jovens vão parar com tanta inconseqüência?
Exatamente dia dezessete desse mês aconteceu uma tragédia onde toda a população pode presenciar nos noticiários de tv. Um caso de amor que acabaria em morte.
Eloá Cristina Pimentel uma jovem de apenas 15 anos que residia na periferia de São Paulo, Santo André mais conhecido como ABC paulista, começou o seu namoro com Lindemberg Alves quando tinha somente 12 anos de idade uma criança e ele com seus 19, já estava saindo da sua adolescência.
Eloh, como era chamada por seus amigos, tinha um sonho, casar-se com o namorado,Liso como era conhecido Lindemberg no bairro onde morava, ter filhos, mas esse sonho só se tornaria real quando ela terminasse a faculdade. Mais a menina não podia sequer imaginar que um dia seu grande amor lhe tiraria a vida com um tiro na cabeça. Uma vida cheia de coisas á serem feitas, sonhos à serem realizados e muitos amores ainda à serem vividos.
Entre idas e vindas num namoro conturbado de três anos, Lindemberg sempre tomava a decisão de colocar um ponto final na relação, mais da última vez foi diferente. A Jovem decidiu levar à sério tal decisão do rapaz, que resolveu não mais reatar o namoro.
Revoltado com a decisão de Eloá, o rapaz resolveu não deixar a menina tomar outros rumos na vida, foi então que tomou a decisão de seqüestrar a ex namorada e torna - la sua refém durante cem dia.
Foram exatamente “cem dias” que a garota passou nas mãos de seu seqüestrador, até a polícia invadir o cativeiro e Liso atirar contra sua ex namorada levando à morte.
É Fica aí um pensamento, onde os nossos jovens vão parar com tanta inconseqüência, e atos impensados que futuramente os levaram ao arrependimento e á uma vida onde seu ato nunca mais sairá da memória das pessoas e propriamente da sua.
Ás vezes pensamos que pessoas como esse rapaz vem de família desestruturada, mais muita das vezes não é assim.Essas pessoa vêm de família onde seus país lutam e batalham dia e noite para tornarem seus filhos cidadãos de bem e com um futuro brilhante pela frente.
E deixo aí a pergunta onde nossos jovens vão parar com tanta inconseqüência?
sábado, 18 de outubro de 2008
Crise Norte-Americana
Por Laiz Marinho
De uns dias para cá, os jornais estão veiculando notícias sobre a crise econômica nos Estados Unidos, que tomou proporções em escalas mundiais. Agora, o que é a crise? E quais as conseqüências ela pode tomar?
Com a prosperidade dos créditos e a queda dos juros no início dessa década, fizeram vários americanos pedirem empréstimos para comprar a sonhada casa própria. Entretanto, os preços dos imóveis declinaram de forma inesperada em 2006, pois a “sobra” não era investida mais na compra de imóveis, e sim no mercado de consumo. Houve desvalorização do mercado imobiliário, e a maioria dos mutuários (devedores) não pagaram os empréstimos contraídos. Dessa maneira os bancos que compraram esses créditos sofreram perdas, que foram sentidas e refletidas no mercado mundial. O erro fatal foi oferecer empréstimos sem avaliar profundamente quem era, e se a pessoa tinha condições de arcar com a dívida.
Com a falta de segurança e a desconfiança, os bancos acabaram retirando dinheiro do mercado e se instituíram problemas de liquidez. O alarde da crise foi dado quando o Lehmans Brothers, um dos maiores bancos Norte-Americanos, pediu falência. A crise está afetando os países em desenvolvimento, desacelerando o crescimento e o temor de diminuição da produção e do trabalho (recessão), ou seja, aumento do desemprego e baixos salários para os trabalhadores.
Segundo economistas e pesquisadores da área, os Estados Unidos e a Europa poderão entrar em recessão ainda este ano. Para conter a piora da crise e sua continuação, vários bancos centrais do mundo estão com a proposta de injetar dinheiro nos bancos que foram menos afetados, para comprar outros que estão correndo risco de falir, e assim estabilizar a crise.
No Brasil a crise ainda não fez muitos estragos. A estratégia do governo por enquanto é dizer que a economia está sólida, e temos reservas suficientes para agüentar a situação e não causar pânico nos brasileiros. Mas será que o Brasil vai conseguir? Aliás, será que o mundo vai conseguir? Só o tempo dirá.
De uns dias para cá, os jornais estão veiculando notícias sobre a crise econômica nos Estados Unidos, que tomou proporções em escalas mundiais. Agora, o que é a crise? E quais as conseqüências ela pode tomar?
Com a prosperidade dos créditos e a queda dos juros no início dessa década, fizeram vários americanos pedirem empréstimos para comprar a sonhada casa própria. Entretanto, os preços dos imóveis declinaram de forma inesperada em 2006, pois a “sobra” não era investida mais na compra de imóveis, e sim no mercado de consumo. Houve desvalorização do mercado imobiliário, e a maioria dos mutuários (devedores) não pagaram os empréstimos contraídos. Dessa maneira os bancos que compraram esses créditos sofreram perdas, que foram sentidas e refletidas no mercado mundial. O erro fatal foi oferecer empréstimos sem avaliar profundamente quem era, e se a pessoa tinha condições de arcar com a dívida.
Com a falta de segurança e a desconfiança, os bancos acabaram retirando dinheiro do mercado e se instituíram problemas de liquidez. O alarde da crise foi dado quando o Lehmans Brothers, um dos maiores bancos Norte-Americanos, pediu falência. A crise está afetando os países em desenvolvimento, desacelerando o crescimento e o temor de diminuição da produção e do trabalho (recessão), ou seja, aumento do desemprego e baixos salários para os trabalhadores.
Segundo economistas e pesquisadores da área, os Estados Unidos e a Europa poderão entrar em recessão ainda este ano. Para conter a piora da crise e sua continuação, vários bancos centrais do mundo estão com a proposta de injetar dinheiro nos bancos que foram menos afetados, para comprar outros que estão correndo risco de falir, e assim estabilizar a crise.
No Brasil a crise ainda não fez muitos estragos. A estratégia do governo por enquanto é dizer que a economia está sólida, e temos reservas suficientes para agüentar a situação e não causar pânico nos brasileiros. Mas será que o Brasil vai conseguir? Aliás, será que o mundo vai conseguir? Só o tempo dirá.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Modernidade demais atrapalha a formação da criança.
Por Tatiana Soares
Existem políticas educacionais que visam à inclusão digital nas escolas, e contam com o apoio de educadores para que toda criança tenha acesso as tecnologias de informação e comunicação. O acesso a computadores e internet se torna cada vez mais presente na sociedade diante da globalização.
Mas, por outro lado há educadores preocupados com esse uso exagerado dessas tecnologias por crianças, tanto na escola quanto em casa. Eles acreditam que os rendimentos escolares dos alunos pioram, pois o computador força um tipo de pensamento e linguagem que não é próprio para as crianças, prejudicando a imaginação.
As crianças precisam ser orientadas, pois o computador e a internet exigem muita maturidade e autocontrole. Elas são extremamente ingênuas (ainda bem, senão seriam adultas), computador é coisa séria e não brinquedo.
Já foi comprovado por estudos e pesquisas que alunos têm péssimo rendimento escolar à medida que usam o computador erroneamente. Essas crianças estão sujeitas a serem futuros adultos com pensamentos frios.
Os eletrônicos (TV, vídeo game, computador/internet) prejudicam a capacidade de pensar, sentir, querer e de se relacionar de maneira calorosa com o mundo.
Segundo especialistas em educação o uso dessas tecnologias deve ser limitado. Sendo preciso o incentivo à imaginação, sem deixar de lado à fantasia. Contar histórias, brincar de bola, pular corda - como fazíamos há tempos atrás - se faz extremamente necessário.
Deve-se deixar que a criança espere à hora certa de viver esse mundo real e tão cruel, ela deve viver em um ambiente amoroso, acolhedor, artístico e de fantasias, que faz com que qualquer pessoa queira voltar a ser criança novamente.
Existem políticas educacionais que visam à inclusão digital nas escolas, e contam com o apoio de educadores para que toda criança tenha acesso as tecnologias de informação e comunicação. O acesso a computadores e internet se torna cada vez mais presente na sociedade diante da globalização.
Mas, por outro lado há educadores preocupados com esse uso exagerado dessas tecnologias por crianças, tanto na escola quanto em casa. Eles acreditam que os rendimentos escolares dos alunos pioram, pois o computador força um tipo de pensamento e linguagem que não é próprio para as crianças, prejudicando a imaginação.
As crianças precisam ser orientadas, pois o computador e a internet exigem muita maturidade e autocontrole. Elas são extremamente ingênuas (ainda bem, senão seriam adultas), computador é coisa séria e não brinquedo.
Já foi comprovado por estudos e pesquisas que alunos têm péssimo rendimento escolar à medida que usam o computador erroneamente. Essas crianças estão sujeitas a serem futuros adultos com pensamentos frios.
Os eletrônicos (TV, vídeo game, computador/internet) prejudicam a capacidade de pensar, sentir, querer e de se relacionar de maneira calorosa com o mundo.
Segundo especialistas em educação o uso dessas tecnologias deve ser limitado. Sendo preciso o incentivo à imaginação, sem deixar de lado à fantasia. Contar histórias, brincar de bola, pular corda - como fazíamos há tempos atrás - se faz extremamente necessário.
Deve-se deixar que a criança espere à hora certa de viver esse mundo real e tão cruel, ela deve viver em um ambiente amoroso, acolhedor, artístico e de fantasias, que faz com que qualquer pessoa queira voltar a ser criança novamente.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Futsal, o esporte que conquistou os brasileiros
Por Yann Victor
Vários professores de Educação Física afirmam que o surgimento do Futsal se deu por volta da década de 30, na cidade de Montevidéu em São Paulo, por jovens de algumas associações cristãs. Esses jovens no início do Futsal não tinham quadras adequadas para praticar o esporte e com isso começaram a jogar em quadras de basquete.
No início, jogavam com cinco, seis ou até mesmo sete jogadores por equipe. Mas com o passar do tempo definiram um número certo de cinco jogadores por time. As bolas usadas eram de cortiça granulada, mas esse tipo de material apresentava um grande problema: freqüentemente as bolas saíam de quadra. Isso acabava atrapalhando muito a concentração dos jogadores na partida. Então, a bola teve seu tamanho diminuído e seu peso aumentado. É por esse fato que para muitas pessoas o futsal é também conhecido como esporte da bola pesada.
Muitos professores de Educação Física dizem que quando o futsal chegou às Instituições de Ensino foi uma novidade tanto para os alunos quanto para os professores, pois a prática do esporte desenvolve habilidades que contribuem para a formação dos alunos.
Das seis primeiras edições Da Copa do Mundo de Futsal o Brasil ganhou quatro vezes. Sendo que nas duas últimas edições a Espanha ficou com o título, inclusive no ano de 2000 onde a final foi entre Brasil e Espanha e os espanhóis acabaram ganhando nos pênaltis. Em 2008 entre os dias 30 de setembro e 19 de outubro, Brasília e Rio de Janeiro terão o prazer de sediar esse grande evento esportivo. Essa é a nona edição da Copa do Mundo e é a segunda vez realizada no Brasil, que tem a chance de ser penta campeão.
Vários professores de Educação Física afirmam que o surgimento do Futsal se deu por volta da década de 30, na cidade de Montevidéu em São Paulo, por jovens de algumas associações cristãs. Esses jovens no início do Futsal não tinham quadras adequadas para praticar o esporte e com isso começaram a jogar em quadras de basquete.
No início, jogavam com cinco, seis ou até mesmo sete jogadores por equipe. Mas com o passar do tempo definiram um número certo de cinco jogadores por time. As bolas usadas eram de cortiça granulada, mas esse tipo de material apresentava um grande problema: freqüentemente as bolas saíam de quadra. Isso acabava atrapalhando muito a concentração dos jogadores na partida. Então, a bola teve seu tamanho diminuído e seu peso aumentado. É por esse fato que para muitas pessoas o futsal é também conhecido como esporte da bola pesada.
Muitos professores de Educação Física dizem que quando o futsal chegou às Instituições de Ensino foi uma novidade tanto para os alunos quanto para os professores, pois a prática do esporte desenvolve habilidades que contribuem para a formação dos alunos.
Das seis primeiras edições Da Copa do Mundo de Futsal o Brasil ganhou quatro vezes. Sendo que nas duas últimas edições a Espanha ficou com o título, inclusive no ano de 2000 onde a final foi entre Brasil e Espanha e os espanhóis acabaram ganhando nos pênaltis. Em 2008 entre os dias 30 de setembro e 19 de outubro, Brasília e Rio de Janeiro terão o prazer de sediar esse grande evento esportivo. Essa é a nona edição da Copa do Mundo e é a segunda vez realizada no Brasil, que tem a chance de ser penta campeão.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Pedofilia
por Tatiana Soares
Mas, afinal o que é “pedofilia”?
Apesar de na legislação brasileira não existir o termo pedofilia, no dicionário é definido como sendo o ato e o desejo sexual de adultos por crianças que ainda não atingiram a puberdade.
Atos sexuais que envolvam a prática da pedofilia são enquadrados nos crimes de estupro, atentado violento ao pudor ou de pornografia infantil, como está no Art. 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA.
Pare, olhe a sua volta. Pense nas crianças que você conhece. Pequenas, aquelas “coisas fofas” que fazem a maior bagunça, gritam, mexem em tudo, demoram horas no banho, adoram jogar bola, brincar de boneca e pedem um pirulito com aquela carinha toda dengosa.
Simplesmente quando penso sinto revolta, indignação e ao mesmo tempo um sentimento de impotência. A maioria dos casos de abusos sexuais acontece no seio familiar da criança. Essas crianças sem maldade e com pouco discernimento do mundo têm os adultos como referência de abrigo e segurança, e são abusadas por esses seres miseráveis. Nem sei como definir uma pessoa que sente atração sexual doentia por menores de 3, 5, 9 anos.
E é ainda pior, existem movimentos intransigentes “pró-pedofilia”, que argumentam que a pedofilia não é doença ou desvio de conduta e sim orientação sexual. Querem que a sociedade reconheça esse absurdo.
A rede de pedofilia pela internet movimenta milhões de dólares e o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial de sites dedicados a pornografia infantil.
O assunto está a nossa volta. Esses desvios estão perto de nós. O que podemos fazer? O sentimento de impotência já existe e precisamos fazer com que nosso sentimento de justiça aflore. Temos que proteger nossas crianças e deixar com que tenham uma infância saudável e feliz.
Você pode denunciar qualquer caso de pedofilia no Ministério Público, Polícia Federal ou no site: www.censura.com.br
Mas, afinal o que é “pedofilia”?
Apesar de na legislação brasileira não existir o termo pedofilia, no dicionário é definido como sendo o ato e o desejo sexual de adultos por crianças que ainda não atingiram a puberdade.
Atos sexuais que envolvam a prática da pedofilia são enquadrados nos crimes de estupro, atentado violento ao pudor ou de pornografia infantil, como está no Art. 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA.
Pare, olhe a sua volta. Pense nas crianças que você conhece. Pequenas, aquelas “coisas fofas” que fazem a maior bagunça, gritam, mexem em tudo, demoram horas no banho, adoram jogar bola, brincar de boneca e pedem um pirulito com aquela carinha toda dengosa.
Simplesmente quando penso sinto revolta, indignação e ao mesmo tempo um sentimento de impotência. A maioria dos casos de abusos sexuais acontece no seio familiar da criança. Essas crianças sem maldade e com pouco discernimento do mundo têm os adultos como referência de abrigo e segurança, e são abusadas por esses seres miseráveis. Nem sei como definir uma pessoa que sente atração sexual doentia por menores de 3, 5, 9 anos.
E é ainda pior, existem movimentos intransigentes “pró-pedofilia”, que argumentam que a pedofilia não é doença ou desvio de conduta e sim orientação sexual. Querem que a sociedade reconheça esse absurdo.
A rede de pedofilia pela internet movimenta milhões de dólares e o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial de sites dedicados a pornografia infantil.
O assunto está a nossa volta. Esses desvios estão perto de nós. O que podemos fazer? O sentimento de impotência já existe e precisamos fazer com que nosso sentimento de justiça aflore. Temos que proteger nossas crianças e deixar com que tenham uma infância saudável e feliz.
Você pode denunciar qualquer caso de pedofilia no Ministério Público, Polícia Federal ou no site: www.censura.com.br
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Saiba mais sobre o funcionamento das eleições 2008
Por Laiane Ramos S. Cruz.
As eleições são importantes para o futuro de uma cidade. É a oportunidade que o cidadão tem de mudar o rumo das coisas. Esse ano, elas acontecem em todo território nacional, com exceção do Distrito Federal, no dia 5 de outubro de 2008. Voltada apenas para, a eleição de prefeitos e vereadores dos municípios, que administrarão durante quatro anos. Se houver segundo turno nos locais com mais de 200 mil eleitores, ele será no dia 26 do mesmo mês.
A verba que chega aos municípios é relativa aos impostos e taxas cobradas pela própria prefeitura, além dos repasses obrigatórios que a União e o Estado fornecem. Um prefeito tem como função administrar o local, realizando obras, serviços públicos como educação, saúde, limpeza urbana e muito mais. Deve também executar os programas que beneficiam a comunidade local e tem o dever de cumprir leis aprovadas pelos vereadores. Ele deve prestar contas de todas as suas ações à câmara de vereadores e aos moradores do local.
Já o papel do vereador é criar as leis do município e representar os cidadãos, para que todos, inclusive a prefeitura cumpram com as regras estabelecidas. Também tem como papel fiscalizar a atuação do prefeito, vice-prefeito e secretários do município. Os moradores podem sugerir a elaboração de leis que melhorem as condições de vida do povo.
Tanto prefeitos como vereadores serão eleitos pelo povo, por meio do voto secreto e direto, sendo que o prefeito é eleito pelo sistema majoritário, isto é, vencerá quem tiver o maior número de votos. No entanto, os vereadores são eleitos pelo sistema proporcional, resultante do número de votos obtidos pelos partidos ou coligações.
O voto é obrigatório para os maiores de 18 anos, e facultativo para jovens de 16 a 17 anos e para os idosos com mais de 70 anos. A votação começará às 8 horas e será encerrada às 17 horas, no primeiro e no segundo turno. Para votar é necessário ter um título de eleitor. Quem deixar de votar no dia 5 de outubro terá até o dia 4 de dezembro para justificar a falta a um juiz eleitoral.
Para saber mais consulte o Guia do eleitor cidadão, disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (http://www.tse.gov.br/) ou pelo telefone (61) 3316-3000.
As eleições são importantes para o futuro de uma cidade. É a oportunidade que o cidadão tem de mudar o rumo das coisas. Esse ano, elas acontecem em todo território nacional, com exceção do Distrito Federal, no dia 5 de outubro de 2008. Voltada apenas para, a eleição de prefeitos e vereadores dos municípios, que administrarão durante quatro anos. Se houver segundo turno nos locais com mais de 200 mil eleitores, ele será no dia 26 do mesmo mês.
A verba que chega aos municípios é relativa aos impostos e taxas cobradas pela própria prefeitura, além dos repasses obrigatórios que a União e o Estado fornecem. Um prefeito tem como função administrar o local, realizando obras, serviços públicos como educação, saúde, limpeza urbana e muito mais. Deve também executar os programas que beneficiam a comunidade local e tem o dever de cumprir leis aprovadas pelos vereadores. Ele deve prestar contas de todas as suas ações à câmara de vereadores e aos moradores do local.
Já o papel do vereador é criar as leis do município e representar os cidadãos, para que todos, inclusive a prefeitura cumpram com as regras estabelecidas. Também tem como papel fiscalizar a atuação do prefeito, vice-prefeito e secretários do município. Os moradores podem sugerir a elaboração de leis que melhorem as condições de vida do povo.
Tanto prefeitos como vereadores serão eleitos pelo povo, por meio do voto secreto e direto, sendo que o prefeito é eleito pelo sistema majoritário, isto é, vencerá quem tiver o maior número de votos. No entanto, os vereadores são eleitos pelo sistema proporcional, resultante do número de votos obtidos pelos partidos ou coligações.
O voto é obrigatório para os maiores de 18 anos, e facultativo para jovens de 16 a 17 anos e para os idosos com mais de 70 anos. A votação começará às 8 horas e será encerrada às 17 horas, no primeiro e no segundo turno. Para votar é necessário ter um título de eleitor. Quem deixar de votar no dia 5 de outubro terá até o dia 4 de dezembro para justificar a falta a um juiz eleitoral.
Para saber mais consulte o Guia do eleitor cidadão, disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (http://www.tse.gov.br/) ou pelo telefone (61) 3316-3000.
Trabalho Escravo Infantil
Por Laiz Marinho
As mãos estão calejadas, muitas vezes mutiladas. O calor desidrata, a fadiga muscular está no auge, a exaustão próxima. Dessa maneira o corpo não agüenta e a morte é caminho certo. Quando damos essas características, podemos imaginar algum tipo de trabalho insalubre, na maioria das vezes escravo. Mas o pior de tudo é quando esse trabalho não é feito por adultos e sim por crianças.
Mas afinal o que é escravidão? A escravidão é quando um ser humano tem como propriedade a vida de outro, ou seja, é uma mercadoria e não tem direito a nada, pois é apenas um objeto. Essa prática era comum na época das grandes civilizações e das colonizações e não importava se o escravo era um adulto ou uma criança. Mesmo com a abolição da escravatura, ainda encontramos formas de trabalho escravo.
Atualmente a escravidão é denominada de trabalho forçado, mas existe um tipo de trabalho que está inserido nessa denominação e chama a atenção: o trabalho infantil, que é proibido por lei. Nenhuma criança até aos 14 anos pode trabalhar. Isso quer dizer que, aquela criança pedindo esmola, trabalhando como aviãozinho do tráfico, perdendo e queimando os dedos nas carvoarias, e em vez de um lápis tem na mão uma foice para derrubar abaixo os canaviais, é considerado trabalho ou exploração infantil.
Na maioria das vezes esses meninos e meninas, não recebem nada, não vão à escola e são obrigados a trabalhar por imposição pais, ou pelo medo de serem assassinados por traficantes. Dessa maneira podemos afirmar que essas crianças fazem trabalho forçado, ou seja, são escravas do descaso.
Lugar de criança é na escola e não como diz o poema de Manuel Bandeira “Meninos Carvoieros”:
“(...) Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles. . .
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!(...)”
As mãos estão calejadas, muitas vezes mutiladas. O calor desidrata, a fadiga muscular está no auge, a exaustão próxima. Dessa maneira o corpo não agüenta e a morte é caminho certo. Quando damos essas características, podemos imaginar algum tipo de trabalho insalubre, na maioria das vezes escravo. Mas o pior de tudo é quando esse trabalho não é feito por adultos e sim por crianças.
Mas afinal o que é escravidão? A escravidão é quando um ser humano tem como propriedade a vida de outro, ou seja, é uma mercadoria e não tem direito a nada, pois é apenas um objeto. Essa prática era comum na época das grandes civilizações e das colonizações e não importava se o escravo era um adulto ou uma criança. Mesmo com a abolição da escravatura, ainda encontramos formas de trabalho escravo.
Atualmente a escravidão é denominada de trabalho forçado, mas existe um tipo de trabalho que está inserido nessa denominação e chama a atenção: o trabalho infantil, que é proibido por lei. Nenhuma criança até aos 14 anos pode trabalhar. Isso quer dizer que, aquela criança pedindo esmola, trabalhando como aviãozinho do tráfico, perdendo e queimando os dedos nas carvoarias, e em vez de um lápis tem na mão uma foice para derrubar abaixo os canaviais, é considerado trabalho ou exploração infantil.
Na maioria das vezes esses meninos e meninas, não recebem nada, não vão à escola e são obrigados a trabalhar por imposição pais, ou pelo medo de serem assassinados por traficantes. Dessa maneira podemos afirmar que essas crianças fazem trabalho forçado, ou seja, são escravas do descaso.
Lugar de criança é na escola e não como diz o poema de Manuel Bandeira “Meninos Carvoieros”:
“(...) Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles. . .
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!(...)”
O trabalho doméstico infantil e a nova lei.
Por Priscilla Freitas
O que parecia ser um “trabalhinho” inocente, ou muitas vezes uma “ajudinha” de custo, acaba virando uma exploração e simplesmente os direitos das crianças são violados.
O trabalho infantil doméstico é ilimitado de qualquer restrição, pois acontece dentro das residências. As jovens são sujeitas á horas estafantes de trabalho, tendo um baixo salário. São obrigadas a assumir responsabilidades que provocam atraso na escola, como: cuidar de outras crianças, limpar, passar e cozinhar, ou seja, assumem grandes responsabilidades que não são propícias à elas. Apesar de freqüentarem escola, os estudos sempre ficam em segundo plano, pois devido às tarefas domésticas não sobra tempo para mais nada.
As empregadas domésticas quase sempre não possuem carteira assinada, tem baixa escolaridade, e muitas vezes são tratadas como escravas sem direito sequer a folga aos domingos e feriados. Ficam presas aos seus patrões e realizam suas “obrigações” do lar.
Segundo a lei, o trabalho doméstico infantil é proibido para menores de 16 anos. A partir desta idade, as jovens têm direito a Carteira de Trabalho assinada, salário mínimo, folga semanal, férias, décimo terceiro salário e os demais direitos trabalhistas. Também é proibido o trabalho noturno, entre 22h e 5h, e longas jornadas de trabalhos que dificultem o acesso aos estudos.
Para o bem dessas adolescentes, um decreto foi assinado pelo presidente Lula, no qual aumenta de 80 para 109 o número de atividades econômicas consideradas como pior forma de trabalho infantil. Entre as novas funções, está o trabalho doméstico infantil.
O decreto foi assinado no Dia Mundial da Luta contra o Trabalho Infantil, em uma solenidade que aconteceu no Palácio do Planalto. A nova lei visa acabar com o trabalho doméstico infantil entre crianças de 13 a 15 anos, conscientizar a população sobre o assunto e mostrar que criança tem direito de brincar e estudar.
A lei ainda frisa que o patrão que for pego empregando menores pagará multa, e pode ser indiciado por crime caso o Ministério Público do Trabalho ajuíze ação por crime contra a organização do trabalho.
O que parecia ser um “trabalhinho” inocente, ou muitas vezes uma “ajudinha” de custo, acaba virando uma exploração e simplesmente os direitos das crianças são violados.
O trabalho infantil doméstico é ilimitado de qualquer restrição, pois acontece dentro das residências. As jovens são sujeitas á horas estafantes de trabalho, tendo um baixo salário. São obrigadas a assumir responsabilidades que provocam atraso na escola, como: cuidar de outras crianças, limpar, passar e cozinhar, ou seja, assumem grandes responsabilidades que não são propícias à elas. Apesar de freqüentarem escola, os estudos sempre ficam em segundo plano, pois devido às tarefas domésticas não sobra tempo para mais nada.
As empregadas domésticas quase sempre não possuem carteira assinada, tem baixa escolaridade, e muitas vezes são tratadas como escravas sem direito sequer a folga aos domingos e feriados. Ficam presas aos seus patrões e realizam suas “obrigações” do lar.
Segundo a lei, o trabalho doméstico infantil é proibido para menores de 16 anos. A partir desta idade, as jovens têm direito a Carteira de Trabalho assinada, salário mínimo, folga semanal, férias, décimo terceiro salário e os demais direitos trabalhistas. Também é proibido o trabalho noturno, entre 22h e 5h, e longas jornadas de trabalhos que dificultem o acesso aos estudos.
Para o bem dessas adolescentes, um decreto foi assinado pelo presidente Lula, no qual aumenta de 80 para 109 o número de atividades econômicas consideradas como pior forma de trabalho infantil. Entre as novas funções, está o trabalho doméstico infantil.
O decreto foi assinado no Dia Mundial da Luta contra o Trabalho Infantil, em uma solenidade que aconteceu no Palácio do Planalto. A nova lei visa acabar com o trabalho doméstico infantil entre crianças de 13 a 15 anos, conscientizar a população sobre o assunto e mostrar que criança tem direito de brincar e estudar.
A lei ainda frisa que o patrão que for pego empregando menores pagará multa, e pode ser indiciado por crime caso o Ministério Público do Trabalho ajuíze ação por crime contra a organização do trabalho.
As eleições de 2008 serão decisivas para eleições de 2010.
Por Tatiana Marques
As alianças de base do governo Lula começam a ser definidas, e o eleito no próximo dia 8, poderá definir o rumo das eleições em 2010.
O presidente Luiz Inácio Lula da silva possui mais aliados que o último governo de Fernando Henrique Cardoso. Caso os candidatos aliados a base consigam ser eleitos, terão mais força para a eleição de 2010.
Segundo a Gazeta do Povo, publicado no dia 13/09/2008 dentre outros veículos de comunicação, 19 entre as 26 capitais são lideradas pela base aliada ao governo Lula. Isso significa que o partido possui aproximadamente 22,5 milhões de eleitores, excluindo o total de Belo Horizonte, onde a popularidade do Presidente Lula não está alta contra a oposição, que tem cerca de 4,9 milhões de eleitores. No governo de Fernando Henrique Cardoso, o presidente contava com apenas 13 capitais. E cada vez mais o governo tem ganhado força com novos aliados. A base do governo hoje é constituída principalmente pelo PT, PSB, PDT, PC do B, PMN, PHS, PRB e PMDB
O governo do presidente Lula, tem sido aprovado por mais de 60% da população, segundo dados da Datafolha, e o Presidente tem aproveitado desta sua popularidade para dar força aos candidatos da base, principalmente nas capitais do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, já que estes estados são os maiores colégios eleitorais.
Em São Paulo, Lula tem feito o possível para ajudar o PT, principalmente a candidata Marta Suplicy que lidera com 37% das intenções de voto, para diminuir a força do governador tucano José Serra, possível candidato a presidente em 2010. Em Belo Horizonte, a situação é peculiar, onde Márcio Lacerda, com maior intenção de voto, pertence a um partido do (PSB), onde especificamente não tem aliado ao atual governo, apesar de politicamente estar ligado ao governador que pertence ao PT, o presidente tem tentado alternar esta situação aproveitando de sua popularidade.
As alianças de base do governo Lula começam a ser definidas, e o eleito no próximo dia 8, poderá definir o rumo das eleições em 2010.
O presidente Luiz Inácio Lula da silva possui mais aliados que o último governo de Fernando Henrique Cardoso. Caso os candidatos aliados a base consigam ser eleitos, terão mais força para a eleição de 2010.
Segundo a Gazeta do Povo, publicado no dia 13/09/2008 dentre outros veículos de comunicação, 19 entre as 26 capitais são lideradas pela base aliada ao governo Lula. Isso significa que o partido possui aproximadamente 22,5 milhões de eleitores, excluindo o total de Belo Horizonte, onde a popularidade do Presidente Lula não está alta contra a oposição, que tem cerca de 4,9 milhões de eleitores. No governo de Fernando Henrique Cardoso, o presidente contava com apenas 13 capitais. E cada vez mais o governo tem ganhado força com novos aliados. A base do governo hoje é constituída principalmente pelo PT, PSB, PDT, PC do B, PMN, PHS, PRB e PMDB
O governo do presidente Lula, tem sido aprovado por mais de 60% da população, segundo dados da Datafolha, e o Presidente tem aproveitado desta sua popularidade para dar força aos candidatos da base, principalmente nas capitais do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, já que estes estados são os maiores colégios eleitorais.
Em São Paulo, Lula tem feito o possível para ajudar o PT, principalmente a candidata Marta Suplicy que lidera com 37% das intenções de voto, para diminuir a força do governador tucano José Serra, possível candidato a presidente em 2010. Em Belo Horizonte, a situação é peculiar, onde Márcio Lacerda, com maior intenção de voto, pertence a um partido do (PSB), onde especificamente não tem aliado ao atual governo, apesar de politicamente estar ligado ao governador que pertence ao PT, o presidente tem tentado alternar esta situação aproveitando de sua popularidade.
Violência Doméstica
Por Elionardo Lunas
A violência doméstica não é nada agradável nem muito gentil. Na verdade violência doméstica é um padrão de comportamento irado, impetuoso e coercivo, exercido por um adulto contra outra pessoa com quem mantém íntimo relacionamento. Sendo que pode consistir em espancamentos repetitivos e severos ou em formas de abuso mais sutis, incluindo ameaças e controle.
A violência doméstica ou familiar ocorre justamente em um lugar onde as crianças deveriam estar mais seguras, que seria o lar. Só que a maioria das violências sofridas é dentro de casas, causadas muitas vezes por empregados.
TIPOS BÁSICOS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Agressão física – Inclui comportamentos como puxar, empurrar, segurar, bater ou chutar. Na maioria dos casos, entretanto, tende a aumentar a gravidade e a freqüência com o passar do tempo.
Violência sexual – Ocorre toda vez que uma pessoa impõe um ato sexual indesejado ou recusado pela outra pessoa.
Violência psicológica – Significa o afastamento de familiares e amigos, dependência financeira forçada, abuso verbal e emocional, ameaças, intimidação e controle com respeito a lugares onde a outra pessoa possa ir e o que possa fazer.
Ataques contra a propriedade e os animais – São agressões que incluem dano ou destruição de objetos de valor sentimental pertencentes à vítima, móveis e utensílios, bem como maus tratos à animais domésticos. Esses atos constituem uma forma de violência doméstica.
PERFIL DE PESSOAS MALTRATADAS E SEUS AGRESSORES
Assim como ocorre com as pessoas que sofrem ataques de violência, seus agressores tampouco se encaixam em alguma categoria específica. Eles vêm de todos os tipos de classe social, raça, religião e ocupação. Podem estar desempregados ou ser profissionais muito bem remunerados, ser pessoas sóbrias e membros admirados da comunidade.
As vítimas da violência doméstica precisam entender que o abuso não é culpa dela. Precisam ter a certeza de que não estão sozinhas e que existe auxílio. Necessitam de assistência prática para identificar e acessar os recursos disponíveis e podem necessitar de proteção.
Os agressores precisam ser considerados responsáveis por seus atos e incentivados a buscar a necessária intervenção profissional para que se produza uma mudança no comportamento, se é que há esperança de serem restaurados os relacionamentos.
Alguns especialistas em violência afirmam que uma intervenção profissional pode pôr fim a algum incidente futuro de violência doméstica. Se o agressor estiver disposto a aceitar a responsabilidade por seus atos e procurar tratamento. Mas a violência não desaparece por si. É essencial alguma intervenção. Os objetivos dessa intervenção devem ser proteger a vítima, fazer cessar o abuso, considerar o agressor responsável e auxiliar os envolvidos a terem acesso aos serviços profissionais necessários.
A violência doméstica não é nada agradável nem muito gentil. Na verdade violência doméstica é um padrão de comportamento irado, impetuoso e coercivo, exercido por um adulto contra outra pessoa com quem mantém íntimo relacionamento. Sendo que pode consistir em espancamentos repetitivos e severos ou em formas de abuso mais sutis, incluindo ameaças e controle.
A violência doméstica ou familiar ocorre justamente em um lugar onde as crianças deveriam estar mais seguras, que seria o lar. Só que a maioria das violências sofridas é dentro de casas, causadas muitas vezes por empregados.
TIPOS BÁSICOS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Agressão física – Inclui comportamentos como puxar, empurrar, segurar, bater ou chutar. Na maioria dos casos, entretanto, tende a aumentar a gravidade e a freqüência com o passar do tempo.
Violência sexual – Ocorre toda vez que uma pessoa impõe um ato sexual indesejado ou recusado pela outra pessoa.
Violência psicológica – Significa o afastamento de familiares e amigos, dependência financeira forçada, abuso verbal e emocional, ameaças, intimidação e controle com respeito a lugares onde a outra pessoa possa ir e o que possa fazer.
Ataques contra a propriedade e os animais – São agressões que incluem dano ou destruição de objetos de valor sentimental pertencentes à vítima, móveis e utensílios, bem como maus tratos à animais domésticos. Esses atos constituem uma forma de violência doméstica.
PERFIL DE PESSOAS MALTRATADAS E SEUS AGRESSORES
Assim como ocorre com as pessoas que sofrem ataques de violência, seus agressores tampouco se encaixam em alguma categoria específica. Eles vêm de todos os tipos de classe social, raça, religião e ocupação. Podem estar desempregados ou ser profissionais muito bem remunerados, ser pessoas sóbrias e membros admirados da comunidade.
As vítimas da violência doméstica precisam entender que o abuso não é culpa dela. Precisam ter a certeza de que não estão sozinhas e que existe auxílio. Necessitam de assistência prática para identificar e acessar os recursos disponíveis e podem necessitar de proteção.
Os agressores precisam ser considerados responsáveis por seus atos e incentivados a buscar a necessária intervenção profissional para que se produza uma mudança no comportamento, se é que há esperança de serem restaurados os relacionamentos.
Alguns especialistas em violência afirmam que uma intervenção profissional pode pôr fim a algum incidente futuro de violência doméstica. Se o agressor estiver disposto a aceitar a responsabilidade por seus atos e procurar tratamento. Mas a violência não desaparece por si. É essencial alguma intervenção. Os objetivos dessa intervenção devem ser proteger a vítima, fazer cessar o abuso, considerar o agressor responsável e auxiliar os envolvidos a terem acesso aos serviços profissionais necessários.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
TRANSPORTE PÚBLICO: DEFICIENTE
Por Leonardo Passos
A situação do transporte público existente em alguns estados do país é deprimente. Enquanto em alguns estados, existe um serviço de transporte público digno de países de primeiro mundo, em outros, se vê um serviço deficiente e precário. Para o professor Fernando MacDowell, professor de Engenharia de Transportes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um dos problemas do transporte público é a concentração da demanda em horário de pico, ou seja, ao longo do dia, há pouca demanda de passageiros, causando um custo maior de operação e no horário de pico,há uma demanda muito grande de pessoas esperando um ônibus para ir para casa, com um número muito reduzido de ônibus rodando naquele horário, o que torna o transporte público deficiente e caro. Segundo Fernando, uma das soluções para sanar este problema seria a cobrança de pedágio de veículos que usam o sistema viário, o que acarretaria na diminuição da demanda nos horários de pico e também a construção de vias alternativas com objetivo de descentralizar o tráfego de veículos e distribuir melhor o fluxo de veículos rodando na cidade e melhoraria a qualidade do transporte público. Seguindo essas medidas, o nosso transporte público pode melhorar de forma grandiosa e passar a ser um serviço eficiente.
A situação do transporte público existente em alguns estados do país é deprimente. Enquanto em alguns estados, existe um serviço de transporte público digno de países de primeiro mundo, em outros, se vê um serviço deficiente e precário. Para o professor Fernando MacDowell, professor de Engenharia de Transportes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um dos problemas do transporte público é a concentração da demanda em horário de pico, ou seja, ao longo do dia, há pouca demanda de passageiros, causando um custo maior de operação e no horário de pico,há uma demanda muito grande de pessoas esperando um ônibus para ir para casa, com um número muito reduzido de ônibus rodando naquele horário, o que torna o transporte público deficiente e caro. Segundo Fernando, uma das soluções para sanar este problema seria a cobrança de pedágio de veículos que usam o sistema viário, o que acarretaria na diminuição da demanda nos horários de pico e também a construção de vias alternativas com objetivo de descentralizar o tráfego de veículos e distribuir melhor o fluxo de veículos rodando na cidade e melhoraria a qualidade do transporte público. Seguindo essas medidas, o nosso transporte público pode melhorar de forma grandiosa e passar a ser um serviço eficiente.
Trânsito de Brasília
Por Yann Victor
O número de veículos que circulam pelo Distrito Federal hoje, chega a um milhão. Brasília não foi projetada para suportar esse fluxo. Os números são altos devido à facilidade de se comprar um carro. Com os financiamentos cada vez mais longos, as pessoas têm maiores condições de obter o bem.
Brasília daqui a algum tempo vai ter que aderir ao famoso rodízio de veículos para reduzir a quantidade de automóveis transitando nas ruas. Esse rodízio já existe em outras grandes cidades como São Paulo e tem sido uma boa solução.
Para o GDF adotar o rodízio, será preciso tomar algumas providências para não prejudicar a população. Por exemplo o transporte público deve ser melhorado. O número de ônibus e vagões de metrô que temos hoje em circulação pela cidade, é insuficiente. Não dá conta da demanda.
Cabe á Secretaria de Transporte verificar as condições dos transportes públicos do DF, ou seja, solicitar que levem os ônibus para fazer revisão regularmente para dar mais tranqüilidade e segurança aos usuários.
O governo deve pensar em construir ciclovias e incentivar aos trabalhadores que não moram tão longe do serviço a ir de bicicleta. Fazer uma campanha conscientizando as pessoas que além de evitar o trânsito, faz bem para saúde. Algumas medidas de conscientização por parte do governo e da própria população, não chegariam a solucionar o problema, mas diminuiriam consideravelmente o fluxo.
O número de veículos que circulam pelo Distrito Federal hoje, chega a um milhão. Brasília não foi projetada para suportar esse fluxo. Os números são altos devido à facilidade de se comprar um carro. Com os financiamentos cada vez mais longos, as pessoas têm maiores condições de obter o bem.
Brasília daqui a algum tempo vai ter que aderir ao famoso rodízio de veículos para reduzir a quantidade de automóveis transitando nas ruas. Esse rodízio já existe em outras grandes cidades como São Paulo e tem sido uma boa solução.
Para o GDF adotar o rodízio, será preciso tomar algumas providências para não prejudicar a população. Por exemplo o transporte público deve ser melhorado. O número de ônibus e vagões de metrô que temos hoje em circulação pela cidade, é insuficiente. Não dá conta da demanda.
Cabe á Secretaria de Transporte verificar as condições dos transportes públicos do DF, ou seja, solicitar que levem os ônibus para fazer revisão regularmente para dar mais tranqüilidade e segurança aos usuários.
O governo deve pensar em construir ciclovias e incentivar aos trabalhadores que não moram tão longe do serviço a ir de bicicleta. Fazer uma campanha conscientizando as pessoas que além de evitar o trânsito, faz bem para saúde. Algumas medidas de conscientização por parte do governo e da própria população, não chegariam a solucionar o problema, mas diminuiriam consideravelmente o fluxo.
Todos nós somos responsáveis
Por Priscilla Vasconcelos
O transporte escolar no DF é monitorado 24 horas por dia pelo Detran, além disso são feitas operações específicas para verificar denúncias de irregularidades nos transportes. O órgão busca formas para que os veículos escolares estejam sempre dentro das normas de regularidade. O chefe do núcleo de transporte escolar do Detran, Alexandre Alves, diz que a participação da comunidade é essencial para que este sistema funcione já que não é possível estar em todas às escolas, o tempo todo.
Nesse sentido ele orienta que a população esteja atenta para as irregularidades dos transportes escolares sejam eles particulares ou do GDF. Existe um telefone específico para receber esse tipo de denúncia e também para os pais ou responsáveis se informarem sobre determinada empresa ou particular que estejam pretendendo contratar (3039-5731).
È importante que as pessoas se conscientizem sobre a questão, afinal, são vidas de crianças que estão em jogo. Os pais devem ter muito cuidado ao contratar os serviços de transporte.
Os primeiros itens que devem ser observados são: verificar se o veículo é cadastrado no órgão e se existe a autorização de tráfego do veículo e se ela está dentro do prazo de validade (a renovação deve ser feita a cada 6 meses). Dentro do veículo os pais ou responsáveis devem observar os itens de segurança do veículo. Os pneus devem estar em boas condições, o número de assentos devem estar de acordo com o indicado na documentação do mesmo. E todas as poltronas devem ter cinto de segurança. As crianças menores de 6 anos devem ser transportadas em cadeiras especiais e é obrigatório a presença de um monitor nos veículos com o número de assentos igual ou superior a 21. No entanto, as vans, que geralmente contam com 15 ou 17 assentos, ficaram fora dessa previsão na legislação. Mas Alexandre Alves aconselha que os pais só coloquem seus filhos de qualquer idade em transportes que ofereça esse profissional.
O condutor tem que ser habilitado para realizar esse tipo de atividade. Ele tem que passar por um curso no SENAT e o certificado do curso tem de ser homologado junto ao Detran. Todas essas informações sobre o condutor podem ser obtidas no órgão através do site ou telefone informado. Alexandre informou ainda que em praticamente todas as operações que são realizadas nas proximidades das escolas algum veículo é apreendido por irregularidades que vão desde a falta de documentação até a falta de manutenção do automóvel, que fica sem condições para rodar.
E não são somente os transportes escolares particulares que devem seguir essas orientações e a legislação. Os transportes do GDF também devem seguir a lei, o chefe do núcleo de transportes escolares do Detran-DF , esclarece que o transporte escolar oferecido pela Secretária de Educação deve independentemente da idade dos alunos ter a figura do monitor.
Fica então o esclarecimento e a dica aos cidadãos. É preciso que tenhamos consciência da nossa importância em todos as esferas da sociedade, e que exercitemos nosso poder de ajudar o Estado a ser mais justo, mais seguro e mais atuante. E cuidar da segurança de crianças é um passo muito importante que damos em direção ao futuro.
O transporte escolar no DF é monitorado 24 horas por dia pelo Detran, além disso são feitas operações específicas para verificar denúncias de irregularidades nos transportes. O órgão busca formas para que os veículos escolares estejam sempre dentro das normas de regularidade. O chefe do núcleo de transporte escolar do Detran, Alexandre Alves, diz que a participação da comunidade é essencial para que este sistema funcione já que não é possível estar em todas às escolas, o tempo todo.
Nesse sentido ele orienta que a população esteja atenta para as irregularidades dos transportes escolares sejam eles particulares ou do GDF. Existe um telefone específico para receber esse tipo de denúncia e também para os pais ou responsáveis se informarem sobre determinada empresa ou particular que estejam pretendendo contratar (3039-5731).
È importante que as pessoas se conscientizem sobre a questão, afinal, são vidas de crianças que estão em jogo. Os pais devem ter muito cuidado ao contratar os serviços de transporte.
Os primeiros itens que devem ser observados são: verificar se o veículo é cadastrado no órgão e se existe a autorização de tráfego do veículo e se ela está dentro do prazo de validade (a renovação deve ser feita a cada 6 meses). Dentro do veículo os pais ou responsáveis devem observar os itens de segurança do veículo. Os pneus devem estar em boas condições, o número de assentos devem estar de acordo com o indicado na documentação do mesmo. E todas as poltronas devem ter cinto de segurança. As crianças menores de 6 anos devem ser transportadas em cadeiras especiais e é obrigatório a presença de um monitor nos veículos com o número de assentos igual ou superior a 21. No entanto, as vans, que geralmente contam com 15 ou 17 assentos, ficaram fora dessa previsão na legislação. Mas Alexandre Alves aconselha que os pais só coloquem seus filhos de qualquer idade em transportes que ofereça esse profissional.
O condutor tem que ser habilitado para realizar esse tipo de atividade. Ele tem que passar por um curso no SENAT e o certificado do curso tem de ser homologado junto ao Detran. Todas essas informações sobre o condutor podem ser obtidas no órgão através do site ou telefone informado. Alexandre informou ainda que em praticamente todas as operações que são realizadas nas proximidades das escolas algum veículo é apreendido por irregularidades que vão desde a falta de documentação até a falta de manutenção do automóvel, que fica sem condições para rodar.
E não são somente os transportes escolares particulares que devem seguir essas orientações e a legislação. Os transportes do GDF também devem seguir a lei, o chefe do núcleo de transportes escolares do Detran-DF , esclarece que o transporte escolar oferecido pela Secretária de Educação deve independentemente da idade dos alunos ter a figura do monitor.
Fica então o esclarecimento e a dica aos cidadãos. É preciso que tenhamos consciência da nossa importância em todos as esferas da sociedade, e que exercitemos nosso poder de ajudar o Estado a ser mais justo, mais seguro e mais atuante. E cuidar da segurança de crianças é um passo muito importante que damos em direção ao futuro.
Sustentabilidade: mais que um conceito ecológico, um acontecimento cultural
Por Laiane Ramos
O conceito de sustentabilidade é algo ainda não definido por muitos dicionários. Mas se resume em três palavras: solução, reaproveitamento e educação. É auto-sustentável, isto é, capaz de suprir suas próprias necessidades sem diminuir as oportunidades das futuras gerações. A maior proposta para o assunto é a reorganização dos modos de vida da sociedade, voltando seus olhares para a economia, a preservação e o planejamento de futuras mudanças.
Atualmente, muitas empresas vêm aderindo aos métodos sustentáveis, visando economia, consequentemente retornando maiores lucros e ajudando o meio ambiente para as próximas gerações. Os métodos de substituição incluem criativas e práticas idéias, como as sacolas ecológicas, famosas “ecobags”, sacos plásticos biodegradáveis, bolsa de resíduos, entre outros. Na Irlanda, por exemplo, desde 1997 os clientes pagam um imposto de nove centavos de libra irlandesa por saco plástico. Já na Grã-Bretanha uma rede de supermercados promoveu uma campanha para que todos os compradores usem as sacolas 100% biodegradáveis para embalar os produtos adquiridos. No Brasil algumas empresas aderiram à bolsa de resíduos, que funciona como uma espécie de classificados, onde se encontra quem precisa comprar ou vender resíduos. Dentre as federações das indústrias dos principais estados brasileiros, como Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Paraná, encontram-se os seguintes produtos disponíveis: madeira, vidro, borracha, enfim os mais variados resíduos.
Empresários brasileiros estão inovando, trocando o papel comum pelo reciclável, lançando revistas, livros e cadernos deste material, mostrando que a economia gera um percentual positivo na natureza. Por exemplo: uma tonelada de papel comum equivale a três toneladas de madeira. Cada tonelada de papel reciclado poupa, em média, 60 árvores (eucaliptos adultos). A economia equivale a 2,5 barris de petróleo, 50% da água usada na fabricação normal (30 mil litros), e o volume de cerca de 3 metros cúbicos nos lixões e aterros. O Brasil só recicla cerca de 30% de seu consumo de papel.
É preciso uma liderança empresarial e social para que haja a troca de experiências, nas quais se constrói uma idéia coletiva de renovar o meio ambiente. A sustentabilidade se torna um processo de transformação, que ocorre de forma agradável nas dimensões sociais e culturais, a partir de um indivíduo para todo o mundo. Participar de um planeta sustentável é nosso dever na esperança de um mundo melhor.
Fonte Estatística: Agência Câmara.
O conceito de sustentabilidade é algo ainda não definido por muitos dicionários. Mas se resume em três palavras: solução, reaproveitamento e educação. É auto-sustentável, isto é, capaz de suprir suas próprias necessidades sem diminuir as oportunidades das futuras gerações. A maior proposta para o assunto é a reorganização dos modos de vida da sociedade, voltando seus olhares para a economia, a preservação e o planejamento de futuras mudanças.
Atualmente, muitas empresas vêm aderindo aos métodos sustentáveis, visando economia, consequentemente retornando maiores lucros e ajudando o meio ambiente para as próximas gerações. Os métodos de substituição incluem criativas e práticas idéias, como as sacolas ecológicas, famosas “ecobags”, sacos plásticos biodegradáveis, bolsa de resíduos, entre outros. Na Irlanda, por exemplo, desde 1997 os clientes pagam um imposto de nove centavos de libra irlandesa por saco plástico. Já na Grã-Bretanha uma rede de supermercados promoveu uma campanha para que todos os compradores usem as sacolas 100% biodegradáveis para embalar os produtos adquiridos. No Brasil algumas empresas aderiram à bolsa de resíduos, que funciona como uma espécie de classificados, onde se encontra quem precisa comprar ou vender resíduos. Dentre as federações das indústrias dos principais estados brasileiros, como Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Paraná, encontram-se os seguintes produtos disponíveis: madeira, vidro, borracha, enfim os mais variados resíduos.
Empresários brasileiros estão inovando, trocando o papel comum pelo reciclável, lançando revistas, livros e cadernos deste material, mostrando que a economia gera um percentual positivo na natureza. Por exemplo: uma tonelada de papel comum equivale a três toneladas de madeira. Cada tonelada de papel reciclado poupa, em média, 60 árvores (eucaliptos adultos). A economia equivale a 2,5 barris de petróleo, 50% da água usada na fabricação normal (30 mil litros), e o volume de cerca de 3 metros cúbicos nos lixões e aterros. O Brasil só recicla cerca de 30% de seu consumo de papel.
É preciso uma liderança empresarial e social para que haja a troca de experiências, nas quais se constrói uma idéia coletiva de renovar o meio ambiente. A sustentabilidade se torna um processo de transformação, que ocorre de forma agradável nas dimensões sociais e culturais, a partir de um indivíduo para todo o mundo. Participar de um planeta sustentável é nosso dever na esperança de um mundo melhor.
Fonte Estatística: Agência Câmara.
Por uma nova consciência ambiental
por Raimundo de Menezes
Aquecimento global, derretimento dos pólos, inundações, poluição e tantos outros fatores da atualidade precisam ser pensados por ângulos diferentes. Meio ambiente e ações ecológicas significam, no fundo, respeito e interação entre o ser humano e o planeta terra. Aliás, somos parte integrante da natureza e não seres à parte.
Com base no “cada um por si e Deus por todos”, a humanidade se desenvolveu extraindo do meio ambiente e dos outros seres habitantes do ecossistema, o máximo para seu proveito, sem pensar nas conseqüências. Deu no que deu. Desviando rios, aterrando lagoas, contaminando as águas, desmatando, destruindo montanhas e testando bombas atômicas. Assim chegamos ao “xeque-mate” ou pelo menos, a uma “sinuca de bico”.
Nem é preciso um holocausto atômico! Uma cidade inteira pode entrar em falência após um furacão, como aconteceu em Nova Orleans, em 2005, no país mais rico do mundo. De uma hora para outra, todo o progresso tecnológico pode desaparecer sem deixar vestígios, revelando a enorme fragilidade de nossas conquistas.
Destruímos o meio ambiente e com o mesmo descaso tratamos a vida humana. O resultado é um total desequilíbrio. O planeta sofre e reage, e como conseqüência, o ser humano está sofrendo, e sua alma nunca esteve tão doente e distante de nós mesmos. Como construir um caminho seguro e transformador sem olhar a favor do amor e da vida? Temos que redimensionar o mundo a partir de pensamentos e atitudes que usam a ecologia como uma visão interior e espiritual da nossa existência.
Aquecimento global, derretimento dos pólos, inundações, poluição e tantos outros fatores da atualidade precisam ser pensados por ângulos diferentes. Meio ambiente e ações ecológicas significam, no fundo, respeito e interação entre o ser humano e o planeta terra. Aliás, somos parte integrante da natureza e não seres à parte.
Com base no “cada um por si e Deus por todos”, a humanidade se desenvolveu extraindo do meio ambiente e dos outros seres habitantes do ecossistema, o máximo para seu proveito, sem pensar nas conseqüências. Deu no que deu. Desviando rios, aterrando lagoas, contaminando as águas, desmatando, destruindo montanhas e testando bombas atômicas. Assim chegamos ao “xeque-mate” ou pelo menos, a uma “sinuca de bico”.
Nem é preciso um holocausto atômico! Uma cidade inteira pode entrar em falência após um furacão, como aconteceu em Nova Orleans, em 2005, no país mais rico do mundo. De uma hora para outra, todo o progresso tecnológico pode desaparecer sem deixar vestígios, revelando a enorme fragilidade de nossas conquistas.
Destruímos o meio ambiente e com o mesmo descaso tratamos a vida humana. O resultado é um total desequilíbrio. O planeta sofre e reage, e como conseqüência, o ser humano está sofrendo, e sua alma nunca esteve tão doente e distante de nós mesmos. Como construir um caminho seguro e transformador sem olhar a favor do amor e da vida? Temos que redimensionar o mundo a partir de pensamentos e atitudes que usam a ecologia como uma visão interior e espiritual da nossa existência.
O risco de escassez de água é um problema sério para a humanidade
por Lucas Antun
O aquecimento global não é mais a única ameaça à vida no planeta. A “crise da água” já compromete as condições de vida e saúde de uma ampla parcela da população. A falta d'água já afeta algumas partes do mundo e até o ano 2050, as previsões são sombrias. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que 50 países enfrentarão crise no abastecimento de água.
Na China, por exemplo, o suprimento de água já está acabando. A demanda da industria e da agronomia e a população de 1,2 bilhão de habitantes fazem com que os chineses andem vários quilômetros por dia para conseguir água.
A Índia, com uma população de 1 bilhão de habitantes está enfrentando o dilema da água, e isso foi constatado com o esgotamento hídrico do rio Ganges que é o maior afluente dentro do país.
Estudos apontam que dentro de 40 anos só existirá água doce para consumo doméstico no Oriente Médio, que incluem países como Israel, Jordânia, Arábia Saudita e Kuwait. As atividades agrícolas e industriais terão de fazer uso de esgoto tratado.
No norte da África, local que abrange países situados no deserto do Saara, tais como: Argélia e Líbia a quantidade de água disponível por pessoa vai está reduzida em 80%. O presidente do Instituto Internacional de Ecologia de São Carlos. José Galizia Tundizi, diz que em 2050 haverá 30 megacidades em todo o mundo, cada uma com mais de 8 milhoes de habitantes e mais 500 cidades com 1 milhão de habitantes.
O quadro se agravou com a linha histórica do uso inadequado dos recursos hídricos, isso se deu por conta da poluição de mananciais e do manejo insensato. E ficará mais complicado nos próximos anos. Com o inchaço populacional nas áreas urbanas a demanda e a procura por água potável aumentará.
O aquecimento global não é mais a única ameaça à vida no planeta. A “crise da água” já compromete as condições de vida e saúde de uma ampla parcela da população. A falta d'água já afeta algumas partes do mundo e até o ano 2050, as previsões são sombrias. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que 50 países enfrentarão crise no abastecimento de água.
Na China, por exemplo, o suprimento de água já está acabando. A demanda da industria e da agronomia e a população de 1,2 bilhão de habitantes fazem com que os chineses andem vários quilômetros por dia para conseguir água.
A Índia, com uma população de 1 bilhão de habitantes está enfrentando o dilema da água, e isso foi constatado com o esgotamento hídrico do rio Ganges que é o maior afluente dentro do país.
Estudos apontam que dentro de 40 anos só existirá água doce para consumo doméstico no Oriente Médio, que incluem países como Israel, Jordânia, Arábia Saudita e Kuwait. As atividades agrícolas e industriais terão de fazer uso de esgoto tratado.
No norte da África, local que abrange países situados no deserto do Saara, tais como: Argélia e Líbia a quantidade de água disponível por pessoa vai está reduzida em 80%. O presidente do Instituto Internacional de Ecologia de São Carlos. José Galizia Tundizi, diz que em 2050 haverá 30 megacidades em todo o mundo, cada uma com mais de 8 milhoes de habitantes e mais 500 cidades com 1 milhão de habitantes.
O quadro se agravou com a linha histórica do uso inadequado dos recursos hídricos, isso se deu por conta da poluição de mananciais e do manejo insensato. E ficará mais complicado nos próximos anos. Com o inchaço populacional nas áreas urbanas a demanda e a procura por água potável aumentará.
A Responsabilidade Sócio-ambiental
Por Elionardo Lunas
Adotado desde a década de 90 por algumas escolas e empresas privadas, a responsabilidade sócio-ambiental tem como objetivo: trazer responsabilidade social e a preservação ambiental, ou seja, fazer com que a sociedade tenha uma melhor inclusão, tanto social, como digital, e também desenvolver a importância da preservação ambiental.
Hoje, a preocupação primordial das empresas e escolas é criação de projetos ambientais como coleta seletiva de lixo e educação ambiental. Projetos que apresentam inovações, não apenas no trabalho, mas também para a transformação em diversos setores da vida.
Os movimentos ambientalistas vêm combatendo as empresas que usam de maneira intensa e quase predatória os recursos naturais, sem preocupação com os possíveis danos. Fazendo com que cada empresa desenvolva projetos, na qual visem a preservação e não a destruição ambiental. Com intuito de ganhar a confiança dos clientes, muitos órgãos procuram se adaptar a essa nova tendência mundial. Buscam seguir regras de qualidade idealizadas pelo programa I.S.O.14000 e pelo Instituto Ethos.
O consumo consciente e a reciclagem de lixo, são medidas simples que cada um pode desenvolver no seu dia-a-dia e que é primordial para a preservação do planeta. Mas vale citar a importância e a necessidade de uma parceria entre o Governo e as pessoas, para busca de soluções para os problemas sócio-ambientais, tornando assim, um ambiente melhor para todos.
Adotado desde a década de 90 por algumas escolas e empresas privadas, a responsabilidade sócio-ambiental tem como objetivo: trazer responsabilidade social e a preservação ambiental, ou seja, fazer com que a sociedade tenha uma melhor inclusão, tanto social, como digital, e também desenvolver a importância da preservação ambiental.
Hoje, a preocupação primordial das empresas e escolas é criação de projetos ambientais como coleta seletiva de lixo e educação ambiental. Projetos que apresentam inovações, não apenas no trabalho, mas também para a transformação em diversos setores da vida.
Os movimentos ambientalistas vêm combatendo as empresas que usam de maneira intensa e quase predatória os recursos naturais, sem preocupação com os possíveis danos. Fazendo com que cada empresa desenvolva projetos, na qual visem a preservação e não a destruição ambiental. Com intuito de ganhar a confiança dos clientes, muitos órgãos procuram se adaptar a essa nova tendência mundial. Buscam seguir regras de qualidade idealizadas pelo programa I.S.O.14000 e pelo Instituto Ethos.
O consumo consciente e a reciclagem de lixo, são medidas simples que cada um pode desenvolver no seu dia-a-dia e que é primordial para a preservação do planeta. Mas vale citar a importância e a necessidade de uma parceria entre o Governo e as pessoas, para busca de soluções para os problemas sócio-ambientais, tornando assim, um ambiente melhor para todos.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
O consumismo também leva à degradação ambiental
Por Tatiana Soares
É preciso diferenciar o consumo do consumismo. Sabemos que o consumo é necessário para a nossa sobrevivência. Já o consumismo está associado ao exagero e ao que é supérfluo.
A industrialização criou no mundo uma mentalidade de que quanto mais se consome, mais se têm garantias de bem-estar e de valorização diante da sociedade. Hoje em dia, as pessoas dão mais valor pelo que se tem, e não de quem elas realmente são.
Atualmente o mundo sofre com o consumismo das compras impensadas. E isso esgota os recursos naturais, sendo que a natureza é, e sempre será a única fonte de matéria-prima para o ser humano.
As roupas que usamos saem da flora, o relógio e os óculos dos minerais. O papel e os móveis são extraídos da madeira das árvores. Então, se continuarmos a pensar nas nossas necessidades veremos que tudo provém da natureza. Para as indústrias quanto mais se consome mais se fabrica, e isso é lucro, mas o meio ambiente não lucra com nada disso.
Temos a idéia de que os recursos naturais são inesgotáveis, que é um grave engano. Estamos caminhando para um colapso ambiental e a prova disso são as mudanças climáticas que estão ocorrendo no Planeta.
A sociedade consumista está esgotando a natureza em proporções gigantescas, e é bom recordar que a capacidade de regeneração da natureza é lenta, isso quando não são renováveis. O que leva o meio ambiente a um esgotamento de difícil reversão.
O volume de lixo e entulho produzido pela sociedade moderna vem crescendo de forma assustadora. Não há mais espaço para depositá-lo e o seu acúmulo contamina os solos, rios, mares e lençóis freáticos.
Estamos chegando ao nosso limite. O clima nos dá sinais diariamente, de que fomos longe demais. Será possível voltar atrás? Temos que tomar consciência e atitude, é preciso sair do comodismo e, assim, deixarmos de pensar que o problema não é conosco e começarmos a agir para que as gerações futuras tenham um lugar digno para viver, ou melhor, um lugar para viver.
É preciso diferenciar o consumo do consumismo. Sabemos que o consumo é necessário para a nossa sobrevivência. Já o consumismo está associado ao exagero e ao que é supérfluo.
A industrialização criou no mundo uma mentalidade de que quanto mais se consome, mais se têm garantias de bem-estar e de valorização diante da sociedade. Hoje em dia, as pessoas dão mais valor pelo que se tem, e não de quem elas realmente são.
Atualmente o mundo sofre com o consumismo das compras impensadas. E isso esgota os recursos naturais, sendo que a natureza é, e sempre será a única fonte de matéria-prima para o ser humano.
As roupas que usamos saem da flora, o relógio e os óculos dos minerais. O papel e os móveis são extraídos da madeira das árvores. Então, se continuarmos a pensar nas nossas necessidades veremos que tudo provém da natureza. Para as indústrias quanto mais se consome mais se fabrica, e isso é lucro, mas o meio ambiente não lucra com nada disso.
Temos a idéia de que os recursos naturais são inesgotáveis, que é um grave engano. Estamos caminhando para um colapso ambiental e a prova disso são as mudanças climáticas que estão ocorrendo no Planeta.
A sociedade consumista está esgotando a natureza em proporções gigantescas, e é bom recordar que a capacidade de regeneração da natureza é lenta, isso quando não são renováveis. O que leva o meio ambiente a um esgotamento de difícil reversão.
O volume de lixo e entulho produzido pela sociedade moderna vem crescendo de forma assustadora. Não há mais espaço para depositá-lo e o seu acúmulo contamina os solos, rios, mares e lençóis freáticos.
Estamos chegando ao nosso limite. O clima nos dá sinais diariamente, de que fomos longe demais. Será possível voltar atrás? Temos que tomar consciência e atitude, é preciso sair do comodismo e, assim, deixarmos de pensar que o problema não é conosco e começarmos a agir para que as gerações futuras tenham um lugar digno para viver, ou melhor, um lugar para viver.
De olho na ecologia urbana
Por Priscilla Freitas
Há muito tempo ouve-se falar de ecologia. Mas de uns anos para cá com o crescimento contínuo das cidades, tem se falado muito em ecologia urbana. Quando ouvimos falar de ecologia urbana, não se trata apenas da despoluição de mares e rios ou o ato de plantar uma árvore. Hoje a preocupação é bem maior.
A emissão gazes nocivos à camada de ozônio e impermeabilização do solo, também são problemas sérios, e têm impacto direto com a vida da população. Essas são algumas das expressões de poluição inseridas na rotina diária das grandes cidades.
Atualmente a maioria da população mundial concentra-se nas cidades. No Brasil, quase 90% dos habitantes mora nas grandes metrópoles, onde há o maior número de poluição no país. É um número muito alto, e mostra que soluções terão de ser tomadas para preservar o nosso ecossistema.
O uso indevido dos recursos naturais, como o da energia elétrica, da água, o despejo de lixo no meio ambiente, são fatores que fazem parte da vida das pessoas que residem nas metrópoles, e são problemas que tem quer ser solucionados. Não se pode ficar cultivando idéias antigas e ultrapassadas, é necessário ousar, ter uma visão á frente para que haja soluções para esses problemas, e que vêm aumentando junto com o crescimento das cidades.
É incrível como o homem tem poder de destruição. Como pode destruir seu próprio “habitat” e achar que todas as coisas que acontecem com o meio ambiente é um acaso do destino ou uma fatalidade. É pouco provável que aquele que destrói com tanta facilidade e rapidez o meio em onde vive, venha se preocupar com a sua preservação. Mas tudo pode acontecer, isso não é um fato isolado, pode ser possível que essa preocupação aconteça, desde que exista à vontade da população, e que ela se envolva de forma séria e planejada em projetos que cuidem do meio ambiente. Dessa maneira podemos ter uma nova consciência, e a necessidade de mudança de nossos hábitos e costumes.
É preciso uma reflexão urgente de nossos atos para cuidarmos melhor do ecossistema, pois não queremos que as ações de hoje, sejam as catástrofes amanhã, como vemos e ouvimos todos os dias nos noticiários.
Há muito tempo ouve-se falar de ecologia. Mas de uns anos para cá com o crescimento contínuo das cidades, tem se falado muito em ecologia urbana. Quando ouvimos falar de ecologia urbana, não se trata apenas da despoluição de mares e rios ou o ato de plantar uma árvore. Hoje a preocupação é bem maior.
A emissão gazes nocivos à camada de ozônio e impermeabilização do solo, também são problemas sérios, e têm impacto direto com a vida da população. Essas são algumas das expressões de poluição inseridas na rotina diária das grandes cidades.
Atualmente a maioria da população mundial concentra-se nas cidades. No Brasil, quase 90% dos habitantes mora nas grandes metrópoles, onde há o maior número de poluição no país. É um número muito alto, e mostra que soluções terão de ser tomadas para preservar o nosso ecossistema.
O uso indevido dos recursos naturais, como o da energia elétrica, da água, o despejo de lixo no meio ambiente, são fatores que fazem parte da vida das pessoas que residem nas metrópoles, e são problemas que tem quer ser solucionados. Não se pode ficar cultivando idéias antigas e ultrapassadas, é necessário ousar, ter uma visão á frente para que haja soluções para esses problemas, e que vêm aumentando junto com o crescimento das cidades.
É incrível como o homem tem poder de destruição. Como pode destruir seu próprio “habitat” e achar que todas as coisas que acontecem com o meio ambiente é um acaso do destino ou uma fatalidade. É pouco provável que aquele que destrói com tanta facilidade e rapidez o meio em onde vive, venha se preocupar com a sua preservação. Mas tudo pode acontecer, isso não é um fato isolado, pode ser possível que essa preocupação aconteça, desde que exista à vontade da população, e que ela se envolva de forma séria e planejada em projetos que cuidem do meio ambiente. Dessa maneira podemos ter uma nova consciência, e a necessidade de mudança de nossos hábitos e costumes.
É preciso uma reflexão urgente de nossos atos para cuidarmos melhor do ecossistema, pois não queremos que as ações de hoje, sejam as catástrofes amanhã, como vemos e ouvimos todos os dias nos noticiários.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Os prejuízos da Depredação nas escolas do DF
por Elionardo Lunas
Casos de violência de alunos contra professores, agressões verbais, uso de armas e entorpecentes, e também a questão da depredação dos prédios escolares. São alguns temas que os meios de comunicação tem noticiado com bastante freqüência.
O vandalismo nas escolas públicas do Distrito Federal tem trazido muitos prejuízos aos cofres públicos. Prejuízos esses causados pelos próprios alunos, que quebram vidros, cadeiras, pincham as paredes. Cerca de 70 mil Reais são gastos a cada ano letivo para fazer os reparos de escolas e suas instalações.
Os recursos que hoje são gastos para solucionar os problemas gerados pelas depredações, segundo o núcleo de recuperação mobiliário escolar, seria suficiente para construir cinco novas escolas, cada uma com 12 salas, idênticas a escola classe que existem em Arapongas, em Planaltina.
É necessário que haja uma conscientização e incentivo desde cedo, e principalmente dentro do lar pelos pais. É preciso impor limites dentro de casa, para que a criança quando começar a freqüentar a escola já tenha consciência da importância de cuidar e preservar do ambiente escolar, como declarou o sociólogo da Universidade de Brasília (UNB), Flávio Testa, em um artigo sobre vandalismo. No artigo ele aponta que a raiz do vandalismo está dentro das famílias. E que a falta de limites na infância é a principal falha na educação. O professor afirma que hoje a educação é muito permissiva e que . Uma criança que não respeita pai e mãe dificilmente terá um bom comportamento nas escolas. Para ele, objetos. A falta de limites na educação faz com que a criança reproduza esse comportamento na adolescência e na fase adulta.
Essa conscientização já vem sendo trabalhada por algumas escolas, como é o caso do Centro Educacional 02 de Taguatinga, que é um modelo a ser seguido , a escola faz com que os próprios alunos concertem as cadeiras quebradas, e mostra na prática a importância de cuidar e preservar o ambiente escolar.
Casos de violência de alunos contra professores, agressões verbais, uso de armas e entorpecentes, e também a questão da depredação dos prédios escolares. São alguns temas que os meios de comunicação tem noticiado com bastante freqüência.
O vandalismo nas escolas públicas do Distrito Federal tem trazido muitos prejuízos aos cofres públicos. Prejuízos esses causados pelos próprios alunos, que quebram vidros, cadeiras, pincham as paredes. Cerca de 70 mil Reais são gastos a cada ano letivo para fazer os reparos de escolas e suas instalações.
Os recursos que hoje são gastos para solucionar os problemas gerados pelas depredações, segundo o núcleo de recuperação mobiliário escolar, seria suficiente para construir cinco novas escolas, cada uma com 12 salas, idênticas a escola classe que existem em Arapongas, em Planaltina.
É necessário que haja uma conscientização e incentivo desde cedo, e principalmente dentro do lar pelos pais. É preciso impor limites dentro de casa, para que a criança quando começar a freqüentar a escola já tenha consciência da importância de cuidar e preservar do ambiente escolar, como declarou o sociólogo da Universidade de Brasília (UNB), Flávio Testa, em um artigo sobre vandalismo. No artigo ele aponta que a raiz do vandalismo está dentro das famílias. E que a falta de limites na infância é a principal falha na educação. O professor afirma que hoje a educação é muito permissiva e que . Uma criança que não respeita pai e mãe dificilmente terá um bom comportamento nas escolas. Para ele, objetos. A falta de limites na educação faz com que a criança reproduza esse comportamento na adolescência e na fase adulta.
Essa conscientização já vem sendo trabalhada por algumas escolas, como é o caso do Centro Educacional 02 de Taguatinga, que é um modelo a ser seguido , a escola faz com que os próprios alunos concertem as cadeiras quebradas, e mostra na prática a importância de cuidar e preservar o ambiente escolar.
domingo, 7 de setembro de 2008
Professores desestimulados pela violência
por Priscilla Freitas
Quase que diariamente vemos notícias sobre a violência nas escolas públicas e privadas, contra professores, funcionários e alunos. Agressões verbais, físicas, e furtos fazem parte da rotina.
A escola, onde se construía um futuro. Quadro negro, cadernos, lápis e borrachas que faziam parte da educação, hoje são substituídos por armas de fogo, tráfico de drogas e ações de gangues.
As ameaças sofridas pelos professores são feitas dentro da própria sala de aula. No entanto, a maioria dos educadores afirma não ter conhecimento da atuação de gangues na escola. Bem como dizem ignorar o tráfico de drogas dentro das dependências escolares. Com medo de represálias, muitos professores preferem se calar.
Uma pesquisa feita pelo Ministério da Educação e pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, à ciência e a cultura) mostra que a violência contra professores e funcionários tem aumentado de forma significativa. Cerca de 30% deles afirmam já terem visto arma de fogo nas mãos de alunos.
A violência dos alunos é, muitas vezes, fruto de insucesso escolar e de um ambiente familiar problemático. Eles não são orientados quanto à sua postura na escola, no grupo de amigos e na própria família. Com uma visão equivocada de seus direitos e deveres, acreditam que seus atos podem ficar impunes baseados na proteção que o Estatuto da Criança e do Adolescente oferecem.
Além disso, a escola nem sempre está preparada para trabalhar com certas questões de violência. Professores enfrentam situações constrangedoras e uma carga de trabalho muito elevada . fatores que desestimulam a sua atuação como mestre e educador, os tornam impotentes para resolver a questão educacional.
Quase que diariamente vemos notícias sobre a violência nas escolas públicas e privadas, contra professores, funcionários e alunos. Agressões verbais, físicas, e furtos fazem parte da rotina.
A escola, onde se construía um futuro. Quadro negro, cadernos, lápis e borrachas que faziam parte da educação, hoje são substituídos por armas de fogo, tráfico de drogas e ações de gangues.
As ameaças sofridas pelos professores são feitas dentro da própria sala de aula. No entanto, a maioria dos educadores afirma não ter conhecimento da atuação de gangues na escola. Bem como dizem ignorar o tráfico de drogas dentro das dependências escolares. Com medo de represálias, muitos professores preferem se calar.
Uma pesquisa feita pelo Ministério da Educação e pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, à ciência e a cultura) mostra que a violência contra professores e funcionários tem aumentado de forma significativa. Cerca de 30% deles afirmam já terem visto arma de fogo nas mãos de alunos.
A violência dos alunos é, muitas vezes, fruto de insucesso escolar e de um ambiente familiar problemático. Eles não são orientados quanto à sua postura na escola, no grupo de amigos e na própria família. Com uma visão equivocada de seus direitos e deveres, acreditam que seus atos podem ficar impunes baseados na proteção que o Estatuto da Criança e do Adolescente oferecem.
Além disso, a escola nem sempre está preparada para trabalhar com certas questões de violência. Professores enfrentam situações constrangedoras e uma carga de trabalho muito elevada . fatores que desestimulam a sua atuação como mestre e educador, os tornam impotentes para resolver a questão educacional.
sábado, 6 de setembro de 2008
Bullying é uma violência
por Laiz Marinho
" Aos Dezesseis anos de idade precisei abandonar os estudos para fazer tratamentos, fui dada como caso perdido e nem sabia se iria durar até o fim do ano. Sofri bullying durante vários anos em diferentes escolas, tive uma depressão profunda mal diagnosticada que resultou em internação psiquiátrica e quase custou minha vida. Mas resisti! E hoje estou aqui(...),"
Esse é o relato da gaúcha Daniele Vuoto,22, que sofreu e quase morreu por conta do Bullying. Hoje ela é estudante de pedagogia, noiva e dona do blog "No more Bullying Brasil", onde troca idéias, conscientiza e ajuda quem tem ou sofreu com o problema.
O Bullying é uma palavra de origem inglesa que significa todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivações evidentes, adotadas por um ou mais estudantes contra outro ou mais de um. Esse tipo de atitude é a conhecida descriminação dentro da sala de aula e é associado à violência nas escolas e pode ter efeitos irreversíveis como a morte.
É uma ação que ocorre em todos os lugares do mundo, mas começou a ser pesquisada e observada com os trabalhos do professor universitário, Dan Olweus, na Universidade de Bergen, na Noruegua, que teve início na década de 70. O que chamou a atenção do professor foram suas investigações nas escolas sobre os problemas entre os agressores e suas vítimas e a indiferença das instituições em relação aos acontecimentos. Na década de 80, as coisas se agravaram, três jovens entre 10 e 14 anos cometeram suicídio. Esses acontecimentos alertaram as instituições de ensino para o problema.
Mas, mesmo depois de anos de pesquisa e programas de prevenção, ainda não foi possível conter atitudes perigosas que já ocasionaram a morte de vários jovens em todo o mundo.Um exemplo desastroso de Bullying foi o Massacre de Columbine, em abril de 1999, nos EUA. Dois jovens de 17 e 18 anos entraram na escola que estudavam, mataram 13 pessoas e depois se suicidaram. As questões que motivaram o desastre foram à rejeição e as chacotas que alguns colegas faziam em razão das roupas que usavam e do comportamento que os alunos mantinham dentro da escola.
Os jovens tinham sido presos um ano antes do atentado, por arrombamento de um carro e furto de equipamentos eletrônicos do veículo. Foram condenados a prestar 45 horas de serviço comunitário, além de fazer um tratamento psicológico destinado a pessoas que cometem pequenas infrações. Juntando todos esses fatores e os problemas psicológicos que eles já passavam, o inevitável aconteceu. Culpa de quem? Dos pais que não prestaram a atenção? Da escola?
O último levantamento da ABRAPIA (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência), em 2002, envolvendo 5875 mil alunos de 5° a 8° série, de onze escolas do município do Rio de Janeiro, revelou que 40,5% estavam envolvidos diretamente com o Bullying , sendo que 16,9% eram alvos, 10,9% eram alvos/autores e 12,7% autores.
Em agosto deste ano, uma escola particular em Ceilândia-DF, foi condenada a pagar 3 mil reais para a família de um garoto de 8 anos, que sofria com o Bullying. De acordo com a mãe, ele era humilhado e agredido por colegas de turma, e chegava em casa com vários hematomas. A mãe começou a desconfiar quando o filho não queria mais ir à escola. Ao perceber que a situação era crítica procurou os responsáveis pela escola e avisou do problema. Mas a criança continuou sendo agredida.A mãe, então, processou a escola.
Alguns ícones nacionais e internacionais já sentiram na pele o que é ser humilhado por colegas de turma. O rei do rock Elvis Presley, não era bem visto pelos colegas por ser superprotegido, tímido, usava umas roupas coloridas e um cabelo estranho. A maior top model de todos os tempos, Gisele Bundchen, aturava piadinhas sobre o seu nariz e a sua magreza. A atriz Aline Moraes foi apelidada de bocão. O ator Tom Cruise era discriminado por ser disléxico.
Esses são alguns exemplos de superação, mas existem pessoas que não conseguem ajuda para superar o problema e acabam "explodindo", muitas se suicidam ou planejam uma vingança, como foi o caso do Massacre de Columbine.
" Aos Dezesseis anos de idade precisei abandonar os estudos para fazer tratamentos, fui dada como caso perdido e nem sabia se iria durar até o fim do ano. Sofri bullying durante vários anos em diferentes escolas, tive uma depressão profunda mal diagnosticada que resultou em internação psiquiátrica e quase custou minha vida. Mas resisti! E hoje estou aqui(...),"
Esse é o relato da gaúcha Daniele Vuoto,22, que sofreu e quase morreu por conta do Bullying. Hoje ela é estudante de pedagogia, noiva e dona do blog "No more Bullying Brasil", onde troca idéias, conscientiza e ajuda quem tem ou sofreu com o problema.
O Bullying é uma palavra de origem inglesa que significa todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivações evidentes, adotadas por um ou mais estudantes contra outro ou mais de um. Esse tipo de atitude é a conhecida descriminação dentro da sala de aula e é associado à violência nas escolas e pode ter efeitos irreversíveis como a morte.
É uma ação que ocorre em todos os lugares do mundo, mas começou a ser pesquisada e observada com os trabalhos do professor universitário, Dan Olweus, na Universidade de Bergen, na Noruegua, que teve início na década de 70. O que chamou a atenção do professor foram suas investigações nas escolas sobre os problemas entre os agressores e suas vítimas e a indiferença das instituições em relação aos acontecimentos. Na década de 80, as coisas se agravaram, três jovens entre 10 e 14 anos cometeram suicídio. Esses acontecimentos alertaram as instituições de ensino para o problema.
Mas, mesmo depois de anos de pesquisa e programas de prevenção, ainda não foi possível conter atitudes perigosas que já ocasionaram a morte de vários jovens em todo o mundo.Um exemplo desastroso de Bullying foi o Massacre de Columbine, em abril de 1999, nos EUA. Dois jovens de 17 e 18 anos entraram na escola que estudavam, mataram 13 pessoas e depois se suicidaram. As questões que motivaram o desastre foram à rejeição e as chacotas que alguns colegas faziam em razão das roupas que usavam e do comportamento que os alunos mantinham dentro da escola.
Os jovens tinham sido presos um ano antes do atentado, por arrombamento de um carro e furto de equipamentos eletrônicos do veículo. Foram condenados a prestar 45 horas de serviço comunitário, além de fazer um tratamento psicológico destinado a pessoas que cometem pequenas infrações. Juntando todos esses fatores e os problemas psicológicos que eles já passavam, o inevitável aconteceu. Culpa de quem? Dos pais que não prestaram a atenção? Da escola?
O último levantamento da ABRAPIA (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência), em 2002, envolvendo 5875 mil alunos de 5° a 8° série, de onze escolas do município do Rio de Janeiro, revelou que 40,5% estavam envolvidos diretamente com o Bullying , sendo que 16,9% eram alvos, 10,9% eram alvos/autores e 12,7% autores.
Em agosto deste ano, uma escola particular em Ceilândia-DF, foi condenada a pagar 3 mil reais para a família de um garoto de 8 anos, que sofria com o Bullying. De acordo com a mãe, ele era humilhado e agredido por colegas de turma, e chegava em casa com vários hematomas. A mãe começou a desconfiar quando o filho não queria mais ir à escola. Ao perceber que a situação era crítica procurou os responsáveis pela escola e avisou do problema. Mas a criança continuou sendo agredida.A mãe, então, processou a escola.
Alguns ícones nacionais e internacionais já sentiram na pele o que é ser humilhado por colegas de turma. O rei do rock Elvis Presley, não era bem visto pelos colegas por ser superprotegido, tímido, usava umas roupas coloridas e um cabelo estranho. A maior top model de todos os tempos, Gisele Bundchen, aturava piadinhas sobre o seu nariz e a sua magreza. A atriz Aline Moraes foi apelidada de bocão. O ator Tom Cruise era discriminado por ser disléxico.
Esses são alguns exemplos de superação, mas existem pessoas que não conseguem ajuda para superar o problema e acabam "explodindo", muitas se suicidam ou planejam uma vingança, como foi o caso do Massacre de Columbine.
Fácil acesso abre portas para a violência
por Yann Victor
Um dos fatores que contribuem para a violência nas escolas é a facilidade de entrada nas instituições de ensino. A falta de um porteiro e até mesmo de um policial na porta das escolas, facilita o acesso de pessoas estranhas e aumenta o risco da criminalidade. No entanto, alunos, funcionários e professores também podem em algum momento agir de maneira inadequada e até mesmo com violência dentro do ambiente escolar.
A falta de controle rigoroso na entrada portaria das escolas permite que alunos entrem armados com facas, canivetes, revólveres.A deficiência no controle, nas entradas e saídas, dos alunos na escola permite que professores e outros alunos sejam agredidos no ambiente escolar e até mesmo dentro de sala de aula.
O consumo de drogas é um fator que deve ser lembrado já que cada vez mais elas estão sendo consumidas e comercializadas dentro das instituições de ensino. Fator que contribui de forma direta para as ocorrências de agressões. Daí a necessidade que se tem hoje de que existam policiais nas portas das escolas para inibir esse tipo de atitude.
Muitos estudantes não se sentem seguros e preferem não ir para escola. Os professores são cada vez mais desrespeitados e estão assustados. Muitas vezes são obrigados a aprovar alunos porque sofrem ameaças.
Os alunos estão vivendo uma fase crítica dentro das escolas, pois não têm segurança. Esta situação merece ser melhor analisada pelas autoridades competentes. Pois o quadro que se apresenta é muito negativo, uma vez que, observamos que se uma criança ou adolescente não freqüentar a escola a opção que vai restar é a rua. E estando nas ruas eles acabarão aprendendo o que ela tem para ensinar. Logo, eles se transformarão em pessoas sem caráter e até mesmo um criminoso.
Cabe ao Estado brasileiro tomar providências para diminuir esse tipo de incidente dentro das escolas. Havendo um pouco mais de segurança todos se sentiriam mais tranqüilos para freqüentar ambientes escolares.
Um dos fatores que contribuem para a violência nas escolas é a facilidade de entrada nas instituições de ensino. A falta de um porteiro e até mesmo de um policial na porta das escolas, facilita o acesso de pessoas estranhas e aumenta o risco da criminalidade. No entanto, alunos, funcionários e professores também podem em algum momento agir de maneira inadequada e até mesmo com violência dentro do ambiente escolar.
A falta de controle rigoroso na entrada portaria das escolas permite que alunos entrem armados com facas, canivetes, revólveres.A deficiência no controle, nas entradas e saídas, dos alunos na escola permite que professores e outros alunos sejam agredidos no ambiente escolar e até mesmo dentro de sala de aula.
O consumo de drogas é um fator que deve ser lembrado já que cada vez mais elas estão sendo consumidas e comercializadas dentro das instituições de ensino. Fator que contribui de forma direta para as ocorrências de agressões. Daí a necessidade que se tem hoje de que existam policiais nas portas das escolas para inibir esse tipo de atitude.
Muitos estudantes não se sentem seguros e preferem não ir para escola. Os professores são cada vez mais desrespeitados e estão assustados. Muitas vezes são obrigados a aprovar alunos porque sofrem ameaças.
Os alunos estão vivendo uma fase crítica dentro das escolas, pois não têm segurança. Esta situação merece ser melhor analisada pelas autoridades competentes. Pois o quadro que se apresenta é muito negativo, uma vez que, observamos que se uma criança ou adolescente não freqüentar a escola a opção que vai restar é a rua. E estando nas ruas eles acabarão aprendendo o que ela tem para ensinar. Logo, eles se transformarão em pessoas sem caráter e até mesmo um criminoso.
Cabe ao Estado brasileiro tomar providências para diminuir esse tipo de incidente dentro das escolas. Havendo um pouco mais de segurança todos se sentiriam mais tranqüilos para freqüentar ambientes escolares.
O papel da família frente à violência escolar
por Tatiana Soares
A violência que vêem acontecendo nas escolas é reflexo de uma sociedade carente, cheia de conflitos, e de expectativas frustradas. A família que deveria ser à base de preparação, para as pessoas viverem em sociedade, e o berço de educação e aprendizagem têm negligenciado seu papel. A falta de esclarecimento, de valores básicos e da união entre pais, filhos e educadores explica, em grande parte, a violência que atualmente se verifica nas escolas.
Hoje em dia, os pais por estarem sempre em busca da sobrevivência transferem suas obrigações, enquanto responsáveis, para a escola. Deixando assim, o papel de educar somente nas mãos de professores, sem se darem conta que, os valores absorvidos em casa nunca poderão ser substituídos. A escola, dessa forma, se vê obrigada a assumir a responsabilidade na educação de crianças e adolescentes.
A sociedade está cada vez mais violenta, egoísta e materialista. Falta amor, solidariedade, respeito entre as pessoas. Isso faz parte do cotidiano das famílias e conseqüentemente das crianças que por sua vez, são o reflexo do que presenciam no meio em que vivem. Assim absorvem os exemplos, repetindo-os em sociedade, da forma que os adquiriu.
Se os responsáveis têm atitudes violentas, como é possível esperar que a criança respeite professores, funcionários da escola ou mesmo os colegas? Muitos pais e responsáveis estimulam os filhos à competitividade e a agressividade. Eles acreditam que assim formarão pessoas capazes de lidar com o mundo. No entanto, muitas vezes estão, ao contrário, formando cidadãos sem escrúpulos e com uma visão de mundo totalmente negativa.
Quando a criança é agredida na escola, qualquer que seja a forma de agressão, a atitude correta a ser adotada é a de não encorajar a criança a reagir de maneira violenta, mas aconselhá-la a evitar as provocações e pedir ajuda aos responsáveis pela sala de aula ou escola. È necessário serenidade, por parte de pais e educadores para esclarecer a situação e buscar formas de convívio pacífico.
E assim como grande parte da violência na escola começa em casa com a falta de autoridade, ausência de regras, falha no comportamento dos pais e também pelo abandono, abuso e agressões de que as crianças são vítimas. Também é na família que está parte da solução do problema a respeito da violência escolar. Na medida em que a convivência em casa é respeitosa, que há aceitação de regras e valores e equilíbrio afetivo, a responsabilidade se cultiva, de uma forma positiva. E essa atitude é automaticamente transferida para o ambiente escolar.
Os pais devem seguir de perto a atividade dos filhos na escola. O acompanhamento do educando exige atitude responsável, serena e cooperante para avaliar situações e identificar as causas. A colaboração dos pais é indispensável para a escola fazer frente à violência.
Está provado em todo o mundo que as únicas medidas eficazes são aquelas que passam pela atitude, cooperação e união de professores, alunos, familiares, autoridades no combate às causas e na adoção de medidas que solucione a violência escolar.
A violência que vêem acontecendo nas escolas é reflexo de uma sociedade carente, cheia de conflitos, e de expectativas frustradas. A família que deveria ser à base de preparação, para as pessoas viverem em sociedade, e o berço de educação e aprendizagem têm negligenciado seu papel. A falta de esclarecimento, de valores básicos e da união entre pais, filhos e educadores explica, em grande parte, a violência que atualmente se verifica nas escolas.
Hoje em dia, os pais por estarem sempre em busca da sobrevivência transferem suas obrigações, enquanto responsáveis, para a escola. Deixando assim, o papel de educar somente nas mãos de professores, sem se darem conta que, os valores absorvidos em casa nunca poderão ser substituídos. A escola, dessa forma, se vê obrigada a assumir a responsabilidade na educação de crianças e adolescentes.
A sociedade está cada vez mais violenta, egoísta e materialista. Falta amor, solidariedade, respeito entre as pessoas. Isso faz parte do cotidiano das famílias e conseqüentemente das crianças que por sua vez, são o reflexo do que presenciam no meio em que vivem. Assim absorvem os exemplos, repetindo-os em sociedade, da forma que os adquiriu.
Se os responsáveis têm atitudes violentas, como é possível esperar que a criança respeite professores, funcionários da escola ou mesmo os colegas? Muitos pais e responsáveis estimulam os filhos à competitividade e a agressividade. Eles acreditam que assim formarão pessoas capazes de lidar com o mundo. No entanto, muitas vezes estão, ao contrário, formando cidadãos sem escrúpulos e com uma visão de mundo totalmente negativa.
Quando a criança é agredida na escola, qualquer que seja a forma de agressão, a atitude correta a ser adotada é a de não encorajar a criança a reagir de maneira violenta, mas aconselhá-la a evitar as provocações e pedir ajuda aos responsáveis pela sala de aula ou escola. È necessário serenidade, por parte de pais e educadores para esclarecer a situação e buscar formas de convívio pacífico.
E assim como grande parte da violência na escola começa em casa com a falta de autoridade, ausência de regras, falha no comportamento dos pais e também pelo abandono, abuso e agressões de que as crianças são vítimas. Também é na família que está parte da solução do problema a respeito da violência escolar. Na medida em que a convivência em casa é respeitosa, que há aceitação de regras e valores e equilíbrio afetivo, a responsabilidade se cultiva, de uma forma positiva. E essa atitude é automaticamente transferida para o ambiente escolar.
Os pais devem seguir de perto a atividade dos filhos na escola. O acompanhamento do educando exige atitude responsável, serena e cooperante para avaliar situações e identificar as causas. A colaboração dos pais é indispensável para a escola fazer frente à violência.
Está provado em todo o mundo que as únicas medidas eficazes são aquelas que passam pela atitude, cooperação e união de professores, alunos, familiares, autoridades no combate às causas e na adoção de medidas que solucione a violência escolar.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
O movimento estudantil na ditadura
por Tatiana Marques
Quem nunca sentou em uma roda de família, ou de amigos e ouviram seus tios, pais ou até mesmo seus amigos mais velhos falarem sobre a ditadura militar e o movimento estudantil. Um passado bem presente, alguns falam com certo orgulho das passeatas, das lutas, por incrível que pareça houve aqueles que gostaram da forma de governo, claro que em número bem menor.
Falo de um tempo em que o silêncio falou mais alto que a própria voz. Aqueles que mencionassem qualquer coisa que não fosse do interesse dos poderosos simplesmente não se viam mais, desapareciam como a água que evapora; estou falando de um tempo que não se podia ter desejo, nem opinião, éramos apenas mais um na multidão, sem a essência do ser humano que deseja, do desejo nasce uma ação, e da ação a uma mudança, e da mudança a democracia.
Mas neste mesmo tempo de repreensão, houve aqueles que arriscaram de peito aberto, não fecharam a boca e a voz ecoava, era uma farpa no dedo daqueles que detinham o poder, que saia nas ruas em busca da sua liberdade de expressão, que não se deixava por vencidos, corria riscos que fosse, lutaram bravamente, mesmo que para isso tivessem que ficar alguns dias na prisão. Algo tinha que ser feito.
Estou falando daqueles que foram exilados para não serem mortos, que perderam companheiros de luta, estou falando de nada menos do que o movimento estudantil.
Há hoje poucos movimentos estudantis, mas não com a intensidade daquela época. Quem dera pudesse existir nos dias atuais movimentos como aqueles, para lutar pelo nosso país, por um futuro melhor, e para um país digno de se viver.
Quem nunca sentou em uma roda de família, ou de amigos e ouviram seus tios, pais ou até mesmo seus amigos mais velhos falarem sobre a ditadura militar e o movimento estudantil. Um passado bem presente, alguns falam com certo orgulho das passeatas, das lutas, por incrível que pareça houve aqueles que gostaram da forma de governo, claro que em número bem menor.
Falo de um tempo em que o silêncio falou mais alto que a própria voz. Aqueles que mencionassem qualquer coisa que não fosse do interesse dos poderosos simplesmente não se viam mais, desapareciam como a água que evapora; estou falando de um tempo que não se podia ter desejo, nem opinião, éramos apenas mais um na multidão, sem a essência do ser humano que deseja, do desejo nasce uma ação, e da ação a uma mudança, e da mudança a democracia.
Mas neste mesmo tempo de repreensão, houve aqueles que arriscaram de peito aberto, não fecharam a boca e a voz ecoava, era uma farpa no dedo daqueles que detinham o poder, que saia nas ruas em busca da sua liberdade de expressão, que não se deixava por vencidos, corria riscos que fosse, lutaram bravamente, mesmo que para isso tivessem que ficar alguns dias na prisão. Algo tinha que ser feito.
Estou falando daqueles que foram exilados para não serem mortos, que perderam companheiros de luta, estou falando de nada menos do que o movimento estudantil.
Há hoje poucos movimentos estudantis, mas não com a intensidade daquela época. Quem dera pudesse existir nos dias atuais movimentos como aqueles, para lutar pelo nosso país, por um futuro melhor, e para um país digno de se viver.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
O DCE e sua importância na mobilização estudantil
por Leonardo Passos
O DCE (Diretório Central dos Estudantes) é um instrumento de representação dos alunos onde se debate assuntos referentes à vida estudantil e defender o direito a uma infra-estrutura necessária a se ter uma qualidade de ensino melhor. Tem como papel principal, junto com os C. A’s (Centros Acadêmicos), é discutir, debater, estudar, definir e lutar pelos interesses do conjunto de estudantes da Universidade: a qualidade do ensino e a saúde da Universidade expressa no crescimento e no caráter educacional da instituição.
O Diretório representa o corpo discente na reitoria e nos governos, levando suas reivindicações, propostas e idéias. E também é por meio dele que os estudantes devem dar sua contribuição para conquistar uma sociedade mais justa e promover a integração dos alunos da universidade, pondo em contatos idéias, trabalhos, pessoas e experiências de todo o universo estudantil. É através do DCE, que o estudante pode garantir com força seus direitos, primar pela qualidade de ensino, por mensalidades justas e pelo respeito à classe estudantil.
Com o objetivo de defender exclusivamente os interesses dos estudantes, lutar por propostas que visam melhorar o dia-a-dia dos estudantes da instituição, criar uma política cultural efetiva que contemple as mais diversas manifestações artístico-culturais e que o DCE torna-se um canal central de comunicação efetivo entre os alunos da instituição. Enfim, tem uma grande importância, e em alguns momentos da história do movimento estudantil ele foi importante para defender os interesses dos estudantes nos regimes autoritários de alguns governos e reitores de instituições de ensino, visando sempre uma qualidade no ensino.
O DCE (Diretório Central dos Estudantes) é um instrumento de representação dos alunos onde se debate assuntos referentes à vida estudantil e defender o direito a uma infra-estrutura necessária a se ter uma qualidade de ensino melhor. Tem como papel principal, junto com os C. A’s (Centros Acadêmicos), é discutir, debater, estudar, definir e lutar pelos interesses do conjunto de estudantes da Universidade: a qualidade do ensino e a saúde da Universidade expressa no crescimento e no caráter educacional da instituição.
O Diretório representa o corpo discente na reitoria e nos governos, levando suas reivindicações, propostas e idéias. E também é por meio dele que os estudantes devem dar sua contribuição para conquistar uma sociedade mais justa e promover a integração dos alunos da universidade, pondo em contatos idéias, trabalhos, pessoas e experiências de todo o universo estudantil. É através do DCE, que o estudante pode garantir com força seus direitos, primar pela qualidade de ensino, por mensalidades justas e pelo respeito à classe estudantil.
Com o objetivo de defender exclusivamente os interesses dos estudantes, lutar por propostas que visam melhorar o dia-a-dia dos estudantes da instituição, criar uma política cultural efetiva que contemple as mais diversas manifestações artístico-culturais e que o DCE torna-se um canal central de comunicação efetivo entre os alunos da instituição. Enfim, tem uma grande importância, e em alguns momentos da história do movimento estudantil ele foi importante para defender os interesses dos estudantes nos regimes autoritários de alguns governos e reitores de instituições de ensino, visando sempre uma qualidade no ensino.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Breve história do Movimento Estudantil
Por Priscilla Vasconcelos
O movimento estudantil universitário, no Brasil, tomou força a partir do final da década de 50 e tornou-se um importante fator político nos anos 60 e 70. Grandes quantidades de estudantes aderiram ao movimento, que tinha como principal objetivo expressar opiniões e reivindicações por meio de protestos.
Com essa voz ativa, capaz de persuadir as massas estudantis, o movimento crescia expressivamente, atingindo e influenciando, de forma direta, a política brasileira. Acelerou de forma exponencial o surgimento e a expansão de universidades e faculdades, contribuindo, também, para o crescimento intelectual do país.
O discurso dos líderes do movimento estudantil era, então, baseado na ideologia marxista. Com essa visão esquerdista, os estudantes saíram em busca de melhorias para o sistema de ensino superior. O início da década 60 foi marcado por uma das mais importantes reivindicações do movimento: a Reforma da Universidade.
Em 1964, com o golpe militar, o movimento estudantil foi fortemente reprimido. Desse modo, os protestos contra os governos militares foram o principal foco do movimento. A coerção política desarticulou o movimento, jogando na ilegalidade os DCEs (diretórios centrais estudantis), as UEEs (uniões estaduais dos estudantes) e a UNE (união nacional dos estudantes).
Na década de 70 houve uma reestruturação do movimento estudantil. No entanto, as reivindicações de caráter político foram as mais expressivas. Nos ano de 1992, os caras-pintadas foram às ruas das grandes cidades do país para protestar contra o governo de Fernando Collor de Mello. Aquele foi o último movimento estudantil significativo, da história do país.
Atualmente, parece que os jovens universitários desconhecem sua força e não se preocupam nem com a qualidade do ensino e nem com o futuro político da sociedade brasileira. As faculdades manipulam os alunos e os fazem reféns de uma situação que beneficia somente a elas próprias. Ao aluno apático resta abaixar a cabeça e digerir toda reclamação que porventura tenha para fazer.
É necessário que a comunidade dos estudantes universitários tome consciência de sua força e se organizem para saírem em defesa de seus próprios interesses. Somente dessa forma a força do movimento estudantil voltará a interferir de maneira significativa, tanto nas questões do ensino superior, quanto nas decisões políticas do país.
O movimento estudantil universitário, no Brasil, tomou força a partir do final da década de 50 e tornou-se um importante fator político nos anos 60 e 70. Grandes quantidades de estudantes aderiram ao movimento, que tinha como principal objetivo expressar opiniões e reivindicações por meio de protestos.
Com essa voz ativa, capaz de persuadir as massas estudantis, o movimento crescia expressivamente, atingindo e influenciando, de forma direta, a política brasileira. Acelerou de forma exponencial o surgimento e a expansão de universidades e faculdades, contribuindo, também, para o crescimento intelectual do país.
O discurso dos líderes do movimento estudantil era, então, baseado na ideologia marxista. Com essa visão esquerdista, os estudantes saíram em busca de melhorias para o sistema de ensino superior. O início da década 60 foi marcado por uma das mais importantes reivindicações do movimento: a Reforma da Universidade.
Em 1964, com o golpe militar, o movimento estudantil foi fortemente reprimido. Desse modo, os protestos contra os governos militares foram o principal foco do movimento. A coerção política desarticulou o movimento, jogando na ilegalidade os DCEs (diretórios centrais estudantis), as UEEs (uniões estaduais dos estudantes) e a UNE (união nacional dos estudantes).
Na década de 70 houve uma reestruturação do movimento estudantil. No entanto, as reivindicações de caráter político foram as mais expressivas. Nos ano de 1992, os caras-pintadas foram às ruas das grandes cidades do país para protestar contra o governo de Fernando Collor de Mello. Aquele foi o último movimento estudantil significativo, da história do país.
Atualmente, parece que os jovens universitários desconhecem sua força e não se preocupam nem com a qualidade do ensino e nem com o futuro político da sociedade brasileira. As faculdades manipulam os alunos e os fazem reféns de uma situação que beneficia somente a elas próprias. Ao aluno apático resta abaixar a cabeça e digerir toda reclamação que porventura tenha para fazer.
É necessário que a comunidade dos estudantes universitários tome consciência de sua força e se organizem para saírem em defesa de seus próprios interesses. Somente dessa forma a força do movimento estudantil voltará a interferir de maneira significativa, tanto nas questões do ensino superior, quanto nas decisões políticas do país.
UNE e a luta pelos estudantes
por Gicele da Silva
A união nacional dos estudantes (UNE) é a principal entidade estudantil brasileira, fundada em 1937. É representada por estudantes do ensino superior e têm sede principal em São Paulo e sub-sedes no Rio de Janeiro e Goiás.
De acordo com a União da Juventude Socialista, um grupo organizado que encabeça a direção majoritária da entidade, afirma que a UNE é a maior promotora atual de mobilização estudantil.
O objetivo da UNE é discutir propostas para o desenvolvimento do Brasil na questão da educação. Mobilizar os jovens na procura de seus direitos, resgatar e trazer ao público o conhecimento de vários aspectos importantes.
A UNE mantém o portal Estudante Net, é um canal privilegiado de informações para os jovens. O foco é repercutir e fazer com que os estudantes participem das principais discussões a respeito da sociedade brasileira. A UNE foi responsável por grandes conquistas do direito dos estudantes, como: carteirinha estudantil e meia-entrada. E maior prova de mobilização aconteceu em 1992. Com a força os estudantes ultrapassaram os limites da sala de aula e saíram às ruas no Impeachment do Presidente na época, Fernando Collor.
Apesar de muitas dificuldades a UNE vem se superando a cada dia. E nós, como estudantes devemos nos unir e lutar pelos nossos direitos e por nossos ideais.
Site: http://www.une.org.br/
A união nacional dos estudantes (UNE) é a principal entidade estudantil brasileira, fundada em 1937. É representada por estudantes do ensino superior e têm sede principal em São Paulo e sub-sedes no Rio de Janeiro e Goiás.
De acordo com a União da Juventude Socialista, um grupo organizado que encabeça a direção majoritária da entidade, afirma que a UNE é a maior promotora atual de mobilização estudantil.
O objetivo da UNE é discutir propostas para o desenvolvimento do Brasil na questão da educação. Mobilizar os jovens na procura de seus direitos, resgatar e trazer ao público o conhecimento de vários aspectos importantes.
A UNE mantém o portal Estudante Net, é um canal privilegiado de informações para os jovens. O foco é repercutir e fazer com que os estudantes participem das principais discussões a respeito da sociedade brasileira. A UNE foi responsável por grandes conquistas do direito dos estudantes, como: carteirinha estudantil e meia-entrada. E maior prova de mobilização aconteceu em 1992. Com a força os estudantes ultrapassaram os limites da sala de aula e saíram às ruas no Impeachment do Presidente na época, Fernando Collor.
Apesar de muitas dificuldades a UNE vem se superando a cada dia. E nós, como estudantes devemos nos unir e lutar pelos nossos direitos e por nossos ideais.
Site: http://www.une.org.br/
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Politização dos Estudantes
por Elionardo Lunas
Como o termo politização não se quer falar de "partidarização". Seria mesmo ilógico que cada universidade ou faculdade se filiasse a um partido político. A intenção é criar nos atores do processo educativo a consciência de um direito socialmente engajado, comprometido com a realização da democracia e dos direitos humanos. Ou seja, usar a educação como mola propulsora para despertar em cada estudante a importância de criticar e opinar sobre discursos que os políticos usam para se eleger.
Os países que mais cresceram nas últimas décadas conseguiram isso por investirem na educação. Por isso, a educação deve funcionar como instrumento que realmente permita os estudantes a pensar sobre a realidade nacional e se posicionar quanto a ela. E sendo isso realizado na prática, a politização acontecerá naturalmente.
Mas vale lembrar que, o exercício da troca de idéias, da percepção, diferença de pensamentos e da pluralidade de alternativas para a solução dos problemas deve começar desde cedo em nossas escolas.
Como o termo politização não se quer falar de "partidarização". Seria mesmo ilógico que cada universidade ou faculdade se filiasse a um partido político. A intenção é criar nos atores do processo educativo a consciência de um direito socialmente engajado, comprometido com a realização da democracia e dos direitos humanos. Ou seja, usar a educação como mola propulsora para despertar em cada estudante a importância de criticar e opinar sobre discursos que os políticos usam para se eleger.
Os países que mais cresceram nas últimas décadas conseguiram isso por investirem na educação. Por isso, a educação deve funcionar como instrumento que realmente permita os estudantes a pensar sobre a realidade nacional e se posicionar quanto a ela. E sendo isso realizado na prática, a politização acontecerá naturalmente.
Mas vale lembrar que, o exercício da troca de idéias, da percepção, diferença de pensamentos e da pluralidade de alternativas para a solução dos problemas deve começar desde cedo em nossas escolas.
O Movimento estudantil de 68
por Raimundo de Menezes
Por que o ano de 1968 foi tão emblemático? O mundo todo vivia em convulsão, em vários aspectos. As utopias criadas em 68 podem não ter se realizado, mas, mudaram para sempre a forma como encaramos a vida. Para José Dirceu, que naquele ano foi um dos protagonistas, acredita que " Se a juventude, e não a repressão, tivesse vencido, o Brasil teria avançado mais rapidamente nas reformas democráticas".
O movimento dos estudantes franceses em maio de 68, resumiu o espírito inconformista daquela geração, e por isso, influenciou os estudantes brasileiros na maior manifestação de protesto, chamada de " A Passeata dos 100 mil", na avenida Rio Branco no Rio de Janeiro, comandada pelo líder estudantil, Wladimir Palmeira, contra a ditadura militar.
O 68 brasileiro foi diferente por uma razão simples. Aqui ele tinha o viés mais político que na França e nos Estados Unidos, países que também viviam em erupção. N o Brasil, os contestadores do regime sofreram torturas e exílio. Nos Estados Unidos, havia o sentimento de que era preciso mudar a estrutura da sociedade, mas não necessariamente o governo.
E na França, os movimentos de revolta começaram com a exigência do dormitório misto nas universidades. Resultado: Se não tiveram força para revolucionar o cenário político do mundo, os ventos que sopraram em 68 deixaram marcas profundas no comportamento, na vida cultural e nos valores da sociedade.
Por que o ano de 1968 foi tão emblemático? O mundo todo vivia em convulsão, em vários aspectos. As utopias criadas em 68 podem não ter se realizado, mas, mudaram para sempre a forma como encaramos a vida. Para José Dirceu, que naquele ano foi um dos protagonistas, acredita que " Se a juventude, e não a repressão, tivesse vencido, o Brasil teria avançado mais rapidamente nas reformas democráticas".
O movimento dos estudantes franceses em maio de 68, resumiu o espírito inconformista daquela geração, e por isso, influenciou os estudantes brasileiros na maior manifestação de protesto, chamada de " A Passeata dos 100 mil", na avenida Rio Branco no Rio de Janeiro, comandada pelo líder estudantil, Wladimir Palmeira, contra a ditadura militar.
O 68 brasileiro foi diferente por uma razão simples. Aqui ele tinha o viés mais político que na França e nos Estados Unidos, países que também viviam em erupção. N o Brasil, os contestadores do regime sofreram torturas e exílio. Nos Estados Unidos, havia o sentimento de que era preciso mudar a estrutura da sociedade, mas não necessariamente o governo.
E na França, os movimentos de revolta começaram com a exigência do dormitório misto nas universidades. Resultado: Se não tiveram força para revolucionar o cenário político do mundo, os ventos que sopraram em 68 deixaram marcas profundas no comportamento, na vida cultural e nos valores da sociedade.
domingo, 17 de agosto de 2008
Os passos para a criação do C.A
por Yann Victor
Criar um Centro Acadêmico é um pouco burocrático, mas vale a pena. A primeira medida é pedir o apoio da instituição de ensino. Apesar da instituição não ter obrigação, ela pode ceder um espaço dentro do campus para sediar o Centro Acadêmico e ajudar financeiramente na sua manutenção.
A lei nº 7. 395 de 1985, “assegura aos estudantes de nível superior o direito à organização de Centros Acadêmicos com suas entidades representativas”.
Para criar uma representação estudantil na sua Universidade, siga os passos a seguir:
1 - É preciso que a maioria dos alunos apóie a criação do Centro Acadêmico.
2 - Deve-se convocar uma assembléia geral, aberta a todos os alunos interessados, e nela definir uma comissão representativa que será encarregada de iniciar os trabalhos.
3 - A comissão deve se reunir e criar as regras que regerão o funcionamento do C.A. Este estatuto deverá ser votado pela assembléia geral.
4 - A comissão deve organizar as eleições, permitindo o registro de chapas, divulgando o processo eleitoral e sendo responsável pela apuração dos votos.
5 - No dia determinado para a posse da diretoria executiva, deverá ser escrita a ata de posse. Uma vez assumido o mandato, a chapa pode alterar o estatuto desde que as alterações sejam aprovadas em assembléia geral.
6 - É muito importante registrar toda a documentação do C.A em cartório e reconhecer firma de todos os diretores eleitos. É preciso comprar um livro-ata para registrar os assuntos em reunião.
7 - Depois de tudo isso feito, é manter a união dos estudantes e fazer valer os direitos dos alunos nas decisões da Instituição.
Criar um Centro Acadêmico é um pouco burocrático, mas vale a pena. A primeira medida é pedir o apoio da instituição de ensino. Apesar da instituição não ter obrigação, ela pode ceder um espaço dentro do campus para sediar o Centro Acadêmico e ajudar financeiramente na sua manutenção.
A lei nº 7. 395 de 1985, “assegura aos estudantes de nível superior o direito à organização de Centros Acadêmicos com suas entidades representativas”.
Para criar uma representação estudantil na sua Universidade, siga os passos a seguir:
1 - É preciso que a maioria dos alunos apóie a criação do Centro Acadêmico.
2 - Deve-se convocar uma assembléia geral, aberta a todos os alunos interessados, e nela definir uma comissão representativa que será encarregada de iniciar os trabalhos.
3 - A comissão deve se reunir e criar as regras que regerão o funcionamento do C.A. Este estatuto deverá ser votado pela assembléia geral.
4 - A comissão deve organizar as eleições, permitindo o registro de chapas, divulgando o processo eleitoral e sendo responsável pela apuração dos votos.
5 - No dia determinado para a posse da diretoria executiva, deverá ser escrita a ata de posse. Uma vez assumido o mandato, a chapa pode alterar o estatuto desde que as alterações sejam aprovadas em assembléia geral.
6 - É muito importante registrar toda a documentação do C.A em cartório e reconhecer firma de todos os diretores eleitos. É preciso comprar um livro-ata para registrar os assuntos em reunião.
7 - Depois de tudo isso feito, é manter a união dos estudantes e fazer valer os direitos dos alunos nas decisões da Instituição.
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