por Tatiana Soares
Mas, afinal o que é “pedofilia”?
Apesar de na legislação brasileira não existir o termo pedofilia, no dicionário é definido como sendo o ato e o desejo sexual de adultos por crianças que ainda não atingiram a puberdade.
Atos sexuais que envolvam a prática da pedofilia são enquadrados nos crimes de estupro, atentado violento ao pudor ou de pornografia infantil, como está no Art. 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA.
Pare, olhe a sua volta. Pense nas crianças que você conhece. Pequenas, aquelas “coisas fofas” que fazem a maior bagunça, gritam, mexem em tudo, demoram horas no banho, adoram jogar bola, brincar de boneca e pedem um pirulito com aquela carinha toda dengosa.
Simplesmente quando penso sinto revolta, indignação e ao mesmo tempo um sentimento de impotência. A maioria dos casos de abusos sexuais acontece no seio familiar da criança. Essas crianças sem maldade e com pouco discernimento do mundo têm os adultos como referência de abrigo e segurança, e são abusadas por esses seres miseráveis. Nem sei como definir uma pessoa que sente atração sexual doentia por menores de 3, 5, 9 anos.
E é ainda pior, existem movimentos intransigentes “pró-pedofilia”, que argumentam que a pedofilia não é doença ou desvio de conduta e sim orientação sexual. Querem que a sociedade reconheça esse absurdo.
A rede de pedofilia pela internet movimenta milhões de dólares e o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial de sites dedicados a pornografia infantil.
O assunto está a nossa volta. Esses desvios estão perto de nós. O que podemos fazer? O sentimento de impotência já existe e precisamos fazer com que nosso sentimento de justiça aflore. Temos que proteger nossas crianças e deixar com que tenham uma infância saudável e feliz.
Você pode denunciar qualquer caso de pedofilia no Ministério Público, Polícia Federal ou no site: www.censura.com.br
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
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