por Elionardo Lunas
Casos de violência de alunos contra professores, agressões verbais, uso de armas e entorpecentes, e também a questão da depredação dos prédios escolares. São alguns temas que os meios de comunicação tem noticiado com bastante freqüência.
O vandalismo nas escolas públicas do Distrito Federal tem trazido muitos prejuízos aos cofres públicos. Prejuízos esses causados pelos próprios alunos, que quebram vidros, cadeiras, pincham as paredes. Cerca de 70 mil Reais são gastos a cada ano letivo para fazer os reparos de escolas e suas instalações.
Os recursos que hoje são gastos para solucionar os problemas gerados pelas depredações, segundo o núcleo de recuperação mobiliário escolar, seria suficiente para construir cinco novas escolas, cada uma com 12 salas, idênticas a escola classe que existem em Arapongas, em Planaltina.
É necessário que haja uma conscientização e incentivo desde cedo, e principalmente dentro do lar pelos pais. É preciso impor limites dentro de casa, para que a criança quando começar a freqüentar a escola já tenha consciência da importância de cuidar e preservar do ambiente escolar, como declarou o sociólogo da Universidade de Brasília (UNB), Flávio Testa, em um artigo sobre vandalismo. No artigo ele aponta que a raiz do vandalismo está dentro das famílias. E que a falta de limites na infância é a principal falha na educação. O professor afirma que hoje a educação é muito permissiva e que . Uma criança que não respeita pai e mãe dificilmente terá um bom comportamento nas escolas. Para ele, objetos. A falta de limites na educação faz com que a criança reproduza esse comportamento na adolescência e na fase adulta.
Essa conscientização já vem sendo trabalhada por algumas escolas, como é o caso do Centro Educacional 02 de Taguatinga, que é um modelo a ser seguido , a escola faz com que os próprios alunos concertem as cadeiras quebradas, e mostra na prática a importância de cuidar e preservar o ambiente escolar.
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