Por Priscilla Freitas
O que parecia ser um “trabalhinho” inocente, ou muitas vezes uma “ajudinha” de custo, acaba virando uma exploração e simplesmente os direitos das crianças são violados.
O trabalho infantil doméstico é ilimitado de qualquer restrição, pois acontece dentro das residências. As jovens são sujeitas á horas estafantes de trabalho, tendo um baixo salário. São obrigadas a assumir responsabilidades que provocam atraso na escola, como: cuidar de outras crianças, limpar, passar e cozinhar, ou seja, assumem grandes responsabilidades que não são propícias à elas. Apesar de freqüentarem escola, os estudos sempre ficam em segundo plano, pois devido às tarefas domésticas não sobra tempo para mais nada.
As empregadas domésticas quase sempre não possuem carteira assinada, tem baixa escolaridade, e muitas vezes são tratadas como escravas sem direito sequer a folga aos domingos e feriados. Ficam presas aos seus patrões e realizam suas “obrigações” do lar.
Segundo a lei, o trabalho doméstico infantil é proibido para menores de 16 anos. A partir desta idade, as jovens têm direito a Carteira de Trabalho assinada, salário mínimo, folga semanal, férias, décimo terceiro salário e os demais direitos trabalhistas. Também é proibido o trabalho noturno, entre 22h e 5h, e longas jornadas de trabalhos que dificultem o acesso aos estudos.
Para o bem dessas adolescentes, um decreto foi assinado pelo presidente Lula, no qual aumenta de 80 para 109 o número de atividades econômicas consideradas como pior forma de trabalho infantil. Entre as novas funções, está o trabalho doméstico infantil.
O decreto foi assinado no Dia Mundial da Luta contra o Trabalho Infantil, em uma solenidade que aconteceu no Palácio do Planalto. A nova lei visa acabar com o trabalho doméstico infantil entre crianças de 13 a 15 anos, conscientizar a população sobre o assunto e mostrar que criança tem direito de brincar e estudar.
A lei ainda frisa que o patrão que for pego empregando menores pagará multa, e pode ser indiciado por crime caso o Ministério Público do Trabalho ajuíze ação por crime contra a organização do trabalho.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
As eleições de 2008 serão decisivas para eleições de 2010.
Por Tatiana Marques
As alianças de base do governo Lula começam a ser definidas, e o eleito no próximo dia 8, poderá definir o rumo das eleições em 2010.
O presidente Luiz Inácio Lula da silva possui mais aliados que o último governo de Fernando Henrique Cardoso. Caso os candidatos aliados a base consigam ser eleitos, terão mais força para a eleição de 2010.
Segundo a Gazeta do Povo, publicado no dia 13/09/2008 dentre outros veículos de comunicação, 19 entre as 26 capitais são lideradas pela base aliada ao governo Lula. Isso significa que o partido possui aproximadamente 22,5 milhões de eleitores, excluindo o total de Belo Horizonte, onde a popularidade do Presidente Lula não está alta contra a oposição, que tem cerca de 4,9 milhões de eleitores. No governo de Fernando Henrique Cardoso, o presidente contava com apenas 13 capitais. E cada vez mais o governo tem ganhado força com novos aliados. A base do governo hoje é constituída principalmente pelo PT, PSB, PDT, PC do B, PMN, PHS, PRB e PMDB
O governo do presidente Lula, tem sido aprovado por mais de 60% da população, segundo dados da Datafolha, e o Presidente tem aproveitado desta sua popularidade para dar força aos candidatos da base, principalmente nas capitais do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, já que estes estados são os maiores colégios eleitorais.
Em São Paulo, Lula tem feito o possível para ajudar o PT, principalmente a candidata Marta Suplicy que lidera com 37% das intenções de voto, para diminuir a força do governador tucano José Serra, possível candidato a presidente em 2010. Em Belo Horizonte, a situação é peculiar, onde Márcio Lacerda, com maior intenção de voto, pertence a um partido do (PSB), onde especificamente não tem aliado ao atual governo, apesar de politicamente estar ligado ao governador que pertence ao PT, o presidente tem tentado alternar esta situação aproveitando de sua popularidade.
As alianças de base do governo Lula começam a ser definidas, e o eleito no próximo dia 8, poderá definir o rumo das eleições em 2010.
O presidente Luiz Inácio Lula da silva possui mais aliados que o último governo de Fernando Henrique Cardoso. Caso os candidatos aliados a base consigam ser eleitos, terão mais força para a eleição de 2010.
Segundo a Gazeta do Povo, publicado no dia 13/09/2008 dentre outros veículos de comunicação, 19 entre as 26 capitais são lideradas pela base aliada ao governo Lula. Isso significa que o partido possui aproximadamente 22,5 milhões de eleitores, excluindo o total de Belo Horizonte, onde a popularidade do Presidente Lula não está alta contra a oposição, que tem cerca de 4,9 milhões de eleitores. No governo de Fernando Henrique Cardoso, o presidente contava com apenas 13 capitais. E cada vez mais o governo tem ganhado força com novos aliados. A base do governo hoje é constituída principalmente pelo PT, PSB, PDT, PC do B, PMN, PHS, PRB e PMDB
O governo do presidente Lula, tem sido aprovado por mais de 60% da população, segundo dados da Datafolha, e o Presidente tem aproveitado desta sua popularidade para dar força aos candidatos da base, principalmente nas capitais do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, já que estes estados são os maiores colégios eleitorais.
Em São Paulo, Lula tem feito o possível para ajudar o PT, principalmente a candidata Marta Suplicy que lidera com 37% das intenções de voto, para diminuir a força do governador tucano José Serra, possível candidato a presidente em 2010. Em Belo Horizonte, a situação é peculiar, onde Márcio Lacerda, com maior intenção de voto, pertence a um partido do (PSB), onde especificamente não tem aliado ao atual governo, apesar de politicamente estar ligado ao governador que pertence ao PT, o presidente tem tentado alternar esta situação aproveitando de sua popularidade.
Violência Doméstica
Por Elionardo Lunas
A violência doméstica não é nada agradável nem muito gentil. Na verdade violência doméstica é um padrão de comportamento irado, impetuoso e coercivo, exercido por um adulto contra outra pessoa com quem mantém íntimo relacionamento. Sendo que pode consistir em espancamentos repetitivos e severos ou em formas de abuso mais sutis, incluindo ameaças e controle.
A violência doméstica ou familiar ocorre justamente em um lugar onde as crianças deveriam estar mais seguras, que seria o lar. Só que a maioria das violências sofridas é dentro de casas, causadas muitas vezes por empregados.
TIPOS BÁSICOS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Agressão física – Inclui comportamentos como puxar, empurrar, segurar, bater ou chutar. Na maioria dos casos, entretanto, tende a aumentar a gravidade e a freqüência com o passar do tempo.
Violência sexual – Ocorre toda vez que uma pessoa impõe um ato sexual indesejado ou recusado pela outra pessoa.
Violência psicológica – Significa o afastamento de familiares e amigos, dependência financeira forçada, abuso verbal e emocional, ameaças, intimidação e controle com respeito a lugares onde a outra pessoa possa ir e o que possa fazer.
Ataques contra a propriedade e os animais – São agressões que incluem dano ou destruição de objetos de valor sentimental pertencentes à vítima, móveis e utensílios, bem como maus tratos à animais domésticos. Esses atos constituem uma forma de violência doméstica.
PERFIL DE PESSOAS MALTRATADAS E SEUS AGRESSORES
Assim como ocorre com as pessoas que sofrem ataques de violência, seus agressores tampouco se encaixam em alguma categoria específica. Eles vêm de todos os tipos de classe social, raça, religião e ocupação. Podem estar desempregados ou ser profissionais muito bem remunerados, ser pessoas sóbrias e membros admirados da comunidade.
As vítimas da violência doméstica precisam entender que o abuso não é culpa dela. Precisam ter a certeza de que não estão sozinhas e que existe auxílio. Necessitam de assistência prática para identificar e acessar os recursos disponíveis e podem necessitar de proteção.
Os agressores precisam ser considerados responsáveis por seus atos e incentivados a buscar a necessária intervenção profissional para que se produza uma mudança no comportamento, se é que há esperança de serem restaurados os relacionamentos.
Alguns especialistas em violência afirmam que uma intervenção profissional pode pôr fim a algum incidente futuro de violência doméstica. Se o agressor estiver disposto a aceitar a responsabilidade por seus atos e procurar tratamento. Mas a violência não desaparece por si. É essencial alguma intervenção. Os objetivos dessa intervenção devem ser proteger a vítima, fazer cessar o abuso, considerar o agressor responsável e auxiliar os envolvidos a terem acesso aos serviços profissionais necessários.
A violência doméstica não é nada agradável nem muito gentil. Na verdade violência doméstica é um padrão de comportamento irado, impetuoso e coercivo, exercido por um adulto contra outra pessoa com quem mantém íntimo relacionamento. Sendo que pode consistir em espancamentos repetitivos e severos ou em formas de abuso mais sutis, incluindo ameaças e controle.
A violência doméstica ou familiar ocorre justamente em um lugar onde as crianças deveriam estar mais seguras, que seria o lar. Só que a maioria das violências sofridas é dentro de casas, causadas muitas vezes por empregados.
TIPOS BÁSICOS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Agressão física – Inclui comportamentos como puxar, empurrar, segurar, bater ou chutar. Na maioria dos casos, entretanto, tende a aumentar a gravidade e a freqüência com o passar do tempo.
Violência sexual – Ocorre toda vez que uma pessoa impõe um ato sexual indesejado ou recusado pela outra pessoa.
Violência psicológica – Significa o afastamento de familiares e amigos, dependência financeira forçada, abuso verbal e emocional, ameaças, intimidação e controle com respeito a lugares onde a outra pessoa possa ir e o que possa fazer.
Ataques contra a propriedade e os animais – São agressões que incluem dano ou destruição de objetos de valor sentimental pertencentes à vítima, móveis e utensílios, bem como maus tratos à animais domésticos. Esses atos constituem uma forma de violência doméstica.
PERFIL DE PESSOAS MALTRATADAS E SEUS AGRESSORES
Assim como ocorre com as pessoas que sofrem ataques de violência, seus agressores tampouco se encaixam em alguma categoria específica. Eles vêm de todos os tipos de classe social, raça, religião e ocupação. Podem estar desempregados ou ser profissionais muito bem remunerados, ser pessoas sóbrias e membros admirados da comunidade.
As vítimas da violência doméstica precisam entender que o abuso não é culpa dela. Precisam ter a certeza de que não estão sozinhas e que existe auxílio. Necessitam de assistência prática para identificar e acessar os recursos disponíveis e podem necessitar de proteção.
Os agressores precisam ser considerados responsáveis por seus atos e incentivados a buscar a necessária intervenção profissional para que se produza uma mudança no comportamento, se é que há esperança de serem restaurados os relacionamentos.
Alguns especialistas em violência afirmam que uma intervenção profissional pode pôr fim a algum incidente futuro de violência doméstica. Se o agressor estiver disposto a aceitar a responsabilidade por seus atos e procurar tratamento. Mas a violência não desaparece por si. É essencial alguma intervenção. Os objetivos dessa intervenção devem ser proteger a vítima, fazer cessar o abuso, considerar o agressor responsável e auxiliar os envolvidos a terem acesso aos serviços profissionais necessários.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
TRANSPORTE PÚBLICO: DEFICIENTE
Por Leonardo Passos
A situação do transporte público existente em alguns estados do país é deprimente. Enquanto em alguns estados, existe um serviço de transporte público digno de países de primeiro mundo, em outros, se vê um serviço deficiente e precário. Para o professor Fernando MacDowell, professor de Engenharia de Transportes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um dos problemas do transporte público é a concentração da demanda em horário de pico, ou seja, ao longo do dia, há pouca demanda de passageiros, causando um custo maior de operação e no horário de pico,há uma demanda muito grande de pessoas esperando um ônibus para ir para casa, com um número muito reduzido de ônibus rodando naquele horário, o que torna o transporte público deficiente e caro. Segundo Fernando, uma das soluções para sanar este problema seria a cobrança de pedágio de veículos que usam o sistema viário, o que acarretaria na diminuição da demanda nos horários de pico e também a construção de vias alternativas com objetivo de descentralizar o tráfego de veículos e distribuir melhor o fluxo de veículos rodando na cidade e melhoraria a qualidade do transporte público. Seguindo essas medidas, o nosso transporte público pode melhorar de forma grandiosa e passar a ser um serviço eficiente.
A situação do transporte público existente em alguns estados do país é deprimente. Enquanto em alguns estados, existe um serviço de transporte público digno de países de primeiro mundo, em outros, se vê um serviço deficiente e precário. Para o professor Fernando MacDowell, professor de Engenharia de Transportes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um dos problemas do transporte público é a concentração da demanda em horário de pico, ou seja, ao longo do dia, há pouca demanda de passageiros, causando um custo maior de operação e no horário de pico,há uma demanda muito grande de pessoas esperando um ônibus para ir para casa, com um número muito reduzido de ônibus rodando naquele horário, o que torna o transporte público deficiente e caro. Segundo Fernando, uma das soluções para sanar este problema seria a cobrança de pedágio de veículos que usam o sistema viário, o que acarretaria na diminuição da demanda nos horários de pico e também a construção de vias alternativas com objetivo de descentralizar o tráfego de veículos e distribuir melhor o fluxo de veículos rodando na cidade e melhoraria a qualidade do transporte público. Seguindo essas medidas, o nosso transporte público pode melhorar de forma grandiosa e passar a ser um serviço eficiente.
Trânsito de Brasília
Por Yann Victor
O número de veículos que circulam pelo Distrito Federal hoje, chega a um milhão. Brasília não foi projetada para suportar esse fluxo. Os números são altos devido à facilidade de se comprar um carro. Com os financiamentos cada vez mais longos, as pessoas têm maiores condições de obter o bem.
Brasília daqui a algum tempo vai ter que aderir ao famoso rodízio de veículos para reduzir a quantidade de automóveis transitando nas ruas. Esse rodízio já existe em outras grandes cidades como São Paulo e tem sido uma boa solução.
Para o GDF adotar o rodízio, será preciso tomar algumas providências para não prejudicar a população. Por exemplo o transporte público deve ser melhorado. O número de ônibus e vagões de metrô que temos hoje em circulação pela cidade, é insuficiente. Não dá conta da demanda.
Cabe á Secretaria de Transporte verificar as condições dos transportes públicos do DF, ou seja, solicitar que levem os ônibus para fazer revisão regularmente para dar mais tranqüilidade e segurança aos usuários.
O governo deve pensar em construir ciclovias e incentivar aos trabalhadores que não moram tão longe do serviço a ir de bicicleta. Fazer uma campanha conscientizando as pessoas que além de evitar o trânsito, faz bem para saúde. Algumas medidas de conscientização por parte do governo e da própria população, não chegariam a solucionar o problema, mas diminuiriam consideravelmente o fluxo.
O número de veículos que circulam pelo Distrito Federal hoje, chega a um milhão. Brasília não foi projetada para suportar esse fluxo. Os números são altos devido à facilidade de se comprar um carro. Com os financiamentos cada vez mais longos, as pessoas têm maiores condições de obter o bem.
Brasília daqui a algum tempo vai ter que aderir ao famoso rodízio de veículos para reduzir a quantidade de automóveis transitando nas ruas. Esse rodízio já existe em outras grandes cidades como São Paulo e tem sido uma boa solução.
Para o GDF adotar o rodízio, será preciso tomar algumas providências para não prejudicar a população. Por exemplo o transporte público deve ser melhorado. O número de ônibus e vagões de metrô que temos hoje em circulação pela cidade, é insuficiente. Não dá conta da demanda.
Cabe á Secretaria de Transporte verificar as condições dos transportes públicos do DF, ou seja, solicitar que levem os ônibus para fazer revisão regularmente para dar mais tranqüilidade e segurança aos usuários.
O governo deve pensar em construir ciclovias e incentivar aos trabalhadores que não moram tão longe do serviço a ir de bicicleta. Fazer uma campanha conscientizando as pessoas que além de evitar o trânsito, faz bem para saúde. Algumas medidas de conscientização por parte do governo e da própria população, não chegariam a solucionar o problema, mas diminuiriam consideravelmente o fluxo.
Todos nós somos responsáveis
Por Priscilla Vasconcelos
O transporte escolar no DF é monitorado 24 horas por dia pelo Detran, além disso são feitas operações específicas para verificar denúncias de irregularidades nos transportes. O órgão busca formas para que os veículos escolares estejam sempre dentro das normas de regularidade. O chefe do núcleo de transporte escolar do Detran, Alexandre Alves, diz que a participação da comunidade é essencial para que este sistema funcione já que não é possível estar em todas às escolas, o tempo todo.
Nesse sentido ele orienta que a população esteja atenta para as irregularidades dos transportes escolares sejam eles particulares ou do GDF. Existe um telefone específico para receber esse tipo de denúncia e também para os pais ou responsáveis se informarem sobre determinada empresa ou particular que estejam pretendendo contratar (3039-5731).
È importante que as pessoas se conscientizem sobre a questão, afinal, são vidas de crianças que estão em jogo. Os pais devem ter muito cuidado ao contratar os serviços de transporte.
Os primeiros itens que devem ser observados são: verificar se o veículo é cadastrado no órgão e se existe a autorização de tráfego do veículo e se ela está dentro do prazo de validade (a renovação deve ser feita a cada 6 meses). Dentro do veículo os pais ou responsáveis devem observar os itens de segurança do veículo. Os pneus devem estar em boas condições, o número de assentos devem estar de acordo com o indicado na documentação do mesmo. E todas as poltronas devem ter cinto de segurança. As crianças menores de 6 anos devem ser transportadas em cadeiras especiais e é obrigatório a presença de um monitor nos veículos com o número de assentos igual ou superior a 21. No entanto, as vans, que geralmente contam com 15 ou 17 assentos, ficaram fora dessa previsão na legislação. Mas Alexandre Alves aconselha que os pais só coloquem seus filhos de qualquer idade em transportes que ofereça esse profissional.
O condutor tem que ser habilitado para realizar esse tipo de atividade. Ele tem que passar por um curso no SENAT e o certificado do curso tem de ser homologado junto ao Detran. Todas essas informações sobre o condutor podem ser obtidas no órgão através do site ou telefone informado. Alexandre informou ainda que em praticamente todas as operações que são realizadas nas proximidades das escolas algum veículo é apreendido por irregularidades que vão desde a falta de documentação até a falta de manutenção do automóvel, que fica sem condições para rodar.
E não são somente os transportes escolares particulares que devem seguir essas orientações e a legislação. Os transportes do GDF também devem seguir a lei, o chefe do núcleo de transportes escolares do Detran-DF , esclarece que o transporte escolar oferecido pela Secretária de Educação deve independentemente da idade dos alunos ter a figura do monitor.
Fica então o esclarecimento e a dica aos cidadãos. É preciso que tenhamos consciência da nossa importância em todos as esferas da sociedade, e que exercitemos nosso poder de ajudar o Estado a ser mais justo, mais seguro e mais atuante. E cuidar da segurança de crianças é um passo muito importante que damos em direção ao futuro.
O transporte escolar no DF é monitorado 24 horas por dia pelo Detran, além disso são feitas operações específicas para verificar denúncias de irregularidades nos transportes. O órgão busca formas para que os veículos escolares estejam sempre dentro das normas de regularidade. O chefe do núcleo de transporte escolar do Detran, Alexandre Alves, diz que a participação da comunidade é essencial para que este sistema funcione já que não é possível estar em todas às escolas, o tempo todo.
Nesse sentido ele orienta que a população esteja atenta para as irregularidades dos transportes escolares sejam eles particulares ou do GDF. Existe um telefone específico para receber esse tipo de denúncia e também para os pais ou responsáveis se informarem sobre determinada empresa ou particular que estejam pretendendo contratar (3039-5731).
È importante que as pessoas se conscientizem sobre a questão, afinal, são vidas de crianças que estão em jogo. Os pais devem ter muito cuidado ao contratar os serviços de transporte.
Os primeiros itens que devem ser observados são: verificar se o veículo é cadastrado no órgão e se existe a autorização de tráfego do veículo e se ela está dentro do prazo de validade (a renovação deve ser feita a cada 6 meses). Dentro do veículo os pais ou responsáveis devem observar os itens de segurança do veículo. Os pneus devem estar em boas condições, o número de assentos devem estar de acordo com o indicado na documentação do mesmo. E todas as poltronas devem ter cinto de segurança. As crianças menores de 6 anos devem ser transportadas em cadeiras especiais e é obrigatório a presença de um monitor nos veículos com o número de assentos igual ou superior a 21. No entanto, as vans, que geralmente contam com 15 ou 17 assentos, ficaram fora dessa previsão na legislação. Mas Alexandre Alves aconselha que os pais só coloquem seus filhos de qualquer idade em transportes que ofereça esse profissional.
O condutor tem que ser habilitado para realizar esse tipo de atividade. Ele tem que passar por um curso no SENAT e o certificado do curso tem de ser homologado junto ao Detran. Todas essas informações sobre o condutor podem ser obtidas no órgão através do site ou telefone informado. Alexandre informou ainda que em praticamente todas as operações que são realizadas nas proximidades das escolas algum veículo é apreendido por irregularidades que vão desde a falta de documentação até a falta de manutenção do automóvel, que fica sem condições para rodar.
E não são somente os transportes escolares particulares que devem seguir essas orientações e a legislação. Os transportes do GDF também devem seguir a lei, o chefe do núcleo de transportes escolares do Detran-DF , esclarece que o transporte escolar oferecido pela Secretária de Educação deve independentemente da idade dos alunos ter a figura do monitor.
Fica então o esclarecimento e a dica aos cidadãos. É preciso que tenhamos consciência da nossa importância em todos as esferas da sociedade, e que exercitemos nosso poder de ajudar o Estado a ser mais justo, mais seguro e mais atuante. E cuidar da segurança de crianças é um passo muito importante que damos em direção ao futuro.
Sustentabilidade: mais que um conceito ecológico, um acontecimento cultural
Por Laiane Ramos
O conceito de sustentabilidade é algo ainda não definido por muitos dicionários. Mas se resume em três palavras: solução, reaproveitamento e educação. É auto-sustentável, isto é, capaz de suprir suas próprias necessidades sem diminuir as oportunidades das futuras gerações. A maior proposta para o assunto é a reorganização dos modos de vida da sociedade, voltando seus olhares para a economia, a preservação e o planejamento de futuras mudanças.
Atualmente, muitas empresas vêm aderindo aos métodos sustentáveis, visando economia, consequentemente retornando maiores lucros e ajudando o meio ambiente para as próximas gerações. Os métodos de substituição incluem criativas e práticas idéias, como as sacolas ecológicas, famosas “ecobags”, sacos plásticos biodegradáveis, bolsa de resíduos, entre outros. Na Irlanda, por exemplo, desde 1997 os clientes pagam um imposto de nove centavos de libra irlandesa por saco plástico. Já na Grã-Bretanha uma rede de supermercados promoveu uma campanha para que todos os compradores usem as sacolas 100% biodegradáveis para embalar os produtos adquiridos. No Brasil algumas empresas aderiram à bolsa de resíduos, que funciona como uma espécie de classificados, onde se encontra quem precisa comprar ou vender resíduos. Dentre as federações das indústrias dos principais estados brasileiros, como Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Paraná, encontram-se os seguintes produtos disponíveis: madeira, vidro, borracha, enfim os mais variados resíduos.
Empresários brasileiros estão inovando, trocando o papel comum pelo reciclável, lançando revistas, livros e cadernos deste material, mostrando que a economia gera um percentual positivo na natureza. Por exemplo: uma tonelada de papel comum equivale a três toneladas de madeira. Cada tonelada de papel reciclado poupa, em média, 60 árvores (eucaliptos adultos). A economia equivale a 2,5 barris de petróleo, 50% da água usada na fabricação normal (30 mil litros), e o volume de cerca de 3 metros cúbicos nos lixões e aterros. O Brasil só recicla cerca de 30% de seu consumo de papel.
É preciso uma liderança empresarial e social para que haja a troca de experiências, nas quais se constrói uma idéia coletiva de renovar o meio ambiente. A sustentabilidade se torna um processo de transformação, que ocorre de forma agradável nas dimensões sociais e culturais, a partir de um indivíduo para todo o mundo. Participar de um planeta sustentável é nosso dever na esperança de um mundo melhor.
Fonte Estatística: Agência Câmara.
O conceito de sustentabilidade é algo ainda não definido por muitos dicionários. Mas se resume em três palavras: solução, reaproveitamento e educação. É auto-sustentável, isto é, capaz de suprir suas próprias necessidades sem diminuir as oportunidades das futuras gerações. A maior proposta para o assunto é a reorganização dos modos de vida da sociedade, voltando seus olhares para a economia, a preservação e o planejamento de futuras mudanças.
Atualmente, muitas empresas vêm aderindo aos métodos sustentáveis, visando economia, consequentemente retornando maiores lucros e ajudando o meio ambiente para as próximas gerações. Os métodos de substituição incluem criativas e práticas idéias, como as sacolas ecológicas, famosas “ecobags”, sacos plásticos biodegradáveis, bolsa de resíduos, entre outros. Na Irlanda, por exemplo, desde 1997 os clientes pagam um imposto de nove centavos de libra irlandesa por saco plástico. Já na Grã-Bretanha uma rede de supermercados promoveu uma campanha para que todos os compradores usem as sacolas 100% biodegradáveis para embalar os produtos adquiridos. No Brasil algumas empresas aderiram à bolsa de resíduos, que funciona como uma espécie de classificados, onde se encontra quem precisa comprar ou vender resíduos. Dentre as federações das indústrias dos principais estados brasileiros, como Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Paraná, encontram-se os seguintes produtos disponíveis: madeira, vidro, borracha, enfim os mais variados resíduos.
Empresários brasileiros estão inovando, trocando o papel comum pelo reciclável, lançando revistas, livros e cadernos deste material, mostrando que a economia gera um percentual positivo na natureza. Por exemplo: uma tonelada de papel comum equivale a três toneladas de madeira. Cada tonelada de papel reciclado poupa, em média, 60 árvores (eucaliptos adultos). A economia equivale a 2,5 barris de petróleo, 50% da água usada na fabricação normal (30 mil litros), e o volume de cerca de 3 metros cúbicos nos lixões e aterros. O Brasil só recicla cerca de 30% de seu consumo de papel.
É preciso uma liderança empresarial e social para que haja a troca de experiências, nas quais se constrói uma idéia coletiva de renovar o meio ambiente. A sustentabilidade se torna um processo de transformação, que ocorre de forma agradável nas dimensões sociais e culturais, a partir de um indivíduo para todo o mundo. Participar de um planeta sustentável é nosso dever na esperança de um mundo melhor.
Fonte Estatística: Agência Câmara.
Por uma nova consciência ambiental
por Raimundo de Menezes
Aquecimento global, derretimento dos pólos, inundações, poluição e tantos outros fatores da atualidade precisam ser pensados por ângulos diferentes. Meio ambiente e ações ecológicas significam, no fundo, respeito e interação entre o ser humano e o planeta terra. Aliás, somos parte integrante da natureza e não seres à parte.
Com base no “cada um por si e Deus por todos”, a humanidade se desenvolveu extraindo do meio ambiente e dos outros seres habitantes do ecossistema, o máximo para seu proveito, sem pensar nas conseqüências. Deu no que deu. Desviando rios, aterrando lagoas, contaminando as águas, desmatando, destruindo montanhas e testando bombas atômicas. Assim chegamos ao “xeque-mate” ou pelo menos, a uma “sinuca de bico”.
Nem é preciso um holocausto atômico! Uma cidade inteira pode entrar em falência após um furacão, como aconteceu em Nova Orleans, em 2005, no país mais rico do mundo. De uma hora para outra, todo o progresso tecnológico pode desaparecer sem deixar vestígios, revelando a enorme fragilidade de nossas conquistas.
Destruímos o meio ambiente e com o mesmo descaso tratamos a vida humana. O resultado é um total desequilíbrio. O planeta sofre e reage, e como conseqüência, o ser humano está sofrendo, e sua alma nunca esteve tão doente e distante de nós mesmos. Como construir um caminho seguro e transformador sem olhar a favor do amor e da vida? Temos que redimensionar o mundo a partir de pensamentos e atitudes que usam a ecologia como uma visão interior e espiritual da nossa existência.
Aquecimento global, derretimento dos pólos, inundações, poluição e tantos outros fatores da atualidade precisam ser pensados por ângulos diferentes. Meio ambiente e ações ecológicas significam, no fundo, respeito e interação entre o ser humano e o planeta terra. Aliás, somos parte integrante da natureza e não seres à parte.
Com base no “cada um por si e Deus por todos”, a humanidade se desenvolveu extraindo do meio ambiente e dos outros seres habitantes do ecossistema, o máximo para seu proveito, sem pensar nas conseqüências. Deu no que deu. Desviando rios, aterrando lagoas, contaminando as águas, desmatando, destruindo montanhas e testando bombas atômicas. Assim chegamos ao “xeque-mate” ou pelo menos, a uma “sinuca de bico”.
Nem é preciso um holocausto atômico! Uma cidade inteira pode entrar em falência após um furacão, como aconteceu em Nova Orleans, em 2005, no país mais rico do mundo. De uma hora para outra, todo o progresso tecnológico pode desaparecer sem deixar vestígios, revelando a enorme fragilidade de nossas conquistas.
Destruímos o meio ambiente e com o mesmo descaso tratamos a vida humana. O resultado é um total desequilíbrio. O planeta sofre e reage, e como conseqüência, o ser humano está sofrendo, e sua alma nunca esteve tão doente e distante de nós mesmos. Como construir um caminho seguro e transformador sem olhar a favor do amor e da vida? Temos que redimensionar o mundo a partir de pensamentos e atitudes que usam a ecologia como uma visão interior e espiritual da nossa existência.
O risco de escassez de água é um problema sério para a humanidade
por Lucas Antun
O aquecimento global não é mais a única ameaça à vida no planeta. A “crise da água” já compromete as condições de vida e saúde de uma ampla parcela da população. A falta d'água já afeta algumas partes do mundo e até o ano 2050, as previsões são sombrias. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que 50 países enfrentarão crise no abastecimento de água.
Na China, por exemplo, o suprimento de água já está acabando. A demanda da industria e da agronomia e a população de 1,2 bilhão de habitantes fazem com que os chineses andem vários quilômetros por dia para conseguir água.
A Índia, com uma população de 1 bilhão de habitantes está enfrentando o dilema da água, e isso foi constatado com o esgotamento hídrico do rio Ganges que é o maior afluente dentro do país.
Estudos apontam que dentro de 40 anos só existirá água doce para consumo doméstico no Oriente Médio, que incluem países como Israel, Jordânia, Arábia Saudita e Kuwait. As atividades agrícolas e industriais terão de fazer uso de esgoto tratado.
No norte da África, local que abrange países situados no deserto do Saara, tais como: Argélia e Líbia a quantidade de água disponível por pessoa vai está reduzida em 80%. O presidente do Instituto Internacional de Ecologia de São Carlos. José Galizia Tundizi, diz que em 2050 haverá 30 megacidades em todo o mundo, cada uma com mais de 8 milhoes de habitantes e mais 500 cidades com 1 milhão de habitantes.
O quadro se agravou com a linha histórica do uso inadequado dos recursos hídricos, isso se deu por conta da poluição de mananciais e do manejo insensato. E ficará mais complicado nos próximos anos. Com o inchaço populacional nas áreas urbanas a demanda e a procura por água potável aumentará.
O aquecimento global não é mais a única ameaça à vida no planeta. A “crise da água” já compromete as condições de vida e saúde de uma ampla parcela da população. A falta d'água já afeta algumas partes do mundo e até o ano 2050, as previsões são sombrias. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que 50 países enfrentarão crise no abastecimento de água.
Na China, por exemplo, o suprimento de água já está acabando. A demanda da industria e da agronomia e a população de 1,2 bilhão de habitantes fazem com que os chineses andem vários quilômetros por dia para conseguir água.
A Índia, com uma população de 1 bilhão de habitantes está enfrentando o dilema da água, e isso foi constatado com o esgotamento hídrico do rio Ganges que é o maior afluente dentro do país.
Estudos apontam que dentro de 40 anos só existirá água doce para consumo doméstico no Oriente Médio, que incluem países como Israel, Jordânia, Arábia Saudita e Kuwait. As atividades agrícolas e industriais terão de fazer uso de esgoto tratado.
No norte da África, local que abrange países situados no deserto do Saara, tais como: Argélia e Líbia a quantidade de água disponível por pessoa vai está reduzida em 80%. O presidente do Instituto Internacional de Ecologia de São Carlos. José Galizia Tundizi, diz que em 2050 haverá 30 megacidades em todo o mundo, cada uma com mais de 8 milhoes de habitantes e mais 500 cidades com 1 milhão de habitantes.
O quadro se agravou com a linha histórica do uso inadequado dos recursos hídricos, isso se deu por conta da poluição de mananciais e do manejo insensato. E ficará mais complicado nos próximos anos. Com o inchaço populacional nas áreas urbanas a demanda e a procura por água potável aumentará.
A Responsabilidade Sócio-ambiental
Por Elionardo Lunas
Adotado desde a década de 90 por algumas escolas e empresas privadas, a responsabilidade sócio-ambiental tem como objetivo: trazer responsabilidade social e a preservação ambiental, ou seja, fazer com que a sociedade tenha uma melhor inclusão, tanto social, como digital, e também desenvolver a importância da preservação ambiental.
Hoje, a preocupação primordial das empresas e escolas é criação de projetos ambientais como coleta seletiva de lixo e educação ambiental. Projetos que apresentam inovações, não apenas no trabalho, mas também para a transformação em diversos setores da vida.
Os movimentos ambientalistas vêm combatendo as empresas que usam de maneira intensa e quase predatória os recursos naturais, sem preocupação com os possíveis danos. Fazendo com que cada empresa desenvolva projetos, na qual visem a preservação e não a destruição ambiental. Com intuito de ganhar a confiança dos clientes, muitos órgãos procuram se adaptar a essa nova tendência mundial. Buscam seguir regras de qualidade idealizadas pelo programa I.S.O.14000 e pelo Instituto Ethos.
O consumo consciente e a reciclagem de lixo, são medidas simples que cada um pode desenvolver no seu dia-a-dia e que é primordial para a preservação do planeta. Mas vale citar a importância e a necessidade de uma parceria entre o Governo e as pessoas, para busca de soluções para os problemas sócio-ambientais, tornando assim, um ambiente melhor para todos.
Adotado desde a década de 90 por algumas escolas e empresas privadas, a responsabilidade sócio-ambiental tem como objetivo: trazer responsabilidade social e a preservação ambiental, ou seja, fazer com que a sociedade tenha uma melhor inclusão, tanto social, como digital, e também desenvolver a importância da preservação ambiental.
Hoje, a preocupação primordial das empresas e escolas é criação de projetos ambientais como coleta seletiva de lixo e educação ambiental. Projetos que apresentam inovações, não apenas no trabalho, mas também para a transformação em diversos setores da vida.
Os movimentos ambientalistas vêm combatendo as empresas que usam de maneira intensa e quase predatória os recursos naturais, sem preocupação com os possíveis danos. Fazendo com que cada empresa desenvolva projetos, na qual visem a preservação e não a destruição ambiental. Com intuito de ganhar a confiança dos clientes, muitos órgãos procuram se adaptar a essa nova tendência mundial. Buscam seguir regras de qualidade idealizadas pelo programa I.S.O.14000 e pelo Instituto Ethos.
O consumo consciente e a reciclagem de lixo, são medidas simples que cada um pode desenvolver no seu dia-a-dia e que é primordial para a preservação do planeta. Mas vale citar a importância e a necessidade de uma parceria entre o Governo e as pessoas, para busca de soluções para os problemas sócio-ambientais, tornando assim, um ambiente melhor para todos.
Assinar:
Postagens (Atom)