Por Leonardo Passos
A situação do transporte público existente em alguns estados do país é deprimente. Enquanto em alguns estados, existe um serviço de transporte público digno de países de primeiro mundo, em outros, se vê um serviço deficiente e precário. Para o professor Fernando MacDowell, professor de Engenharia de Transportes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um dos problemas do transporte público é a concentração da demanda em horário de pico, ou seja, ao longo do dia, há pouca demanda de passageiros, causando um custo maior de operação e no horário de pico,há uma demanda muito grande de pessoas esperando um ônibus para ir para casa, com um número muito reduzido de ônibus rodando naquele horário, o que torna o transporte público deficiente e caro. Segundo Fernando, uma das soluções para sanar este problema seria a cobrança de pedágio de veículos que usam o sistema viário, o que acarretaria na diminuição da demanda nos horários de pico e também a construção de vias alternativas com objetivo de descentralizar o tráfego de veículos e distribuir melhor o fluxo de veículos rodando na cidade e melhoraria a qualidade do transporte público. Seguindo essas medidas, o nosso transporte público pode melhorar de forma grandiosa e passar a ser um serviço eficiente.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Trânsito de Brasília
Por Yann Victor
O número de veículos que circulam pelo Distrito Federal hoje, chega a um milhão. Brasília não foi projetada para suportar esse fluxo. Os números são altos devido à facilidade de se comprar um carro. Com os financiamentos cada vez mais longos, as pessoas têm maiores condições de obter o bem.
Brasília daqui a algum tempo vai ter que aderir ao famoso rodízio de veículos para reduzir a quantidade de automóveis transitando nas ruas. Esse rodízio já existe em outras grandes cidades como São Paulo e tem sido uma boa solução.
Para o GDF adotar o rodízio, será preciso tomar algumas providências para não prejudicar a população. Por exemplo o transporte público deve ser melhorado. O número de ônibus e vagões de metrô que temos hoje em circulação pela cidade, é insuficiente. Não dá conta da demanda.
Cabe á Secretaria de Transporte verificar as condições dos transportes públicos do DF, ou seja, solicitar que levem os ônibus para fazer revisão regularmente para dar mais tranqüilidade e segurança aos usuários.
O governo deve pensar em construir ciclovias e incentivar aos trabalhadores que não moram tão longe do serviço a ir de bicicleta. Fazer uma campanha conscientizando as pessoas que além de evitar o trânsito, faz bem para saúde. Algumas medidas de conscientização por parte do governo e da própria população, não chegariam a solucionar o problema, mas diminuiriam consideravelmente o fluxo.
O número de veículos que circulam pelo Distrito Federal hoje, chega a um milhão. Brasília não foi projetada para suportar esse fluxo. Os números são altos devido à facilidade de se comprar um carro. Com os financiamentos cada vez mais longos, as pessoas têm maiores condições de obter o bem.
Brasília daqui a algum tempo vai ter que aderir ao famoso rodízio de veículos para reduzir a quantidade de automóveis transitando nas ruas. Esse rodízio já existe em outras grandes cidades como São Paulo e tem sido uma boa solução.
Para o GDF adotar o rodízio, será preciso tomar algumas providências para não prejudicar a população. Por exemplo o transporte público deve ser melhorado. O número de ônibus e vagões de metrô que temos hoje em circulação pela cidade, é insuficiente. Não dá conta da demanda.
Cabe á Secretaria de Transporte verificar as condições dos transportes públicos do DF, ou seja, solicitar que levem os ônibus para fazer revisão regularmente para dar mais tranqüilidade e segurança aos usuários.
O governo deve pensar em construir ciclovias e incentivar aos trabalhadores que não moram tão longe do serviço a ir de bicicleta. Fazer uma campanha conscientizando as pessoas que além de evitar o trânsito, faz bem para saúde. Algumas medidas de conscientização por parte do governo e da própria população, não chegariam a solucionar o problema, mas diminuiriam consideravelmente o fluxo.
Todos nós somos responsáveis
Por Priscilla Vasconcelos
O transporte escolar no DF é monitorado 24 horas por dia pelo Detran, além disso são feitas operações específicas para verificar denúncias de irregularidades nos transportes. O órgão busca formas para que os veículos escolares estejam sempre dentro das normas de regularidade. O chefe do núcleo de transporte escolar do Detran, Alexandre Alves, diz que a participação da comunidade é essencial para que este sistema funcione já que não é possível estar em todas às escolas, o tempo todo.
Nesse sentido ele orienta que a população esteja atenta para as irregularidades dos transportes escolares sejam eles particulares ou do GDF. Existe um telefone específico para receber esse tipo de denúncia e também para os pais ou responsáveis se informarem sobre determinada empresa ou particular que estejam pretendendo contratar (3039-5731).
È importante que as pessoas se conscientizem sobre a questão, afinal, são vidas de crianças que estão em jogo. Os pais devem ter muito cuidado ao contratar os serviços de transporte.
Os primeiros itens que devem ser observados são: verificar se o veículo é cadastrado no órgão e se existe a autorização de tráfego do veículo e se ela está dentro do prazo de validade (a renovação deve ser feita a cada 6 meses). Dentro do veículo os pais ou responsáveis devem observar os itens de segurança do veículo. Os pneus devem estar em boas condições, o número de assentos devem estar de acordo com o indicado na documentação do mesmo. E todas as poltronas devem ter cinto de segurança. As crianças menores de 6 anos devem ser transportadas em cadeiras especiais e é obrigatório a presença de um monitor nos veículos com o número de assentos igual ou superior a 21. No entanto, as vans, que geralmente contam com 15 ou 17 assentos, ficaram fora dessa previsão na legislação. Mas Alexandre Alves aconselha que os pais só coloquem seus filhos de qualquer idade em transportes que ofereça esse profissional.
O condutor tem que ser habilitado para realizar esse tipo de atividade. Ele tem que passar por um curso no SENAT e o certificado do curso tem de ser homologado junto ao Detran. Todas essas informações sobre o condutor podem ser obtidas no órgão através do site ou telefone informado. Alexandre informou ainda que em praticamente todas as operações que são realizadas nas proximidades das escolas algum veículo é apreendido por irregularidades que vão desde a falta de documentação até a falta de manutenção do automóvel, que fica sem condições para rodar.
E não são somente os transportes escolares particulares que devem seguir essas orientações e a legislação. Os transportes do GDF também devem seguir a lei, o chefe do núcleo de transportes escolares do Detran-DF , esclarece que o transporte escolar oferecido pela Secretária de Educação deve independentemente da idade dos alunos ter a figura do monitor.
Fica então o esclarecimento e a dica aos cidadãos. É preciso que tenhamos consciência da nossa importância em todos as esferas da sociedade, e que exercitemos nosso poder de ajudar o Estado a ser mais justo, mais seguro e mais atuante. E cuidar da segurança de crianças é um passo muito importante que damos em direção ao futuro.
O transporte escolar no DF é monitorado 24 horas por dia pelo Detran, além disso são feitas operações específicas para verificar denúncias de irregularidades nos transportes. O órgão busca formas para que os veículos escolares estejam sempre dentro das normas de regularidade. O chefe do núcleo de transporte escolar do Detran, Alexandre Alves, diz que a participação da comunidade é essencial para que este sistema funcione já que não é possível estar em todas às escolas, o tempo todo.
Nesse sentido ele orienta que a população esteja atenta para as irregularidades dos transportes escolares sejam eles particulares ou do GDF. Existe um telefone específico para receber esse tipo de denúncia e também para os pais ou responsáveis se informarem sobre determinada empresa ou particular que estejam pretendendo contratar (3039-5731).
È importante que as pessoas se conscientizem sobre a questão, afinal, são vidas de crianças que estão em jogo. Os pais devem ter muito cuidado ao contratar os serviços de transporte.
Os primeiros itens que devem ser observados são: verificar se o veículo é cadastrado no órgão e se existe a autorização de tráfego do veículo e se ela está dentro do prazo de validade (a renovação deve ser feita a cada 6 meses). Dentro do veículo os pais ou responsáveis devem observar os itens de segurança do veículo. Os pneus devem estar em boas condições, o número de assentos devem estar de acordo com o indicado na documentação do mesmo. E todas as poltronas devem ter cinto de segurança. As crianças menores de 6 anos devem ser transportadas em cadeiras especiais e é obrigatório a presença de um monitor nos veículos com o número de assentos igual ou superior a 21. No entanto, as vans, que geralmente contam com 15 ou 17 assentos, ficaram fora dessa previsão na legislação. Mas Alexandre Alves aconselha que os pais só coloquem seus filhos de qualquer idade em transportes que ofereça esse profissional.
O condutor tem que ser habilitado para realizar esse tipo de atividade. Ele tem que passar por um curso no SENAT e o certificado do curso tem de ser homologado junto ao Detran. Todas essas informações sobre o condutor podem ser obtidas no órgão através do site ou telefone informado. Alexandre informou ainda que em praticamente todas as operações que são realizadas nas proximidades das escolas algum veículo é apreendido por irregularidades que vão desde a falta de documentação até a falta de manutenção do automóvel, que fica sem condições para rodar.
E não são somente os transportes escolares particulares que devem seguir essas orientações e a legislação. Os transportes do GDF também devem seguir a lei, o chefe do núcleo de transportes escolares do Detran-DF , esclarece que o transporte escolar oferecido pela Secretária de Educação deve independentemente da idade dos alunos ter a figura do monitor.
Fica então o esclarecimento e a dica aos cidadãos. É preciso que tenhamos consciência da nossa importância em todos as esferas da sociedade, e que exercitemos nosso poder de ajudar o Estado a ser mais justo, mais seguro e mais atuante. E cuidar da segurança de crianças é um passo muito importante que damos em direção ao futuro.
Sustentabilidade: mais que um conceito ecológico, um acontecimento cultural
Por Laiane Ramos
O conceito de sustentabilidade é algo ainda não definido por muitos dicionários. Mas se resume em três palavras: solução, reaproveitamento e educação. É auto-sustentável, isto é, capaz de suprir suas próprias necessidades sem diminuir as oportunidades das futuras gerações. A maior proposta para o assunto é a reorganização dos modos de vida da sociedade, voltando seus olhares para a economia, a preservação e o planejamento de futuras mudanças.
Atualmente, muitas empresas vêm aderindo aos métodos sustentáveis, visando economia, consequentemente retornando maiores lucros e ajudando o meio ambiente para as próximas gerações. Os métodos de substituição incluem criativas e práticas idéias, como as sacolas ecológicas, famosas “ecobags”, sacos plásticos biodegradáveis, bolsa de resíduos, entre outros. Na Irlanda, por exemplo, desde 1997 os clientes pagam um imposto de nove centavos de libra irlandesa por saco plástico. Já na Grã-Bretanha uma rede de supermercados promoveu uma campanha para que todos os compradores usem as sacolas 100% biodegradáveis para embalar os produtos adquiridos. No Brasil algumas empresas aderiram à bolsa de resíduos, que funciona como uma espécie de classificados, onde se encontra quem precisa comprar ou vender resíduos. Dentre as federações das indústrias dos principais estados brasileiros, como Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Paraná, encontram-se os seguintes produtos disponíveis: madeira, vidro, borracha, enfim os mais variados resíduos.
Empresários brasileiros estão inovando, trocando o papel comum pelo reciclável, lançando revistas, livros e cadernos deste material, mostrando que a economia gera um percentual positivo na natureza. Por exemplo: uma tonelada de papel comum equivale a três toneladas de madeira. Cada tonelada de papel reciclado poupa, em média, 60 árvores (eucaliptos adultos). A economia equivale a 2,5 barris de petróleo, 50% da água usada na fabricação normal (30 mil litros), e o volume de cerca de 3 metros cúbicos nos lixões e aterros. O Brasil só recicla cerca de 30% de seu consumo de papel.
É preciso uma liderança empresarial e social para que haja a troca de experiências, nas quais se constrói uma idéia coletiva de renovar o meio ambiente. A sustentabilidade se torna um processo de transformação, que ocorre de forma agradável nas dimensões sociais e culturais, a partir de um indivíduo para todo o mundo. Participar de um planeta sustentável é nosso dever na esperança de um mundo melhor.
Fonte Estatística: Agência Câmara.
O conceito de sustentabilidade é algo ainda não definido por muitos dicionários. Mas se resume em três palavras: solução, reaproveitamento e educação. É auto-sustentável, isto é, capaz de suprir suas próprias necessidades sem diminuir as oportunidades das futuras gerações. A maior proposta para o assunto é a reorganização dos modos de vida da sociedade, voltando seus olhares para a economia, a preservação e o planejamento de futuras mudanças.
Atualmente, muitas empresas vêm aderindo aos métodos sustentáveis, visando economia, consequentemente retornando maiores lucros e ajudando o meio ambiente para as próximas gerações. Os métodos de substituição incluem criativas e práticas idéias, como as sacolas ecológicas, famosas “ecobags”, sacos plásticos biodegradáveis, bolsa de resíduos, entre outros. Na Irlanda, por exemplo, desde 1997 os clientes pagam um imposto de nove centavos de libra irlandesa por saco plástico. Já na Grã-Bretanha uma rede de supermercados promoveu uma campanha para que todos os compradores usem as sacolas 100% biodegradáveis para embalar os produtos adquiridos. No Brasil algumas empresas aderiram à bolsa de resíduos, que funciona como uma espécie de classificados, onde se encontra quem precisa comprar ou vender resíduos. Dentre as federações das indústrias dos principais estados brasileiros, como Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Paraná, encontram-se os seguintes produtos disponíveis: madeira, vidro, borracha, enfim os mais variados resíduos.
Empresários brasileiros estão inovando, trocando o papel comum pelo reciclável, lançando revistas, livros e cadernos deste material, mostrando que a economia gera um percentual positivo na natureza. Por exemplo: uma tonelada de papel comum equivale a três toneladas de madeira. Cada tonelada de papel reciclado poupa, em média, 60 árvores (eucaliptos adultos). A economia equivale a 2,5 barris de petróleo, 50% da água usada na fabricação normal (30 mil litros), e o volume de cerca de 3 metros cúbicos nos lixões e aterros. O Brasil só recicla cerca de 30% de seu consumo de papel.
É preciso uma liderança empresarial e social para que haja a troca de experiências, nas quais se constrói uma idéia coletiva de renovar o meio ambiente. A sustentabilidade se torna um processo de transformação, que ocorre de forma agradável nas dimensões sociais e culturais, a partir de um indivíduo para todo o mundo. Participar de um planeta sustentável é nosso dever na esperança de um mundo melhor.
Fonte Estatística: Agência Câmara.
Por uma nova consciência ambiental
por Raimundo de Menezes
Aquecimento global, derretimento dos pólos, inundações, poluição e tantos outros fatores da atualidade precisam ser pensados por ângulos diferentes. Meio ambiente e ações ecológicas significam, no fundo, respeito e interação entre o ser humano e o planeta terra. Aliás, somos parte integrante da natureza e não seres à parte.
Com base no “cada um por si e Deus por todos”, a humanidade se desenvolveu extraindo do meio ambiente e dos outros seres habitantes do ecossistema, o máximo para seu proveito, sem pensar nas conseqüências. Deu no que deu. Desviando rios, aterrando lagoas, contaminando as águas, desmatando, destruindo montanhas e testando bombas atômicas. Assim chegamos ao “xeque-mate” ou pelo menos, a uma “sinuca de bico”.
Nem é preciso um holocausto atômico! Uma cidade inteira pode entrar em falência após um furacão, como aconteceu em Nova Orleans, em 2005, no país mais rico do mundo. De uma hora para outra, todo o progresso tecnológico pode desaparecer sem deixar vestígios, revelando a enorme fragilidade de nossas conquistas.
Destruímos o meio ambiente e com o mesmo descaso tratamos a vida humana. O resultado é um total desequilíbrio. O planeta sofre e reage, e como conseqüência, o ser humano está sofrendo, e sua alma nunca esteve tão doente e distante de nós mesmos. Como construir um caminho seguro e transformador sem olhar a favor do amor e da vida? Temos que redimensionar o mundo a partir de pensamentos e atitudes que usam a ecologia como uma visão interior e espiritual da nossa existência.
Aquecimento global, derretimento dos pólos, inundações, poluição e tantos outros fatores da atualidade precisam ser pensados por ângulos diferentes. Meio ambiente e ações ecológicas significam, no fundo, respeito e interação entre o ser humano e o planeta terra. Aliás, somos parte integrante da natureza e não seres à parte.
Com base no “cada um por si e Deus por todos”, a humanidade se desenvolveu extraindo do meio ambiente e dos outros seres habitantes do ecossistema, o máximo para seu proveito, sem pensar nas conseqüências. Deu no que deu. Desviando rios, aterrando lagoas, contaminando as águas, desmatando, destruindo montanhas e testando bombas atômicas. Assim chegamos ao “xeque-mate” ou pelo menos, a uma “sinuca de bico”.
Nem é preciso um holocausto atômico! Uma cidade inteira pode entrar em falência após um furacão, como aconteceu em Nova Orleans, em 2005, no país mais rico do mundo. De uma hora para outra, todo o progresso tecnológico pode desaparecer sem deixar vestígios, revelando a enorme fragilidade de nossas conquistas.
Destruímos o meio ambiente e com o mesmo descaso tratamos a vida humana. O resultado é um total desequilíbrio. O planeta sofre e reage, e como conseqüência, o ser humano está sofrendo, e sua alma nunca esteve tão doente e distante de nós mesmos. Como construir um caminho seguro e transformador sem olhar a favor do amor e da vida? Temos que redimensionar o mundo a partir de pensamentos e atitudes que usam a ecologia como uma visão interior e espiritual da nossa existência.
O risco de escassez de água é um problema sério para a humanidade
por Lucas Antun
O aquecimento global não é mais a única ameaça à vida no planeta. A “crise da água” já compromete as condições de vida e saúde de uma ampla parcela da população. A falta d'água já afeta algumas partes do mundo e até o ano 2050, as previsões são sombrias. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que 50 países enfrentarão crise no abastecimento de água.
Na China, por exemplo, o suprimento de água já está acabando. A demanda da industria e da agronomia e a população de 1,2 bilhão de habitantes fazem com que os chineses andem vários quilômetros por dia para conseguir água.
A Índia, com uma população de 1 bilhão de habitantes está enfrentando o dilema da água, e isso foi constatado com o esgotamento hídrico do rio Ganges que é o maior afluente dentro do país.
Estudos apontam que dentro de 40 anos só existirá água doce para consumo doméstico no Oriente Médio, que incluem países como Israel, Jordânia, Arábia Saudita e Kuwait. As atividades agrícolas e industriais terão de fazer uso de esgoto tratado.
No norte da África, local que abrange países situados no deserto do Saara, tais como: Argélia e Líbia a quantidade de água disponível por pessoa vai está reduzida em 80%. O presidente do Instituto Internacional de Ecologia de São Carlos. José Galizia Tundizi, diz que em 2050 haverá 30 megacidades em todo o mundo, cada uma com mais de 8 milhoes de habitantes e mais 500 cidades com 1 milhão de habitantes.
O quadro se agravou com a linha histórica do uso inadequado dos recursos hídricos, isso se deu por conta da poluição de mananciais e do manejo insensato. E ficará mais complicado nos próximos anos. Com o inchaço populacional nas áreas urbanas a demanda e a procura por água potável aumentará.
O aquecimento global não é mais a única ameaça à vida no planeta. A “crise da água” já compromete as condições de vida e saúde de uma ampla parcela da população. A falta d'água já afeta algumas partes do mundo e até o ano 2050, as previsões são sombrias. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que 50 países enfrentarão crise no abastecimento de água.
Na China, por exemplo, o suprimento de água já está acabando. A demanda da industria e da agronomia e a população de 1,2 bilhão de habitantes fazem com que os chineses andem vários quilômetros por dia para conseguir água.
A Índia, com uma população de 1 bilhão de habitantes está enfrentando o dilema da água, e isso foi constatado com o esgotamento hídrico do rio Ganges que é o maior afluente dentro do país.
Estudos apontam que dentro de 40 anos só existirá água doce para consumo doméstico no Oriente Médio, que incluem países como Israel, Jordânia, Arábia Saudita e Kuwait. As atividades agrícolas e industriais terão de fazer uso de esgoto tratado.
No norte da África, local que abrange países situados no deserto do Saara, tais como: Argélia e Líbia a quantidade de água disponível por pessoa vai está reduzida em 80%. O presidente do Instituto Internacional de Ecologia de São Carlos. José Galizia Tundizi, diz que em 2050 haverá 30 megacidades em todo o mundo, cada uma com mais de 8 milhoes de habitantes e mais 500 cidades com 1 milhão de habitantes.
O quadro se agravou com a linha histórica do uso inadequado dos recursos hídricos, isso se deu por conta da poluição de mananciais e do manejo insensato. E ficará mais complicado nos próximos anos. Com o inchaço populacional nas áreas urbanas a demanda e a procura por água potável aumentará.
A Responsabilidade Sócio-ambiental
Por Elionardo Lunas
Adotado desde a década de 90 por algumas escolas e empresas privadas, a responsabilidade sócio-ambiental tem como objetivo: trazer responsabilidade social e a preservação ambiental, ou seja, fazer com que a sociedade tenha uma melhor inclusão, tanto social, como digital, e também desenvolver a importância da preservação ambiental.
Hoje, a preocupação primordial das empresas e escolas é criação de projetos ambientais como coleta seletiva de lixo e educação ambiental. Projetos que apresentam inovações, não apenas no trabalho, mas também para a transformação em diversos setores da vida.
Os movimentos ambientalistas vêm combatendo as empresas que usam de maneira intensa e quase predatória os recursos naturais, sem preocupação com os possíveis danos. Fazendo com que cada empresa desenvolva projetos, na qual visem a preservação e não a destruição ambiental. Com intuito de ganhar a confiança dos clientes, muitos órgãos procuram se adaptar a essa nova tendência mundial. Buscam seguir regras de qualidade idealizadas pelo programa I.S.O.14000 e pelo Instituto Ethos.
O consumo consciente e a reciclagem de lixo, são medidas simples que cada um pode desenvolver no seu dia-a-dia e que é primordial para a preservação do planeta. Mas vale citar a importância e a necessidade de uma parceria entre o Governo e as pessoas, para busca de soluções para os problemas sócio-ambientais, tornando assim, um ambiente melhor para todos.
Adotado desde a década de 90 por algumas escolas e empresas privadas, a responsabilidade sócio-ambiental tem como objetivo: trazer responsabilidade social e a preservação ambiental, ou seja, fazer com que a sociedade tenha uma melhor inclusão, tanto social, como digital, e também desenvolver a importância da preservação ambiental.
Hoje, a preocupação primordial das empresas e escolas é criação de projetos ambientais como coleta seletiva de lixo e educação ambiental. Projetos que apresentam inovações, não apenas no trabalho, mas também para a transformação em diversos setores da vida.
Os movimentos ambientalistas vêm combatendo as empresas que usam de maneira intensa e quase predatória os recursos naturais, sem preocupação com os possíveis danos. Fazendo com que cada empresa desenvolva projetos, na qual visem a preservação e não a destruição ambiental. Com intuito de ganhar a confiança dos clientes, muitos órgãos procuram se adaptar a essa nova tendência mundial. Buscam seguir regras de qualidade idealizadas pelo programa I.S.O.14000 e pelo Instituto Ethos.
O consumo consciente e a reciclagem de lixo, são medidas simples que cada um pode desenvolver no seu dia-a-dia e que é primordial para a preservação do planeta. Mas vale citar a importância e a necessidade de uma parceria entre o Governo e as pessoas, para busca de soluções para os problemas sócio-ambientais, tornando assim, um ambiente melhor para todos.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
O consumismo também leva à degradação ambiental
Por Tatiana Soares
É preciso diferenciar o consumo do consumismo. Sabemos que o consumo é necessário para a nossa sobrevivência. Já o consumismo está associado ao exagero e ao que é supérfluo.
A industrialização criou no mundo uma mentalidade de que quanto mais se consome, mais se têm garantias de bem-estar e de valorização diante da sociedade. Hoje em dia, as pessoas dão mais valor pelo que se tem, e não de quem elas realmente são.
Atualmente o mundo sofre com o consumismo das compras impensadas. E isso esgota os recursos naturais, sendo que a natureza é, e sempre será a única fonte de matéria-prima para o ser humano.
As roupas que usamos saem da flora, o relógio e os óculos dos minerais. O papel e os móveis são extraídos da madeira das árvores. Então, se continuarmos a pensar nas nossas necessidades veremos que tudo provém da natureza. Para as indústrias quanto mais se consome mais se fabrica, e isso é lucro, mas o meio ambiente não lucra com nada disso.
Temos a idéia de que os recursos naturais são inesgotáveis, que é um grave engano. Estamos caminhando para um colapso ambiental e a prova disso são as mudanças climáticas que estão ocorrendo no Planeta.
A sociedade consumista está esgotando a natureza em proporções gigantescas, e é bom recordar que a capacidade de regeneração da natureza é lenta, isso quando não são renováveis. O que leva o meio ambiente a um esgotamento de difícil reversão.
O volume de lixo e entulho produzido pela sociedade moderna vem crescendo de forma assustadora. Não há mais espaço para depositá-lo e o seu acúmulo contamina os solos, rios, mares e lençóis freáticos.
Estamos chegando ao nosso limite. O clima nos dá sinais diariamente, de que fomos longe demais. Será possível voltar atrás? Temos que tomar consciência e atitude, é preciso sair do comodismo e, assim, deixarmos de pensar que o problema não é conosco e começarmos a agir para que as gerações futuras tenham um lugar digno para viver, ou melhor, um lugar para viver.
É preciso diferenciar o consumo do consumismo. Sabemos que o consumo é necessário para a nossa sobrevivência. Já o consumismo está associado ao exagero e ao que é supérfluo.
A industrialização criou no mundo uma mentalidade de que quanto mais se consome, mais se têm garantias de bem-estar e de valorização diante da sociedade. Hoje em dia, as pessoas dão mais valor pelo que se tem, e não de quem elas realmente são.
Atualmente o mundo sofre com o consumismo das compras impensadas. E isso esgota os recursos naturais, sendo que a natureza é, e sempre será a única fonte de matéria-prima para o ser humano.
As roupas que usamos saem da flora, o relógio e os óculos dos minerais. O papel e os móveis são extraídos da madeira das árvores. Então, se continuarmos a pensar nas nossas necessidades veremos que tudo provém da natureza. Para as indústrias quanto mais se consome mais se fabrica, e isso é lucro, mas o meio ambiente não lucra com nada disso.
Temos a idéia de que os recursos naturais são inesgotáveis, que é um grave engano. Estamos caminhando para um colapso ambiental e a prova disso são as mudanças climáticas que estão ocorrendo no Planeta.
A sociedade consumista está esgotando a natureza em proporções gigantescas, e é bom recordar que a capacidade de regeneração da natureza é lenta, isso quando não são renováveis. O que leva o meio ambiente a um esgotamento de difícil reversão.
O volume de lixo e entulho produzido pela sociedade moderna vem crescendo de forma assustadora. Não há mais espaço para depositá-lo e o seu acúmulo contamina os solos, rios, mares e lençóis freáticos.
Estamos chegando ao nosso limite. O clima nos dá sinais diariamente, de que fomos longe demais. Será possível voltar atrás? Temos que tomar consciência e atitude, é preciso sair do comodismo e, assim, deixarmos de pensar que o problema não é conosco e começarmos a agir para que as gerações futuras tenham um lugar digno para viver, ou melhor, um lugar para viver.
De olho na ecologia urbana
Por Priscilla Freitas
Há muito tempo ouve-se falar de ecologia. Mas de uns anos para cá com o crescimento contínuo das cidades, tem se falado muito em ecologia urbana. Quando ouvimos falar de ecologia urbana, não se trata apenas da despoluição de mares e rios ou o ato de plantar uma árvore. Hoje a preocupação é bem maior.
A emissão gazes nocivos à camada de ozônio e impermeabilização do solo, também são problemas sérios, e têm impacto direto com a vida da população. Essas são algumas das expressões de poluição inseridas na rotina diária das grandes cidades.
Atualmente a maioria da população mundial concentra-se nas cidades. No Brasil, quase 90% dos habitantes mora nas grandes metrópoles, onde há o maior número de poluição no país. É um número muito alto, e mostra que soluções terão de ser tomadas para preservar o nosso ecossistema.
O uso indevido dos recursos naturais, como o da energia elétrica, da água, o despejo de lixo no meio ambiente, são fatores que fazem parte da vida das pessoas que residem nas metrópoles, e são problemas que tem quer ser solucionados. Não se pode ficar cultivando idéias antigas e ultrapassadas, é necessário ousar, ter uma visão á frente para que haja soluções para esses problemas, e que vêm aumentando junto com o crescimento das cidades.
É incrível como o homem tem poder de destruição. Como pode destruir seu próprio “habitat” e achar que todas as coisas que acontecem com o meio ambiente é um acaso do destino ou uma fatalidade. É pouco provável que aquele que destrói com tanta facilidade e rapidez o meio em onde vive, venha se preocupar com a sua preservação. Mas tudo pode acontecer, isso não é um fato isolado, pode ser possível que essa preocupação aconteça, desde que exista à vontade da população, e que ela se envolva de forma séria e planejada em projetos que cuidem do meio ambiente. Dessa maneira podemos ter uma nova consciência, e a necessidade de mudança de nossos hábitos e costumes.
É preciso uma reflexão urgente de nossos atos para cuidarmos melhor do ecossistema, pois não queremos que as ações de hoje, sejam as catástrofes amanhã, como vemos e ouvimos todos os dias nos noticiários.
Há muito tempo ouve-se falar de ecologia. Mas de uns anos para cá com o crescimento contínuo das cidades, tem se falado muito em ecologia urbana. Quando ouvimos falar de ecologia urbana, não se trata apenas da despoluição de mares e rios ou o ato de plantar uma árvore. Hoje a preocupação é bem maior.
A emissão gazes nocivos à camada de ozônio e impermeabilização do solo, também são problemas sérios, e têm impacto direto com a vida da população. Essas são algumas das expressões de poluição inseridas na rotina diária das grandes cidades.
Atualmente a maioria da população mundial concentra-se nas cidades. No Brasil, quase 90% dos habitantes mora nas grandes metrópoles, onde há o maior número de poluição no país. É um número muito alto, e mostra que soluções terão de ser tomadas para preservar o nosso ecossistema.
O uso indevido dos recursos naturais, como o da energia elétrica, da água, o despejo de lixo no meio ambiente, são fatores que fazem parte da vida das pessoas que residem nas metrópoles, e são problemas que tem quer ser solucionados. Não se pode ficar cultivando idéias antigas e ultrapassadas, é necessário ousar, ter uma visão á frente para que haja soluções para esses problemas, e que vêm aumentando junto com o crescimento das cidades.
É incrível como o homem tem poder de destruição. Como pode destruir seu próprio “habitat” e achar que todas as coisas que acontecem com o meio ambiente é um acaso do destino ou uma fatalidade. É pouco provável que aquele que destrói com tanta facilidade e rapidez o meio em onde vive, venha se preocupar com a sua preservação. Mas tudo pode acontecer, isso não é um fato isolado, pode ser possível que essa preocupação aconteça, desde que exista à vontade da população, e que ela se envolva de forma séria e planejada em projetos que cuidem do meio ambiente. Dessa maneira podemos ter uma nova consciência, e a necessidade de mudança de nossos hábitos e costumes.
É preciso uma reflexão urgente de nossos atos para cuidarmos melhor do ecossistema, pois não queremos que as ações de hoje, sejam as catástrofes amanhã, como vemos e ouvimos todos os dias nos noticiários.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Os prejuízos da Depredação nas escolas do DF
por Elionardo Lunas
Casos de violência de alunos contra professores, agressões verbais, uso de armas e entorpecentes, e também a questão da depredação dos prédios escolares. São alguns temas que os meios de comunicação tem noticiado com bastante freqüência.
O vandalismo nas escolas públicas do Distrito Federal tem trazido muitos prejuízos aos cofres públicos. Prejuízos esses causados pelos próprios alunos, que quebram vidros, cadeiras, pincham as paredes. Cerca de 70 mil Reais são gastos a cada ano letivo para fazer os reparos de escolas e suas instalações.
Os recursos que hoje são gastos para solucionar os problemas gerados pelas depredações, segundo o núcleo de recuperação mobiliário escolar, seria suficiente para construir cinco novas escolas, cada uma com 12 salas, idênticas a escola classe que existem em Arapongas, em Planaltina.
É necessário que haja uma conscientização e incentivo desde cedo, e principalmente dentro do lar pelos pais. É preciso impor limites dentro de casa, para que a criança quando começar a freqüentar a escola já tenha consciência da importância de cuidar e preservar do ambiente escolar, como declarou o sociólogo da Universidade de Brasília (UNB), Flávio Testa, em um artigo sobre vandalismo. No artigo ele aponta que a raiz do vandalismo está dentro das famílias. E que a falta de limites na infância é a principal falha na educação. O professor afirma que hoje a educação é muito permissiva e que . Uma criança que não respeita pai e mãe dificilmente terá um bom comportamento nas escolas. Para ele, objetos. A falta de limites na educação faz com que a criança reproduza esse comportamento na adolescência e na fase adulta.
Essa conscientização já vem sendo trabalhada por algumas escolas, como é o caso do Centro Educacional 02 de Taguatinga, que é um modelo a ser seguido , a escola faz com que os próprios alunos concertem as cadeiras quebradas, e mostra na prática a importância de cuidar e preservar o ambiente escolar.
Casos de violência de alunos contra professores, agressões verbais, uso de armas e entorpecentes, e também a questão da depredação dos prédios escolares. São alguns temas que os meios de comunicação tem noticiado com bastante freqüência.
O vandalismo nas escolas públicas do Distrito Federal tem trazido muitos prejuízos aos cofres públicos. Prejuízos esses causados pelos próprios alunos, que quebram vidros, cadeiras, pincham as paredes. Cerca de 70 mil Reais são gastos a cada ano letivo para fazer os reparos de escolas e suas instalações.
Os recursos que hoje são gastos para solucionar os problemas gerados pelas depredações, segundo o núcleo de recuperação mobiliário escolar, seria suficiente para construir cinco novas escolas, cada uma com 12 salas, idênticas a escola classe que existem em Arapongas, em Planaltina.
É necessário que haja uma conscientização e incentivo desde cedo, e principalmente dentro do lar pelos pais. É preciso impor limites dentro de casa, para que a criança quando começar a freqüentar a escola já tenha consciência da importância de cuidar e preservar do ambiente escolar, como declarou o sociólogo da Universidade de Brasília (UNB), Flávio Testa, em um artigo sobre vandalismo. No artigo ele aponta que a raiz do vandalismo está dentro das famílias. E que a falta de limites na infância é a principal falha na educação. O professor afirma que hoje a educação é muito permissiva e que . Uma criança que não respeita pai e mãe dificilmente terá um bom comportamento nas escolas. Para ele, objetos. A falta de limites na educação faz com que a criança reproduza esse comportamento na adolescência e na fase adulta.
Essa conscientização já vem sendo trabalhada por algumas escolas, como é o caso do Centro Educacional 02 de Taguatinga, que é um modelo a ser seguido , a escola faz com que os próprios alunos concertem as cadeiras quebradas, e mostra na prática a importância de cuidar e preservar o ambiente escolar.
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